O que vou relatar aqui aconteceu a um ano, e os nomes foram modificados para preservar a identidade dos envolvidos. Era uma noite de sábado, e a igreja estava quase vazia após o ensaio do grupo de louvor. Apenas a Irmã Ana, com suas curvas generosas que desafiavam os recatados vestidos evangélicos, e três jovens obreiros – Samuel, Daniel e Lucas – haviam ficado para organizar as cadeiras e limpar o salão. O Pastor Miguel, um homem de meia-idade com um olhar que muitas vezes se demorava um pouco mais do que o necessário sobre as irmãs da congregação, supervisionava os trabalhos. Enquanto Ana se abaixava para pegar alguns papéis caídos, o tecido de seu vestido esticava, revelando a silhueta de seu bundão generoso. Os jovens, que deveriam estar concentrados em empilhar as cadeiras, trocavam olhares e sorrisinhos maliciosos. Samuel, o mais atrevido, sussurrou para Daniel: "Olha só a benção que Deus nos deu, irmão." Lucas riu baixinho. Ana já era muito cobiçada na igreja devido ao seu bundão grande que atraia olhares, mas Ana, embora fingisse não notar, sentiu um calor percorrer seu corpo. Ela estava acostumada com a atenção, mas a atmosfera da igreja, com seus hinos e orações, tornava tudo mais proibido e, por isso, mais excitante. O Pastor Miguel, estava um pouco afastado, mas seus olhos também não deixaram de acompanhar os movimentos de Ana. "Irmã Ana, poderia verificar se a sala de instrumentos está trancada?", perguntou ele, com uma voz que tentava ser autoritária, mas que para Ana soava quase como um convite. Ela assentiu, sentindo os olhares queimando em suas costas enquanto se afastava. Na sala de instrumentos, Ana tentou se recompor. Aquele tesãozinho, que ela tentava reprimir com orações, estava mais forte do que nunca. Ela ouviu as risadas dos rapazes e a voz grave do Pastor vindo do salão. Eles estavam falando dela. "Aquela irmã é uma tentação", disse Samuel. "Se eu não fosse obreiro, juro que...", completou Daniel, sem terminar a frase, mas a intenção era clara. Lucas soltou um "Amém!" abafado. E então, a voz do Pastor Miguel: "Precisamos orar pela Irmã Ana, para que o Senhor a cubra com seu manto de modéstia. Mas, confesso, é um desafio para a carne." Eles riram novamente, e Ana sentiu um arrepio. A raiva deveria ser a emoção dominante, mas o que a dominava era um desejo incontrolável. Uma ideia audaciosa, quase pecaminosa, começou a tomar forma em sua mente. Ela sabia que não deveria, que aquilo era contra todos os princípios que ela pregava, mas a vontade era imensa. Ela imaginou os quatro, ali, com ela. A excitação era tanta que suas pernas tremiam. Respirou fundo, ajeitou o vestido e saiu da sala de instrumentos e Caminhou de volta ao salão, onde os quatro homens ainda estavam, agora com as cadeiras quase todas arrumadas. "O que os irmãos estavam falando de mim?", perguntou Ana, com uma voz que tentava ser firme, mas que continha um tom de desafio. Eles se entreolharam, surpresos e um pouco constrangidos. Samuel, o mais velho e com um histórico de flertes disfarçados, tentou disfarçar: "Nada demais, Irmã Ana. Apenas comentávamos sobre a dedicação da irmã ao trabalho da casa do Senhor." Ana sorriu, um sorriso que não alcançou seus olhos. "Ah, é? Porque tenho certeza de que não poderiam cumprir metade do que prometem... seus crentes de araque." A provocação atingiu em cheio. Ela viu o volume na calça de Samuel aumentar. Ele percebeu que ela notou e disse, com um sorriso atrevido: "Gostou, né, irmã?" Ana se aproximou, e com um movimento ousado, acariciou o volume por cima do tecido. "Parece promissor", ela sussurrou. Sem hesitar, Ana desabotoou o vestido, deixando-o cair ao chão. Ela estava completamente nua, sob os olhares chocados e excitados dos quatro homens. O Pastor Miguel, que até então mantinha uma postura de autoridade, engoliu em seco. Ana se ajoelhou diante de Samuel, e com a língua, começou a lamber a cabeça de seu membro, que já estava totalmente ereto. O gosto salgado a enlouqueceu, e ela desceu a língua por todo o comprimento, chegando até as bolas. Daniel e Lucas, hipnotizados, começaram a acariciar o corpo de Ana, que agora sentia o frio do chão da igreja em sua pele, mas logo seria aquecida. Forçando a cabeça de Ana, Samuel a fez engolir todo o seu pau