Ela tinha acabado de completar 18 anos quando começou o estágio. Magrinha, peitos pequenos e firmes que mal enchiam a mão, bunda redondinha e arrebitada que se movia de um jeito provocante mesmo quando ela tentava andar direito. O cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado, o uniforme social um pouco apertado demais nas curvas. O gerente se chamava Ricardo. Quarenta e poucos anos, casado, sempre de camisa social e olhar sério. No começo ela só o admirava de longe. Depois começou a perceber que ele também a olhava. Tudo começou numa sexta-feira, depois das sete. O escritório já estava vazio. Ela ficou até mais tarde “terminando um relatório”. Ele também. Quando ela entrou na sala dele para entregar o arquivo, Ricardo trancou a porta sem dizer nada. Olhou para ela de cima a baixo e falou, baixo: — Você sabe o que está fazendo, né? Ela engoliu em seco, mas não recuou. O coração batia forte. Em vez de negar, deu um passo à frente. — Sei. Ele puxou ela pela cintura e a beijou com força. A mão dele desceu pela bunda apertada da saia e apertou com vontade. Ela gemeu na boca dele. Em segundos a saia já estava subida, a calcinha de lado, e os dedos grossos dele entrando nela enquanto a pressionava contra a mesa. — Porra… tá molhada pra caralho — ele murmurou no ouvido dela. Ela só conseguiu responder com um gemido quebrado. Quando ele a virou de costas, abaixou a calça e enfiou de uma vez, ela soltou um grito abafado contra a mesa. A bunda dela batia contra o corpo dele a cada estocada. Os peitinhos pequenos balançavam levemente enquanto ele a fodia sem piedade. Naquela noite ela gozou duas vezes. Saiu do escritório com a calcinha encharcada no bolso da bolsa e a bunda latejando. Depois disso não teve mais volta. Nos dias seguintes ela começou a usar saias mais curtas. Às vezes sem calcinha. Quando ele a chamava na sala, já sabia o que ia acontecer. Ele a fazia ajoelhar debaixo da mesa e engolir o pau enquanto atendia ligações. Outras vezes a empurrava contra a janela do escritório, de frente para a cidade, e a comia por trás com a mão tapando a boca dela. Ela se transformou rápido. De estagiária tímida virou a putinha do gerente. Mandava fotos da buceta molhada no WhatsApp durante o expediente. Chegava cedo só para ele a usar antes de todo mundo chegar. Deixava ele gozar dentro, na cara, nos peitos pequenos… onde quisesse. Um dia ele a levou para o banheiro do escritório no horário de almoço. Trancou a porta, levantou a saia dela e a fodeu sentada na pia, olhando no espelho. — Olha pra você — ele falou, puxando o cabelo dela para trás. — Olha como você ficou. Uma puta safada. Uma estagiária que só serve pra levar pau. Ela olhou no espelho e se viu: boca aberta, olhos vidrados, peitos pequenos balançando, a bunda arrebitada sendo esmagada contra o corpo dele a cada socada. E respondeu, ofegante: — Sou… sou a sua putinha… Ele gozou fundo nela naquele dia. Ela saiu do banheiro com porra escorrendo pela coxa e um sorriso no rosto. No final do estágio, ela já não era mais a menina inocente que tinha entrado. Era a puta do gerente. E gostava tanto disso que, no último dia, se ajoelhou no meio da sala dele, olhou nos olhos dele e pediu: — Me usa uma última vez… bem forte. Quero sair daqui sentindo que ainda sou sua. Ricardo sorriu, puxou o cabelo dela e a enfiou de quatro no sofá. E ela gozou gritando, como a putinha safada que tinha se tornado.
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