Clara chegou ao motel com a buceta já inchada de tanto tesão acumulado. Dirigiu os 15 minutos apertando as coxas no banco do carro, roçando o clitóris contra o tecido da calcinha fina toda vez que pisava no freio. Quando Rafael abriu a porta, ela nem esperou convite: empurrou ele contra a parede do corredor, boca na boca dele com urgência de quem estava faminta há anos. Beijou como se quisesse devorar a língua dele. Mordia o lábio inferior, chupava forte, gemia baixo na boca dele enquanto as mãos já abriam o cinto da calça jeans. Rafael correspondeu na mesma moeda: mãos grandes subindo por baixo da saia, rasgando a calcinha de renda com um puxão seco. O tecido rasgado caiu no chão. Dedos grossos e quentes encontraram a entrada molhada dela de imediato — dois dedos entraram sem aviso, curvando pra cima, batendo direto no ponto G. Clara arqueou as costas, gemendo alto contra o pescoço dele. — Porra… assim… mais fundo… — pediu, voz rouca, quase implorando. Ele obedeceu, metendo os dedos rápido, o som molhado ecoando no quarto. O polegar dele esfregava o clitóris em círculos firmes, pressão constante. Clara sentiu as pernas fraquejarem, o primeiro orgasmo vindo rápido demais, como uma descarga elétrica. Gozou apertando os dedos dele dentro dela, líquido escorrendo pela palma da mão dele, coxas tremendo. — Caralho, você goza fácil… — ele riu baixo, lambendo os dedos sujos dela na frente dela. — Seu marido não te deixa assim, né? — Nunca… nunca me faz gozar assim… — confessou ela, ofegante, olhos vidrados. Rafael a pegou no colo como se ela não pesasse nada, jogou na cama king size. Rasgou a blusa dela com pressa, botões voando. Os seios pularam livres, mamilos duros e rosados. Ele caiu de boca neles: chupou um com força, dentes roçando, língua rodando no bico enquanto a mão apertava o outro peito. Clara enfiou os dedos no cabelo dele, puxando, empurrando o rosto mais fundo. — Chupa mais forte… morde… quero sentir amanhã… Ele mordeu de leve, depois mais forte, deixando marcas vermelhas. Desceu beijando a barriga, lambendo o umbigo, até chegar na buceta depilada e inchada. Abriu as pernas dela com as mãos grandes, segurando as coxas abertas. Olhou por um segundo, admirando. — Olha como tá molhada… toda vermelha de tesão… — murmurou, antes de mergulhar. Língua plana lambendo da entrada até o clitóris, depois sugando o botãozinho com força. Dois dedos voltaram pra dentro, metendo ritmado enquanto a língua batia rápido no clitóris. Clara gritava, quadril rebolando contra a boca dele. Sentia a barba rala arranhando a pele sensível, o calor da respiração dele, o jeito que ele gemia de prazer ao lamber o gosto dela. — Isso… come minha buceta… faz eu gozar na sua boca… porra, Rafael! O segundo orgasmo veio mais forte. Corpo convulsionando, mãos agarrando o lençol, gritando sem controle. Ele não parou: continuou lambendo devagar, prolongando as ondas, até ela empurrar a cabeça dele de leve, sensível demais. Clara se sentou na cama, olhos famintos. Puxou ele pra cima, abriu a calça dele com pressa. O pau saltou livre: grosso, veias marcadas, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios. — Quero isso dentro de mim… agora. Virou de quatro na cama, empinando a bunda, abrindo as pernas. Rafael se posicionou atrás, esfregou a cabeça do pau na entrada molhada, provocando. — Pede, Clara. Pede pra eu te foder como seu marido nunca fodeu. — Me fode, caralho… mete tudo… me enche… quero sentir cada centímetro… me faz tua puta hoje! Ele empurrou devagar no começo, deixando ela sentir a grossura abrindo caminho. Clara gemeu longo, sentindo cada veia, cada pulsação. Quando chegou no fundo, parou um segundo, deixando ela se acostumar. Depois começou a socar: lento e profundo primeiro, depois mais rápido, mais forte. A cama batia na parede, o som da pele contra pele misturado com os gemidos dela. — Tá sentindo? Tá sentindo como eu te abro toda? — ele grunhia, mão no cabelo dela puxando pra trás, obrigando-a a arquear mais. — Sim… sim… mais forte… me arromba… quero gozar de novo… Uma mão dele desceu pro clitóris, esfregando rápido enquanto metia fundo. A outra apertava a bunda, dando tapas ritmados que deixavam marcas vermelhas. Clara gozou pela terceira vez: buceta apertando o pau dele em espasmos, líquido escorrendo pelas coxas, grito rouco ecoando no quarto. Rafael acelerou, perdido no prazer. — Vou gozar… onde você quer? — Dentro… goza dentro… me enche… quero sentir teu leite escorrendo… Ele socou mais fundo, grunhindo alto, gozando em jatos quentes e grossos. Clara sentiu cada pulsação, o calor se espalhando dentro dela, transbordando quando ele saiu devagar. O sêmen escorreu pela buceta aberta, pingando no lençol. Ela desabou na cama, ofegante, corpo suado e marcado. Rafael deitou ao lado, passando a mão nas costas dela. — Ainda quer mais? — perguntou, já com o pau semi-duro de novo. Clara sorriu, maligna. — Quero. Quero de novo. E de novo. Até não aguentar mais andar. Passaram a noite inteira assim: posições diferentes, oral mútuo (ela chupando ele até a garganta, ele comendo ela de novo), gozadas múltiplas. Quando amanheceu, Clara estava dolorida, saciada, com marcas no pescoço, coxas e bunda. Voltou pra casa com o corpo exausto e a mente leve. Tomou banho, lavou o cheiro dele, mas guardou o gosto na memória. Daniel chegou no domingo. Beijou a bochecha dela como sempre. — Tudo bem, amor? Ela sorriu, doce e secreta. — Tudo ótimo. Dormi como um anjo. Mas por dentro pensava: “Dormi gozando várias vezes na boca e no pau de outro homem.” E soube que aquilo era só o começo. Fim (por enquanto).
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