Quatro rapazes jogando beach tennis. Todos entre vinte e vinte e cinco anos, corpos queimados de sol, short curto, suor escorrendo no peito. Um era negro, alto, ombros largos. Outro moreno, sorriso fácil. O terceiro loiro de olho claro. O quarto, o mais baixo, mas com as pernas e os braços de quem malhava sério. Paola passou devagar. O negro parou a bolinha no ar e a encarou sem disfarçar.
— E aí, gostosa. Tá sozinha?
Ela parou. Sorriu de lado.
— Depende.
Dez minutos depois os cinco estavam andando pela orla. Vinte minutos depois já estavam na Restinga, longe das vistas, entre os arbustos baixos e a areia quente. O negro puxou Paola pela cintura e beijou sua boca com força. Os outros cercaram. Mãos em todo lugar: no peito, na bunda, entre as pernas. O short foi descido. A calcinha foi rasgada. Quatro pares de mãos abriram ela.
O primeiro a enfiar foi o moreno. Deitou Paola na areia e meteu de uma vez, fundo, sem carinho. Ela gritou contra a mão do loiro, que já tinha o pau na boca dela. O negro se ajoelhou ao lado e empurrou o pau grosso na outra mão de Paola. O quarto só assistia no começo, batendo punheta, esperando a vez.
Eles trocaram rápido. Um gozava e outro já entrava. Paola foi virada de quatro. O negro enfiou no cu sem avisar, cuspido só uma vez, e fodeu com força enquanto o loiro metia na buceta ao mesmo tempo. Ela estava sendo arrombada pelos dois buracos, a areia grudando no suor, os gemidos abafados pelo pau que enchia sua boca.
— Porra, a casada tá aguentando os quatro — riu o moreno, filmando com o celular. — Olha o estado do cu dela.
Paola gozou ali mesmo, sendo penetrada dos dois lados. O corpo inteiro tremeu. Eles não pararam. O loiro tirou o pau da buceta e enfiou no cu ainda ocupado pelo negro, forçando os dois juntos por alguns segundos. Paola gritou de verdade, as unhas cavando a areia. Quando o segundo pau saiu, o cu dela ficou aberto, redondo, latejando.
O quarto finalmente entrou. Fodeu a buceta com raiva, segurando o cabelo dela como rédea, enquanto os outros gozavam no rosto, nos peitos, nas costas. Um deles ainda meteu de novo no cu e gozou fundo, empurrando a porra pra dentro. Outro encheu a buceta. O terceiro gozou na boca e fez ela engolir. O negro, o último, puxou o pau do cu dela, gozou no rostinho sujo e espalhou com a cabeça do pau.
Quando terminaram, Paola estava deitada de lado na areia, as pernas abertas, o cu arrombado e escorrendo, a buceta vermelha e cheia, o corpo coberto de marcas de mão, chupões e tapa. Areia grudada na porra. O cabelo embaraçado. A boca inchada.
Ela pegou o celular com a mão trêmula e ligou pra Roberto, colocando no viva-voz.
A voz saiu rouca, quebrada, enquanto ainda sentia a porra escorrer:
— Amor… eu dei pra quatro… aqui na Restinga… eles me comeram inteira… o cu tá arrombado… a buceta tá cheia… eu tô toda marcada… e eu quero mais…
Roberto respirou fundo do outro lado.
— Quantos gozaram dentro?
— Três… dois no cu… um na buceta… o outro na boca… eu engoli… Roberto… eu tô destruída… e tô pedindo mais…
Um dos rapazes, o negro, se ajoelhou de novo entre as pernas dela e enfiou dois dedos no cu aberto, mexendo a porra.
— Fala pra ele que a gente ainda não terminou — mandou.
Paola gemeu, a voz saindo embargada:
— Eles ainda não terminaram… um tá mexendo no meu cu agora… eu quero que eles me comam de novo… eu quero voltar pra casa ainda pior…
Roberto falou baixo, a voz já de corno assumido:
— Deixa. Deixa eles te usarem até não aguentar mais. Depois volta. Eu quero te ver assim. Eu quero chupar tudo o que eles deixaram.
Paola sorriu, a boca suja, e abriu mais as pernas pro negro, que já estava duro de novo.
— Ouve, marido… — ela gemeu alto quando o pau grosso entrou no cu pela segunda vez. — Eu quero mais… eu quero que eles me destroçem… e eu vou chegar em casa pedindo o quinto, o sexto… porque eu virei uma puta de verdade…
Os quatro riram. E recomeçaram.
Quando Paola finalmente saiu da Restinga, horas depois, andava torto. O short estava manchado por dentro. O cu latejava aberto. A buceta escorria. O corpo inteiro doía de marca. No caminho de casa ela ainda mandava áudio pra Roberto, a voz rouca de tanto gemer:
“Tô voltando… toda fodida… cu arrombado… buceta cheia… e eu já tô pensando em voltar amanhã… porque eu quero mais…”
