Paola sempre fora a esposa perfeita. Trinta e dois anos, corpo ainda firme de academia, seios pesados e macios, bunda redonda que fazia a calça jeans esticar. Casada há oito anos com Ricardo, um homem bem-sucedido e… monótono. Sexo uma vez por semana, luzes apagadas, posições previsíveis. Até o dia em que, bêbada de vinho e curiosidade, ela baixou o D4Swing.
Criou o perfil na madrugada, enquanto Ricardo ronronava ao lado.
**Nome:** Paola – Esposa liberada
**Idade:** 32
**Bio:** “Casada, mas faminta. Procurando homens (e casais) que me usem bem. Sem frescura. Quanto mais, melhor.”
As fotos eram ousadas: ela de quatro na cama do casal, só de salto, olhando por cima do ombro; outra de joelhos, boca aberta, língua para fora; e a última, a mais suja, no espelho do banheiro, seios apertados, dois dedos enterrados na buceta já molhada.
Em menos de 24 horas o celular explodiu.
Ela marcou o primeiro encontro no dia seguinte: dois homens no motel perto do escritório. Depois três. Depois um casal. Cada encontro deixava Paola mais viciada. Voltava pra casa cheirando a porra alheia, sentando no sofá com a buceta latejando, sorrindo para o marido como se nada tivesse acontecido.
Mas o ápice veio numa sexta-feira.
Um cara chamado “Max” mandou mensagem:
“Hoje, 19h. Banheiro masculino do segundo piso do Shopping Center Norte. Eu e mais sete. Porta trancada. Você só precisa entrar e se ajoelhar.”
Paola olhou o relógio. Ricardo estava em viagem. Ela se depilou inteira, colocou uma saia curta sem calcinha, blusa fina sem sutiã e saltos altos. O coração batia forte enquanto atravessava o shopping lotado, sentindo o ar frio subir entre as pernas.
Entrou no banheiro dos homens. A porta do boxe do fundo estava entreaberta. Empurrou.
Oito homens. Alguns de terno, outros de camiseta. Todos já de pau duro, olhando pra ela como se fosse um banquete.
Max, o mais alto, sorriu.
“Fecha a porta.”
Paola trancou. O cheiro de tesão já impregnava o ar.
Sem dizer nada, ela se ajoelhou no chão frio de azulejo. As mãos já vinham, puxando a blusa para cima, soltando os seios pesados. Oito paus ao redor do rosto dela. Grossos, finos, longos, curtos. Ela abriu a boca e engoliu o primeiro até a garganta, enquanto as mãos masturbavam outros dois.
Um deles puxou a saia dela para cima, expondo a bunda. Outro ajoelhou atrás e enfiou a língua fundo na buceta já escorrendo. Paola gemeu com o pau na boca, o som molhado ecoando nas paredes.
Eles se revezavam. Um metia fundo na garganta até ela engasgar e babar, outro enfiava dois dedos na buceta, outro apertava os seios até doer gostoso. Em pouco tempo ela estava de quatro no chão, saia erguida até a cintura, seios balançando.
O primeiro pau entrou nela com força. Paola gritou abafado, a boca já ocupada por outro. Empurravam forte, o som de pele batendo ecoando. Quando o primeiro gozou dentro, quente e farto, outro já tomava o lugar. Depois outro. Depois outro.
Ela perdeu a conta de quantas vezes gozou. As pernas tremiam, a buceta latejava, o rabo ardia de tanto tapa. Em certo momento estavam dois ao mesmo tempo: um na buceta, outro no cu, enquanto ela chupava um terceiro e masturbava dois com as mãos.
O boxe cheirava a sexo. Porra escorria pelas coxas dela, pingava no chão. Alguns gozavam na boca, outros nos seios, outros na bunda. Paola engolia o que conseguia, deixava o resto escorrer pelo queixo.
Quando o último finalmente gozou fundo dentro dela, Paola desabou de lado, ofegante, o corpo inteiro marcado de dedos e esperma. Os homens se arrumavam em silêncio, saindo um a um.
Max foi o último. Abaixou-se, limpou um pouco da porra do rosto dela com o polegar e colocou o dedo na boca dela.
“Mesmo horário, semana que vem?”
Paola sorriu, ainda de boca aberta, a voz rouca:
“Pode ser… mas traga mais dois.”
Ela se levantou, ajeitou a saia, sentiu a mistura quente escorrendo entre as pernas enquanto saía do banheiro. No espelho do corredor viu o rosto: boca inchada, batom borrado, olheiras de prazer. E sorriu.
No carro, abriu o D4Swing de novo.
Já tinha 47 mensagens novas.
Paola digitou, ainda com o gosto de porra na língua:
“Quem topa o próximo? Dessa vez quero dez.”