Paola chegou em casa mais cedo naquela sexta. O marido ainda estava no trabalho. Ela tirou o vestido social, ficou só de calcinha preta e sutiã, e se olhou no espelho do quarto. Os seios fartos, a bunda redonda, a boca carnuda. Sorrindo, murmurou: — Hoje a puta vai trabalhar. Abriu o grupo do WhatsApp onde já estava há semanas. Mensagem curta, objetiva: “Esposa puta liberada até as 22h. Hotel perto do centro. Quem quiser me usar, manda foto do pau e local. Sem frescura.” Em menos de dez minutos o celular não parava. Ela escolheu três. Um cara de 35, outro mais velho, e um novinho de 24. Combinou o quarto 412 do hotel barato perto da avenida. Chegou primeiro. Tirou a calcinha e deixou na cadeira. Ficou só de salto e colar. Quando a porta bateu, o primeiro já estava de pau duro na mão. — Entra e come essa puta — disse ela, ajoelhando. Chupou com vontade, baba escorrendo pelo queixo, olhando pra cima. O cara prendeu a mão no cabelo dela e meteu fundo na garganta. Paola engasgou, mas não recuou. Gostava daquele gosto de puta usada. O segundo chegou enquanto ela ainda estava de joelhos. Sem falar nada, o cara se posicionou atrás, abriu as nádegas dela e enfiou o pau grosso de uma vez no cu. Paola gritou no pau do primeiro, mas abriu mais a bunda. — Isso… arromba a esposa… — gemeu, a voz rouca. Os dois a usaram sem pressa. Um na boca, outro no cu, depois trocaram. Paola já estava babada, o rabo arrombado e a buceta pingando. Quando o terceiro entrou, ela estava de quatro na cama, com o cu aberto e a língua de fora. — Pode meter onde quiser — falou, virando o rosto. — Hoje eu sou só puta. Os três se revezaram. Foderam a boca, a buceta e o cu até ela não conseguir mais fechar as pernas direito. Porra escorrendo pelas coxas, pelos seios, pelo pescoço. Em determinado momento um deles tirou o celular e filmou enquanto ela engolia o porra do outro, olhando pra câmera e dizendo: — Manda pro meu marido depois. Quero que ele veja a puta que ele tem em casa. Quando terminaram, Paola estava deitada de lado, pernas abertas, o corpo marcado de mãos e saliva. Os três se vestiram. Um deixou dinheiro na mesa. Outro só sorriu e saiu. O novinho ainda deu um tapa na bunda dela antes de ir embora. Ela ficou sozinha no quarto por uns minutos. Pegou o celular, mandou uma foto pro marido: ela de quatro na cama do hotel, o cu e a buceta vermelhos e sujos de porra, a legenda simples: “Sua esposa trabalhou bem hoje. Volto pra casa mais tarde. Beijos, puta.” Depois se levantou, tomou um banho rápido, vestiu o mesmo vestido social e saiu. Ainda sentia o cu latejando e o gosto de porra na boca. Sorrindo. No elevador, um homem mais velho olhou para ela. Paola mordeu o lábio e perguntou baixo: — Quer usar uma esposa puta também?
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