Uma noite de sexta, Cris convidou novamente o grupo completo: Lucas, Mateus, João, Pedro e Tiago. Antes de eles chegarem, ela deu ordens claras ao marido:
— Hoje você não é mais meu esposo. Você é o serviçal da casa. Vai servir eles como um bom corno manso. Entendeu?
— Sim, senhora — respondeu Roberto, já de pau duro só com a ideia.
Quando os jovens chegaram, Roberto recebeu todos na porta, cabeça baixa, e falou:
— Boa noite… obrigada por virem foder minha esposa.
Cris riu alto e mandou ele servir as bebidas. Roberto, usando apenas uma cueca pequena que marcava o pau minúsculo, andava pela sala servindo cerveja gelada, petiscos e água para os amantes da mulher. Cada vez que entregava algo, tinha que dizer:
— Aqui está, senhor. Obrigado por satisfazer a Cris.
Enquanto isso, Cris estava no sofá, completamente nua, sendo beijada e tocada pelos cinco. Lucas enfiou dois dedos nela e mostrou para Roberto:
— Olha como sua mulher já está encharcada só de pensar nos nossos paus.
Roberto foi obrigado a se ajoelhar ao lado do sofá e assistir bem de perto enquanto Lucas metia o pau grosso na boceta da esposa. Cris segurava a cabeça do marido, forçando ele a ficar a menos de 30cm da ação.
— Olha bem como ele entra e sai, corno. Repara no tamanho.
Depois de Lucas gozar dentro, Cris não deixou Roberto limpar ainda. Ela mandou ele continuar servindo. Enquanto Mateus fodia ela de lado, Roberto tinha que segurar a perna da esposa bem aberta para facilitar o acesso.
— Segura firme, seu inútil. Abre bem a perna da sua mulher pra ele meter mais fundo.
Os gêmeos foram os mais cruéis. Enquanto um metia na boceta e o outro no cu, mandaram Roberto se ajoelhar bem embaixo, com o rosto virado para cima. Toda vez que o pau saía, gotas de porra e lubrificação caíam direto na boca dele.
— Abre a boca, corno. Isso é o que sobra pra você.
Cris gozava sem parar, gritando insultos:
— Olha o seu marido, meninos! Um verdadeiro limpador de porra! Ele nasceu pra isso!
No final da noite, quando todos os cinco já tinham gozado pelo menos duas vezes (na boceta, no cu e na boca de Cris), ela se sentou na beira do sofá, pernas bem abertas, pingando porra de todo lado.
— Agora sim, Roberto. Hora do seu serviço principal.
Roberto se arrastou de quatro até entre as pernas da esposa e começou a limpar tudo com a língua. Primeiro a boceta, sugando a porra misturada dos cinco jovens. Depois o cu, enfiando a língua fundo para tirar cada gota. Cris segurava a cabeça dele com força, esfregando a virilha melada no rosto do marido.
— Engole tudo. Engole o que homens de verdade deixaram na sua mulher.
Enquanto ele limpava, os jovens sentados ao redor riam, tiravam fotos e faziam comentários:
— Cara, sua esposa virou uma puta completa e você virou aspirador de porra. Que casal abençoado!
Depois de terminar a limpeza, Cris ainda não deixou ele gozar. Mandou Roberto se ajoelhar no centro da sala e se masturbar enquanto todos assistiam.
— Goza no chão, corno. Mas antes agradeça cada um deles por ter fodido sua esposa melhor do que você nunca conseguiu.
Roberto, com o rosto brilhando de porra e baba, olhou para cada um e disse:
— Obrigado, Lucas. Obrigado, Mateus… Obrigado por foderem minha mulher e me deixarem limpar.
Só então Cris permitiu que ele gozasse no chão. Depois, mandou ele lamber a própria porra do piso.
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A partir dessa noite, o ritual se repetiu e piorou. Roberto agora:
- Preparava a cama com lençóis limpos antes das visitas
- Segurava o celular gravando os melhores ângulos
- Lambia os pés dos amantes enquanto eles fodiam Cris
- Usava plug anal em algumas noites, só para lembrar seu lugar
- Dormia no chão ao lado da cama quando Cris trazia alguém para passar a noite
Cris adorava sussurrar no ouvido dele enquanto era fodida:
— Você nunca mais vai me comer. Seu pau pequeno só serve pra gozar assistindo.
E Roberto, completamente quebrado e viciado, respondia sempre a mesma coisa:
— Sim, amor… eu sou só o corno manso da casa.


