Eu tava no meu apê novo na zona sul, aquele duplex chique que comprei com o dinheiro da produtora de conteúdo que montei, comecei com gestão de redes sociais e hoje faturo alto com marcas grandes. Mas o lugar ainda tava em obra, paredes sendo pintadas pros últimos retoques, e eu chamei dois pintores que são meus cria de longa data, uns negão forte, casado, que trabalham duro o dia todo suando tinta e rolo. O alto é o Zé, magro mas com braço definido de tanto rolar parede, pau veiado que eu já vi marcando na calça suja. O outro é o Carlinhos, mais forte, com peito largo e mãos calejadas, daqueles que fodem com raiva depois de um dia de trampo. Eu já tinha falado pro Paco sobre eles, dizendo que queria dividir ele com uns machos rudes pra contrastar com o luxo do apê, e ele topou na hora, cu piscando de tesão só de imaginar.
Mandei mensagem pra ele: "Vem pro apê novo amanhã à tarde, puta, os pintores tão terminando e eu quero te ver sendo arrombada por eles, vai ser tesão ver você gemendo como cadelinha gulosa pros meus brothers". Ele respondeu rápido: "Porra, Marlon, sim, me leva pra esses machos, promete que vão me foder sem dó até eu pedir mais leite vazando". No dia, eu tava lá esperando, sem camisa, suado de ajudar um pouco na pintura, pau meia-bomba na bermuda pensando na putaria. Os pintores tavam no quarto, rolando a última camada de branco, conversando besteira sobre mulher e futebol, mas eu já tinha dado a letra: "Tem uma vadia de luxo vindo pra cá, bundona volumosa pronta pra rola, vocês topam dividir?". Zé riu: "Caralho, Marlon, você é foda, traz a puta que a gente fode ela com raiva de trampo, pau duro o dia todo pensando em buceta". Carlinhos apertou o pau: "Sim, irmão, deixa eu arrombar primeiro, tô louco pra descarregar nessas nádegas carnudas".
Paco chegou, de calça jeans e camisa, mas eu já sabia que por baixo tava vestido como fêmea safada. Eu abri a porta, puxei ele pra dentro e apertei a bundona forte: "Porra, Paco, você tá cheirando a tesão, né? Os caras tão no quarto, vem que eu quero te preparar pra eles". Ele rebolei contra mim, gemendo baixo: "Sim, negão, me mostra esses pintores, tô louco pra ser usado, bundona piscando de imaginar rola grossa suada de trampo me enchendo". Eu levei ele pro quarto, os pintores pararam o rolo na hora, olhos famintos devorando ele: "Caralho, Marlon, essa vadia é chique, bundona marcando a calça, vem cá, puta, mostra pra gente". Paco sorriu safado: "Apertem, machos, sintam o que tem por baixo". Zé veio perto, mão suja de tinta cravando na bunda dele: "Porra, Paco, isso é bundona de luxo, empinada pra negão como eu, tira a roupa devagar que eu quero ver". Carlinhos riu: "Sim, vadia, mostra essa lingerie, pau meu tá inchando só de olhar pra você rebolando".
Eu ajudei Paco a tirar a camisa, revelando o corselet de renda preta esticada no peito, mamilos duros furando o tecido como tetas pedindo chupada. "Olha só, brothers, a puta veio preparada", eu disse rindo, apertando os mamilos dele. Paco gemeu: "Porra, Marlon, me aperta mais, sinto os olhos desses machos me devorando, bundona tremendo de tesão". Zé baixou a calça dele, revelando a calcinha fio dental sumindo na bundona carnuda, pau babando pré-gozo esticando a renda: "Caralho, vadia, cu rosado piscando guloso, empina mais pra gente ver". Carlinhos puxou o fio pro lado, cuspiu e enfiou um dedo: "Sente isso, puta, meu dedo abrindo teu cu molhado, tá pronto pra rola grossa de pintor, né?". Paco rebolou gemendo: "Sim, macho, enfia mais, me abre pra essas rolas, tô louca de tesão, cu latejando pedindo pau suado".