duro, e ela o fez com prazer, levando-o até a garganta, num movimento de vai e vem. Tiago (Daniel) e Rodolfo (Lucas) começaram a acariciar seus seios, que já estavam duros. Ana parou de chupar Samuel e se levantou. "Vou chupar todos antes de me penetrarem", disse ela, com um brilho nos olhos. Samuel sentou-se em uma das cadeiras, e Ana continuou a chupá-lo, enquanto suas mãos massageavam os membros dos outros dois. A ideia de ser possuída por todos a deixou alucinada, e ela chupou Samuel com tanta voracidade que ele gozou em sua boca. Ela lambeu tudo o que pôde, mas um pouco escorreu pelo seu rosto. Agora, ela chupava Lucas, enquanto suas mãos continuavam a estimular Daniel. Samuel, por sua vez, se ajoelhou atrás dela, lambendo seu clitóris e penetrando-a com a língua. Ana começou a gemer, e quando Samuel percebeu que ela não aguentava mais a espera, ele a penetrou. Ela empinou o traseiro para facilitar, e se entregou, como uma verdadeira pecadora. Ele foi abrindo caminho lentamente, e a cada aprofundamento, Ana gemia. Quando ele estava completamente dentro, começou a estocar com vigor, e a cada estocada, Ana soltava um gritinho, com o membro de Lucas em sua boca. Quando estava prestes a gozar, ela chupou Lucas com tanta gula que ele gozou em sua boca, ao mesmo tempo em que ela alcançava seu primeiro orgasmo. Samuel agora queria belo bundão de Ana. Ela se sentou sobre Lucas, que estava deitado no chão, e quando ele estava todo dentro dela, Samuel começou a salivar o seu cú e enfiou um dedo. Ana começou a chupar Daniel, enquanto Lucas, deitado, a comia gostoso. Atrás, ela sentia a saliva e os dedos de Samuel a invadindo. Era uma delícia, Até que ele começou a colocar seu membro grosso, e agora duríssimo, no cú dela. Doeu bastante, ela gritou com o membro de Daniel na boca, mas depois que se acostumou, a sensação era maravilhosa. Dois membros deslizando dentro dela, enquanto ela chupava um terceiro. Ela gozou várias vezes. A foda estava ficando ótima, de repente, Samuel disse que iria gozar no cú de Ana. A gozada foi muito grande seguida de um grunhido, deixando o cú dela todo cheio de porra. Em seguida Samuel saiu de trás dela. Ela sentiu um certo alívio e, ao mesmo tempo, um vazio. Ana Pensou que ele ia gozar em cima dela, mas não foi o que aconteceu. Ana sentiu algo quente e duro forçando novamente sua entrada, mas não era Samuel. Era muito maior. Curiosa, ela parou de chupar Daniel e olhou para trás. Era o Pastor Miguel! Ele estava com um olhar faminto, e foi o que fez. Ela tentou se desvencilhar, mas ele segurou com força sua bunda grande e enfiou tudo, com força. Doeu bastante, o pau do pastor era bem maior do que o de Samuel. Enquanto ela gemia e gritava, Daniel esfregava seu membro em seu rosto, querendo que ela continuasse a chupar, e Lucas ainda a penetrava, como se nada acontecesse. Ela voltou a chupar Daniel, mas por pouco tempo. Quando o Pastor começou a estocar com mais força em seu cú, ela não aguentou e largou Daniel, e ficou segurando uma das cadeiras, arranhando-a. A cada estocada em sua bunda, ele arrancava dela um grito, e ela sentia que ele ia rasgar o seu cú todo. Em seguida Lucas gozou nela e saiu de baixo. Daniel também se levantou, e eles a deixaram ali, sozinha, sendo judiada sem dó pelo Pastor. Quando o pastor gozou no seu traseiro grande, ela sentiu seu esperma quente inundar seu cuzão todo. Ele ainda deu algumas estocadas fortes no seu traseiro, fazendo-a dar mais alguns gritos, e tirou seu membro grande melecado de dentro dela. Ela se sentiu aliviada, apesar do vazio que sentia, ela ficou com o bundão todo aberto e arrombado. Toda Suada, ela se levantou e foi se lavar, ali mesmo, na pia da cozinha da igreja. Os jovens e o Pastor se juntaram a ela, e brincaram mais um pouco, antes de irem embora, despedindo-se com beijos molhados. Depois dessa noite, a igreja nunca mais foi a mesma para eles, depois dessa orgia maravilhosa.
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As crentes sempre são maravilhosas, deliciosas e quando querem, firam verdadeiras diabinhas do sexo, sem limites, sem freios sem medo de ser feliz em toda sua plenitude e safadeza. As igrejas geralmente tem milhares assim, uma delicia.
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