Nunca antes ela havia pisado em um lugar tão vibrante. As luzes de neon piscavam, refletindo-se nas poças d'água das ruas movimentadas, e o ar cheirava a perfume caro, fumaça e promessas de prazer. Lena tinha grandes planos para aquela noite. Ela ouvira rumores de que, na Cidade do Grande, havia homens dispostos a pagar uma pequena fortuna por uma noite com uma mulher de curvas tão espetaculares quanto as dela. Vestida com uma saia de couro minúscula que mal cobria suas nádegas e um top decotado que realçava seus seios fartos, ela se sentia invencível.
O relógio já passava da meia-noite quando ela se posicionou estrategicamente do lado de fora do seu hotel. O vento frio da noite a fez arrepiar, mas a adrenalina a mantinha aquecida. Foi então que ela avistou três jovens se aproximando. Eles caminhavam com passos ligeiramente trôpegos, rindo alto e empurrando uns aos outros. Lena sorriu intimamente. Homens jovens, um pouco bêbados e claramente frustrados por não terem conseguido companhia até aquela hora da noite. Eram o alvo perfeito. Ela julgou que suas chances de cobrar um valor extra eram altíssimas.
Enquanto os rapazes se aproximavam, Lena percebeu que eles a notaram. Os risos cessaram abruptamente, substituídos por cochichos apressados e olhares arregalados em direção ao seu corpo. Ela ajeitou a postura, empinando ainda mais os seios e projetando o quadril, pronta para dar o bote. Estava prestes a abrir a boca, ensaiando sua melhor voz sedutora para perguntar se eles queriam se divertir, quando um dos rapazes, que usava óculos de aros grossos, tomou a dianteira.
Ele falou, visivelmente nervoso, e ajeitou os óculos no nariz.
"Hum, com licença, senhorita", começou ele, a voz falhando levemente.
"Eu e meu amigo estávamos nos perguntando... quanto custaria para... bem, francamente, te dar umas boas pegadas?"
Lena teve que se esforçar para não rir da abordagem desajeitada. Eles pareciam verdadeiros nerds, o tipo de cara que passava mais tempo jogando videogame do que interagindo com mulheres. Mas dinheiro era dinheiro. Ela os avaliou rapidamente, estipulou um preço exorbitante em sua mente e, para sua surpresa, eles aceitaram sem pestanejar.
Um momento depois, o cenário mudou. Eles estavam no quarto de hotel de Lena. O ambiente era mal iluminado, com apenas a luz do abajur lançando sombras quentes sobre a cama espaçosa. Lena caminhou até a janela, olhando para as luzes da cidade lá fora, um sorriso de satisfação brincando em seus lábios. Ela havia conseguido ganhar uma pequena fortuna com aqueles três nerds inofensivos. A noite estava sendo um sucesso absoluto.
"Ok, só um momento, não olhe ainda moça!", a voz de um deles soou atrás dela, carregada de uma excitação nervosa.
Lena revirou os olhos, ainda de costas para eles. Ela podia ouvir o som de zíperes sendo abertos, cintos caindo no chão e as roupas sendo descartadas apressadamente. Ela presumiu que eles queriam fazer uma grande revelação, mostrar a ela seus "paus grandes" que haviam mencionado vagamente durante a subida no elevador. Lena quase bufou. Ela tinha um olho clínico para esse tipo de coisa. Aqueles garotos magricelas e desajeitados? Provavelmente não tinham nada além de 18 centímetros, no máximo. Eles a haviam contratado para a noite toda, mas ela apostava consigo mesma que nenhum deles duraria mais do que um minuto transando com ela. Ela sabia que estava sendo um pouco preconceituosa, mas a experiência a havia ensinado a não esperar muito.
"Só para deixar claro", Lena disse, a voz firme e profissional, sem se virar. "SEM REEMBOLSO OK!"
"VOCÊ PODE DAR A VOLTINHA PRA GENTE!", falou o rapaz de óculos, a voz agora cheia de uma confiança inesperada.
