Com o tempo, Roberto descobriu algo que nem ele esperava. A humilhação constante de ver Cris sendo fodida por tantos homens, somada às vezes em que ele próprio era usado pelos jovens, pastores e strap-ons das pastoras, despertou nele um desejo cada vez mais forte por paus. Ele começou a gostar de verdade de ser passivo, de sentir um pau grosso arrombando seu cu, de chupar e engolir porra. No começo, era só durante as festas da igreja. Depois, ele começou a ter encontros escondidos da esposa. Roberto criou um perfil falso em aplicativos de encontros e passou a contratar travestis de luxo em motéis discretos. A primeira vez foi com uma morena chamada Vitória. Ele pagou caro para ela ir até um motel afastado. Assim que ela tirou a roupa e mostrou o pau grande e grosso, Roberto ficou de joelhos imediatamente, chupando com fome, babando, engasgando enquanto Vitória segurava sua cabeça. — Olha o corno da igreja virando boiola safado… — ria ela, enfiando até o fundo da garganta dele. Naquela noite, Vitória arrombou o cu de Roberto com força. Ele gozou sem nem tocar no próprio pau, gemendo como uma puta enquanto levava estocadas profundas. Voltou para casa com o cu dolorido e cheio de porra, mentindo para Cris que tinha tido uma reunião longa na igreja. O vício cresceu rápido. Roberto começou a contratar duas ou três vezes por semana. Suas favoritas eram travestis bombadas, com silicone nos seios, bunda enorme e paus grandes. Ele pagava extra para elas gozarem dentro, gravarem vídeos e humilharem ele: — Você é mais putinha que sua esposa, né? — provocavam elas. Cris percebeu que algo estava estranho. Roberto estava mais distante, o cu sempre irritado, mas ela achava que era apenas o efeito das festas. Até que um dia ela pegou o celular dele e encontrou os vídeos e conversas. Em vez de brigar, Cris riu alto. — Então é isso? Meu corno manso virou viadinho de verdade… Tudo bem. Eu já tenho vários machos. Você está liberado. A separação foi rápida e amigável. Roberto saiu de casa. Cris continuou rainha das festas da igreja, agora com ainda mais liberdade. O novo casamento Dois meses depois, Roberto conheceu Júlia, uma travesti linda, de 27 anos, corpo escultural: seios siliconados enormes e empinados, cintura fina, bunda gigante e redonda, pernas longas, rosto perfeito com boca carnuda. E o principal: um pau gigante de 24cm, grosso, veioso e com a cabeça rosada sempre babando pré-gozo. Foi amor (e tesão) à primeira vista. Júlia dominou Roberto desde o primeiro encontro. No motel, ela fez ele chupar seu pau por quase uma hora, ensinando a engolir fundo. Depois sentou no rosto dele e fez ele lamber seu cu enquanto batia o pauzão na cara do novo namorado. A primeira vez que Júlia meteu nele foi inesquecível. Roberto de quatro, lubrificado, gemendo desesperado enquanto aqueles 24cm entravam devagar, abrindo seu cu até o limite. Júlia segurava seus quadris e metia com força: — Isso, meu viadinho… toma esse pauzão. Você nasceu pra ser minha puta. Roberto gozava sem parar, o cu piscando em volta do pau enorme. Ele adorava ser arrombado por Júlia. Adorava quando ela gozava dentro, enchendo ele de porra quente, e depois fazia ele limpar o pau com a boca. Seis meses depois, eles se casaram em uma cerimônia discreta, apenas com alguns amigos do meio. Roberto vestiu uma roupa social simples, mas por baixo usava lingerie rendada que Júlia havia escolhido. Na lua de mel, Júlia fodeu ele todas as noites, em todas as posições. Roberto pedia mais, implorava para ser usado como uma vadia. Hoje, Roberto vive como o marido submisso de Júlia. Ele cuida da casa, faz massagem nos pés dela, chupa seu pau todas as manhãs e dá o cu sempre que ela quiser. Júlia, por sua vez, é dominadora, carinhosa e extremamente safada. Às vezes leva outras travestis ou machos para casa e faz Roberto assistir ou participar. Cris, ao saber do casamento, mandou uma mensagem: “Que bom que você encontrou seu lugar, corno. Agora nós dois somos felizes do nosso jeito.” Roberto respondeu com uma foto: ele de quatro, com o pauzão de Júlia enterrado até o talo no seu cu, gemendo de prazer. Fim de uma fase. Começo de outra.
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