Depois daquela noite no retiro, algo mudou definitivamente dentro de Roberto. A humilhação que ele sentiu ao ver a esposa sendo destruída pelos dois pastores não o destruiu… o excitou como nunca antes. As imagens não saíam da cabeça dele: Cris gemendo, pedindo mais, gozando enquanto era preenchida por paus maiores e mais grossos que o dele.
Três dias depois, em casa, Roberto não aguentou mais. Cris tinha acabado de chegar de um “encontro rápido” com Lucas. Ainda estava com o vestido amassado e o cheiro de sexo no corpo. Roberto se ajoelhou na frente dela, tremendo de excitação.
— Cris… eu gostei — confessou ele, a voz baixa e envergonhada. — Eu gostei de ver você com eles. Eu… eu quero de novo. Por favor. Quero que você fique com outros na minha frente. Quero assistir você sendo puta de verdade.
Cris sorriu, surpresa e extremamente excitada com a entrega completa do marido. Ela segurou o queixo dele e levantou seu rosto.
— Olha só… meu corno manso finalmente admitiu. Você quer ver sua esposa sendo arrombada por outros homens, é isso?
— Quero… — murmurou Roberto, o pau pequeno latejando dentro da calça. — Quero ver eles te comendo bem gostoso enquanto eu assisto.
Cris riu, satisfeita. Naquela mesma noite, ela mandou mensagem para o grupo. Lucas, Mateus, João e os gêmeos Pedro e Tiago apareceram em casa por volta das 23h. Roberto arrumou a sala, deixou cerveja gelada e se sentou na poltrona grande como Cris ordenou.
— Fica aí quietinho. Só assiste. Se comportar bem, talvez eu deixe você lamber depois — disse ela, acariciando o rosto do marido.
Os cinco jovens entraram e não perderam tempo. Despiram Cris no meio da sala, bem na frente de Roberto. Beijaram, chuparam e apertaram cada parte do corpo dela enquanto o marido olhava, respirando pesado.
Lucas foi o primeiro. Colocou Cris de quatro no sofá, de lado para Roberto ver tudo. Enfiou o pau grosso na boceta dela com uma estocada forte.
— Olha, corno… olha como sua mulher mama meu pau — provocou Lucas, metendo fundo.
Cris gemia alto, olhando nos olhos do marido:
— Tá vendo, Roberto? É assim que uma mulher de verdade gosta… bem fundo e bem bruto.
Mateus enfiou o pau na boca dela enquanto Lucas fodia. Depois os gêmeos se aproximaram. Pedro meteu no cu dela, e os dois irmãos começaram a foder os dois buracos ao mesmo tempo, bem devagar para Roberto ver cada centímetro entrando e saindo.
— Ahhh… tão cheio… — gemia Cris. — Roberto, olha como meu cuzinho e minha buceta estão sendo arrombados…
Roberto estava hipnotizado. O pau dele duro pra caralho, mas Cris proibiu ele de se tocar. Ele só podia assistir, vendo a esposa gozar repetidamente, o corpo suado, os seios balançando, porra escorrendo pelas coxas.
Os jovens revezavam sem parar. Em determinado momento, colocaram Cris de frente para o marido, sentada no colo de João, quicando forte. Lucas meteu no cu dela por trás. Cris segurou o rosto de Roberto e beijou ele enquanto era duplamente penetrada.
— Beija sua mulher enquanto ela leva pau no cu e na buceta, corno — ordenou ela.
Depois de quase uma hora de foda intensa, os cinco gozaram dentro e em cima dela. Cris ficou de pernas abertas na frente do marido, buceta e cu vermelhos e cheios de porra.
— Vem, Roberto. Limpa sua esposa como um bom corno manso.
Ele se ajoelhou imediatamente, enfiando a língua primeiro na buceta, depois no cu, lambendo toda a porra dos jovens enquanto Cris acariciava sua cabeça.
— Bom menino… você gosta mesmo, né? De agora em diante, sempre que eu quiser, vou trazer homens pra casa e você vai assistir tudinho. E vai agradecer eles por me foderem tão bem.
Roberto, com a boca suja de porra, olhou para cima e respondeu:
— Sim, amor… eu quero. Quero ver você com quantos quiser. Eu sou seu corno.
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A partir dessa noite, a vida do casal mudou completamente. Cris passou a marcar encontros abertamente. Roberto arrumava a casa, preparava bebidas e se sentava no canto para assistir a esposa sendo usada pelo grupo de jovens, pelos pastores, e até por alguns irmãos da igreja que ela seduzia.
Ele aprendeu a pedir educadamente:
— Amor, posso assistir hoje de novo?
E Cris sempre respondia com um sorriso safado:
— Claro, meu corno. Hoje vou deixar eles gozarem bastante pra você limpar.