Lena suspirou, preparando sua melhor expressão de falsa surpresa e desejo, e girou nos calcanhares. O sorriso ensaiado congelou em seu rosto. Seus olhos se arregalaram tanto que pareceram saltar das órbitas, e seu queixo caiu. Ela piscou, uma, duas vezes, recusando-se a acreditar no que estava vendo.
Os três rapazes estavam completamente nus, parados lado a lado. Mas não eram seus corpos magros que chamavam a atenção. Eram seus membros. Os caras tinham pênis gigantescos, monstruosos, de proporções que desafiavam a anatomia humana. Eram grossos como latas de refrigerante e longos o suficiente para fazê-la engolir em seco. Lena, em toda a sua vida no interior e em suas fantasias mais selvagens, nunca tinha visto nada maior que 20 centímetros. Aquilo... aquilo era irreal.
O choque foi tão grande que suas pernas cederam. Ela cambaleou para trás, os joelhos batendo um no outro, e acabou sentando pesadamente no chão acarpetado, o olhar fixo naquelas três armas de carne que pulsavam e apontavam em sua direção.
Os rapazes, percebendo o efeito que causaram, sorriram com presunção. Eles se aproximaram, formando um semicírculo ao redor dela, encurralando-a. A proximidade só tornava a visão ainda mais intimidadora. O cheiro de excitação masculina encheu o ar, misturando-se ao perfume doce de Lena. Eles a deixaram inspecionar os enormes pênis mais de perto, as veias grossas pulsando sob a pele esticada, as cabeças pesadas e úmidas de pré-gozo.
"Triplo anal vai ser um desafio para você Lena", falou o rapaz loiro, olhando para a bunda farta de Lena com uma fome predatória.
Lena arregalou os olhos ainda mais. Triplo anal? Com aqueles monstros? O cu dela seria rasgado ao meio!
"Mas estou bêbado o suficiente para achar que pode dar certo!", continuou o loiro, rindo de forma engraçada.
"Você tomou dois drinks...", respondeu o terceiro rapaz, revirando os olhos, mas sem desviar o olhar do corpo trêmulo de Lena.
"Mas vamos todos subir na cama e ver o que conseguimos fazer", prosseguiu a voz do rapaz de óculos, estendendo a mão para ajudar Lena a se levantar.
Lena estava em estado de choque. "Q-QUE PORRA É ESSA!", ela finalmente conseguiu gritar, a voz aguda de pânico e uma excitação perversa que começava a se formar em seu baixo-ventre. "JESUS CRISTO! C-Como! IMPOSSÍVEL!"
Mas eles não deram ouvidos aos seus protestos. Com mãos firmes, eles a ergueram do chão e a jogaram de bruços sobre a cama macia. Em segundos, eles arrancaram suas roupas, deixando-a completamente nua e vulnerável. A pele branca de Lena contrastava com os lençóis escuros, sua bunda empinada oferecida como um banquete para os três homens famintos.
Eles não perderam tempo. O rapaz de óculos foi o primeiro a se posicionar atrás dela. Ele espalhou uma quantidade generosa de lubrificante na entrada apertada do cu de Lena e na cabeça de seu próprio membro colossal. Os outros caras abriram as bandas da bunda de Lena para o pau de seu amigo entrar mais facilmente. Lena ofegou, sentindo o frio do gel e o calor da carne dele roçando em sua intimidade anal.
"Lembre-se de gozar na boca dela", disse o loiro, posicionando-se perto do rosto de Lena, já esfregando seu membro enorme contra as bochechas coradas da garota.
Os rapazes tomaram suas posições e a sacanagem começou na hora.
"Porra! Não consigo ir mais fundo no cu dela", rosnou o cara de óculos, suando frio enquanto tentava forçar a entrada do cuzão de lena. A cabeça do pênis dele mal havia passado pelo esfíncter de Lena, e ela já estava gritando de dor.
Mas o rapaz de óculos, forçou o pau com mais força, e ele deslizou para dentro do cu de Lena.
