Primeira vez corno

Rafael sempre soube que Fernanda era diferente.
Desde os primeiros encontros, ela tinha aquele brilho nos olhos quando contava histórias antigas — não de ex-namorados, mas de momentos em que se sentiu desejada de um jeito quase selvagem. Ele, mais reservado, mais contido, descobriu que aquilo o excitava mais do que qualquer coisa.
Não era ciúme. Era outra coisa. Uma mistura de orgulho, humilhação gostosa e tesão puro.
Eles conversaram sobre isso durante meses.
Primeiro como fantasia de travesseiro: “Imagina se eu te levasse pra um cara assim… alto, grosso, que te pegasse com força enquanto eu assisto”.
Fernanda mordia o lábio, as coxas se apertavam uma na outra, e respondia baixinho:
“Você ia aguentar ver, amor? Ver ele me abrindo toda?”
Rafael gozava só de imaginar.
Até que um dia ela mostrou a foto no celular.
Bruno.
1,92 m, ombros que mal cabiam na camisa social, braços tatuados, barba bem feita e um olhar de quem sabe exatamente o que fazer com uma mulher como ela.
“Ele me mandou mensagem hoje. Quer me ver amanhã. Sozinho primeiro… depois você entra se quiser.”
Rafael sentiu o pau pulsar dentro da cueca só de ler.
“Quero”, ele respondeu. “Quero ver tudo.”

O quarto do hotel era simples, luz baixa, cama king size com lençóis brancos.
Fernanda chegou antes, vestida com um vestido preto justo que marcava a cintura fina e os quadris largos. Sem calcinha — ela havia mandado foto para Rafael mais cedo, mostrando a buceta lisinha já molhada de expectativa.
Bruno entrou sem pressa.
Camisa social desabotoada nos primeiros botões, jeans escuro, tênis caro. Cheirava a perfume amadeirado e testosterona.
Ele nem olhou para Rafael, que já estava sentado na poltrona do canto, calado, mãos no colo tentando disfarçar a ereção.
Fernanda foi até Bruno na ponta dos pés e o beijou devagar, língua explorando, gemidinho escapando.
As mãos grandes dele desceram pelas costas dela, apertaram a bunda com força, levantaram o vestido.
Rafael viu os dedos dele sumirem entre as coxas da esposa, ouviu o barulho molhado quando Bruno começou a esfregar o clitóris dela.
“Caralho… você tá encharcada, hein, safada”, Bruno murmurou contra a boca dela.
“É pra você… tô assim desde que saí de casa pensando no seu pau.”
Rafael engoliu em seco.
Bruno tirou a camisa, revelando o peitoral largo, tanquinho definido, tatuagens que desciam até a cintura.
Fernanda se ajoelhou sem que ele precisasse pedir.
Abriu o zíper devagar, puxou a cueca para baixo e soltou um “meu Deus…” baixinho.
O pau de Bruno era grosso, veias saltadas, cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Maior que o de Rafael — não absurdamente, mas o suficiente pra fazer diferença. O suficiente pra Fernanda arregalar os olhos e sorrir como uma menina que ganhou presente.
Ela chupou devagar no começo, lambendo da base até a cabeça, depois engoliu mais fundo, babando, fazendo barulho.
Bruno segurou o cabelo dela com uma mão e fodeu a boca dela com calma, olhando de vez em quando para Rafael.
“Olha como sua mulher chupa gostoso, cara. Ela nasceu pra isso.”
Rafael só assentiu, mão já dentro da calça, se masturbando devagar.
Bruno puxou Fernanda para cima, jogou ela na cama de bruços, bunda empinada.
Abriu as nádegas dela com as duas mãos, cuspiu na buceta e esfregou a cabeça do pau na entrada.
Fernanda gemeu alto, olhando direto para Rafael.
“Amor… olha pra mim enquanto ele me come…”
Bruno entrou de uma vez, devagar, centímetro por centímetro.
Fernanda arqueou as costas, boca aberta em um gemido longo e rouco.
“Porra… tá me abrindo toda… tão grosso…”
Rafael viu o pau do outro sumir inteiro na esposa, viu as bolas dele batendo na bunda dela a cada estocada mais forte.
O som era obsceno: pele contra pele, buceta molhada fazendo barulho, Fernanda gemendo sem vergonha.
Bruno virou ela de quatro, de frente para Rafael.
Segurou os cabelos dela como rédea e meteu com força, fundo, fazendo os seios dela balançarem.
“Fala pra ele, vai. Fala o que você tá sentindo.”
Fernanda, olhos vidrados, voz entrecortada:
“Ele… ele tá me fodendo muito melhor que você, amor… tá batendo no fundo… eu vou gozar no pau dele… ahhh caralho…”
Rafael gozou na mão ali mesmo, vendo a esposa tremer, pernas bambas, gozando alto enquanto Bruno continuava metendo sem parar.
Bruno tirou o pau, virou Fernanda de costas, colocou as pernas dela no ombro e meteu de novo, mais rápido, mais bruto.
“Vou gozar dentro dela, tá? Ela pediu.”
Rafael só conseguiu murmurar um “vai… goza nela…”
Bruno grunhiu, enterrou tudo e gozou forte, enchendo a buceta da Fernanda.
Quando saiu, o sêmen branco escorreu devagar, pingando nos lençóis.
Fernanda ficou ali, ofegante, pernas abertas, olhando para Rafael com um sorriso cansado e satisfeito.
“Vem cá, amor… limpa sua esposa.”
Rafael se aproximou de joelhos, coração disparado.
Lambeu devagar, sentindo o gosto salgado do outro misturado com o dela.
Fernanda acariciou o cabelo dele, sussurrando:
“Você é perfeito assim… meu corno gostoso.”
Bruno riu baixo, já vestindo a calça.
“Até a próxima, casal.”
E saiu.
Fernanda puxou Rafael para cima dela, beijou a boca dele com gosto de porra alheia e sussurrou:
“Da próxima vez… quero que você segure minha mão enquanto ele me fode de quatro. Tá bom?”
Rafael só conseguiu assentir, pau já endurecendo de novo.
Eles sabiam que aquilo era só o começo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez corno

Codigo do conto:
256758

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
12/03/2026

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