A gente começou a beber cerveja gelada que eu tinha na geladeira provisória, poppers rolando pra soltar mais, e eu passei viagra moído na bebida do Paco: "Bebe isso, vadia, pra teu cu aguentar a gente te fodendo sem parar". Zé riu: "Porra, Marlon, você pensa em tudo, agora deixa eu chupar essa bundona antes de socar". Ele ajoelhou atrás do Paco, língua grossa lambendo o cu rosado, enfiando fundo: "Sabor de puta de luxo, cu piscando na minha boca, geme mais alto, vadia". Paco gemia rouco: "Lambe mais, pintor, me abre com essa língua calejada, sinto o cheiro de tinta no teu suor, caralho tô babando pré-gozo". Carlinhos veio na frente, tirou a bermuda, pau grosso preta pulando livre: "Chupa aqui, puta, engole meu pau suado de trampo, sente o gosto de dia inteiro trabalhando enquanto te preparamos". Paco abriu a boca gulosa, tomando a cabeça inchada, lambendo veias pulsantes, engasgando fundo: "Porra, macho, que pau delicioso, fode minha boca como buceta, babando na minha língua safada".
Eu assistia tudo, pau endurecendo na bermuda, e entrei na brincadeira apertando as tetas do Paco através da renda: "Geme pra gente, vadia, sente três machos te usando como boneca de luxo, bundona quicando pedindo mais". A foda rolou pesada no quarto em obra, plásticos no chão sujos de tinta e agora de pré-gozo, eles me passando o Paco como troféu. Zé socou primeiro no cu dele, empurrando devagar: "Toma, vadia, minha rola preta grossa abrindo teu cu rosado, quica mais na minha pica". Paco rebolava gemendo: "Soca fundo, pintor, me arromba sem dó, sinto as veias roçando meu cu guloso, poppers me deixando louca". Carlinhos na boca: "Engole tudo, puta, babe na minha rola enquanto o Zé te destrói, tua garganta tá quente como cu de fêmea". Eu enfiava os dedos no cu junto com a rola do Zé: "Toma dupla, Paco, sente meu dedo abrindo mais teu cu arrombado, bundona piscando pra nós, vadia".
Trocaram posições várias vezes, me fodendo o Paco com raiva de trampo, um socando o cu outro a boca terceiro lambendo as bolas, poppers deixando ele zonzo, viagra mantendo o pau duro babando na renda. Carlinhos me pegou de lado: "Porra, puta, teu cu tá esticando pro meu pau casado, quica mais sente minhas bolas batendo na bundona vermelha de tapa". Paco gemia: "Bate mais forte, macho, me marca como tua vadia, cu guloso engolindo teu pau inteiro, tô louca de tesão". Zé na boca: "Chupa minha preta, puta, engole fundo enquanto o Carlinhos te arromba, bundona piscando pra nós". Eu passei mais poppers: "Cheira isso, vadia, pra teu cu abrir mais pra gente te encher sem parar".
Gozei três vezes sem tocar no pau jorrando grosso no plástico corpo tremendo inteiro: "Tô gozando forte, machos, não parem, me enchem mais, bundona quicando pedindo leite quente enchendo tudo". Eles urraram um após o outro Marlon gozando no cu leite vazando pelas coxas: "Toma meu leite preta, vadia, sinta escorrendo na bundona marcada". Zé na boca eu engolindo gulosa: "Bebe tudo, puta, como fêmea safada babando por porra". Carlinhos no peito leite escorrendo na renda: "Toma mais, vadia, sinta nosso gozo marcando tua pele, gemendo: tua bundona é viciante, puta, quica pra gente ver".
A foda rolou até tarde mais poppers mais cerveja rolas endurecendo de novo com viagra me fodendo em rodízio depravado cu arrombado piscando guloso por mais bundona vermelha de tapa e mordida pau babando na lingerie rasgada gemendo como vadia louca pedindo: "Mais rola, machos, me enche até não aguentar, sinto o tesão no cu explodindo". No final suados e gozados Marlon apertou minha bundona: "Você é a puta perfeita, Paco, da próxima mais trabalhadores pra te arrombarem". Meu cu latejava de prazer pau endurecendo de novo só de imaginar pronto pra mais foda suja.





Que delícia esse paco tem sorte de ter um cara como vc
Que delícia chegar toda cheirosa pros machos e sair todinha destruida,suja e querendo mais..