"Porra!! HNGIYAHAA!", Lena berrou, as unhas cravando-se nos lençóis. As dores iniciais eram alucinante, uma sensação de estar sendo esticada além de seus limites. Mas, à medida que ele empurrava com mais força para dentro de seu cu, a dor começou a se misturar com uma onda de prazer avassalador. O preenchimento era absoluto, tocando lugares dentro dela que ela nem sabia que existiam.
Enquanto o cara de óculos lutava para enterrar seu membro gigante no cu de Lena, o terceiro rapaz se posicionou entre as pernas dela, mirando o cu dela também. Ele não pediu permissão. Com um impulso brutal, ele enterrou seu próprio monstro no rabo grande e aberto de Lena.
Lena soltou um grito estrangulado, os olhos revirando para trás. Ela estava sendo empalada por dois paus grossos, seu corpo pequeno lutando para acomodar tanta carne em seu reto. A cama rangia violentamente sob o peso dos corpos suados e emaranhados.
"Abre a boca, vadia", ordenou o loiro, forçando a cabeça do seu pênis entre os lábios trêmulos de Lena.
Ela obedeceu instintivamente, engasgando quando o membro grosso invadiu sua garganta, bloqueando sua respiração. Agora, ela estava completamente preenchida, dois buracos ocupados por aqueles monstros implacáveis.
O quarto foi preenchido pelo som de carne batendo contra carne, se ouvia os gemidos e os gritos abafados de Lena. O cara de óculos finalmente conseguiu afundar o pau até a base da boca de lena, mas em seguida ele saiu da boca dela e mudou de posição, ele foi se acomodando e logo em seguida ele também forçou a entrada do cu de lena, que já estava ocupado com dois membros grossos. O cara foi esticando o cu de Lena ao máximo. Ele começou a estocar com força, cada investida fazendo o corpo de Lena tremer. O rapaz acompanhava o ritmo, os três batendo contra ela em uma sinfonia de luxúria brutal.
Lena estava perdida em um mar de sensações. A dor havia aumentado mais ainda quando o terceiro cacete entrou no fundo de sua bunda gulosa, mas aos poucos a dor tinha desaparecido completamente, substituída por um prazer tão intenso que a deixava tonta. Ela gritava com os três paus no cu com muito desespero, as lágrimas escorrendo pelo rosto, enquanto seu corpo era bombardeado pelas estocadas implacáveis deles.
"Porra, ela é tão apertada!", gemeu o cara que enfiou o terceiro pau no cu dela, acelerando o ritmo.
"Vou gozar!", gritou o cara de óculos, com os músculos tensos.
"Sim Na boca dela! Na boca dela!", lembrou o loiro, tirando o pau do cu dela, e segurando a cabeça de Lena com força.
O clímax atingiu os três quase simultaneamente. O cara de óculos rugiu, despejando jatos quentes e espessos de porra no fundo do cu de Lena. O segundo rapaz gemeu alto, enchendo o cuzão dela com sua semente. E o loiro, com um último empurrão brutal, tirou o pau do cu dela e gozou no fundo da garganta de Lena, forçando-a a engolir cada gota do seu sêmen espesso.
Lena desabou na cama, o corpo tremendo em espasmos incontroláveis de orgasmo. Ela estava coberta de suor, ofegante, com a maquiagem borrada, o cabelo desgrenhado, e o cu completamente macetado. Os três rapazes recuaram, caindo exaustos ao lado dela, seus membros ainda meio duros e brilhando de umidade.
O quarto ficou em silêncio, quebrado apenas pelo som de respirações pesadas. Lena virou a cabeça lentamente, olhando para os três nerds que haviam acabado de lhe dar a noite mais intensa e selvagem de sua vida.
Ela sorriu, um sorriso preguiçoso e satisfeito por ter sentido a intensidade de ter seu traseiro destruído por três membros grossos e gigantescos.
A Cidade Grande realmente tinha suas surpresas.
E Lena mal podia esperar pela próxima noite de prazer brutal e avassalador. FIM




