Duas semanas depois da primeira grande festa, Cris e Roberto foram convidados para uma segunda edição ainda mais pesada. Dessa vez, o local era um sítio maior e mais isolado, e o público era diferente: só membros solteiros da igreja (jovens adultos entre 20 e 35 anos), mais algumas viúvas, divorciadas e duas pastoras solteiras — a Pastora Raquel (38 anos, corpo voluptuoso) e a Pastora Lívia (34 anos, magra e safada).
A regra da festa era clara e explícita:
- As meninas que ainda eram virgens (havia quatro) só podiam dar o cu, para “preservar a virgindade vaginal”.
- O foco principal era sexo anal intenso e sem limites.
Assim que chegaram, o clima já estava quente. Música alta, luzes vermelhas, colchões e sofás espalhados pela enorme sala de festas. Cris logo se destacou. Ela vestia apenas um shortinho jeans minúsculo e um top que mal cobria os seios.
Roberto foi colocado novamente numa cadeira de observação, dessa vez com as mãos livres, mas com ordem expressa de Cris:
— Você só pode gozar se eu permitir. E hoje você também vai dar o rabo.
A festa explodiu rapidamente.
Cris foi uma das primeiras a ser levada para o centro. Três rapazes solteiros a colocaram de quatro. Um meteu na buceta, outro no cu, e o terceiro na boca. Ela gemia alto enquanto era arrombada nos três buracos.
— Mais fundo no cu! Quero sentir vocês me rasgando! — gritava ela.
As quatro virgens foram colocadas lado a lado, de quatro, bundas empinadas. Elas só recebiam no cu. Os machos faziam fila, passando lubrificante e metendo devagar no começo, depois com força. Os gemidos misturados de dor e prazer enchiam o ambiente. Uma delas, a jovem Ana Clara (22 anos), choramingava enquanto um pau grosso entrava pela primeira vez no seu cuzinho virgem:
— Ai… tá tão grande… mas não para… me fode o cu!
Cris, completamente viciada, dava o cu para todo mundo que quisesse. Em determinado momento, estava sentada no colo de um rapaz, quicando no pau enterrado no cu, enquanto outro metia na buceta dela. Porra escorria dos dois buracos.
Roberto assistia tudo com o pau duro. Mas a maior humilhação veio no meio da madrugada.
As duas pastoras, Raquel e Lívia, se aproximaram dele. As duas estavam nuas, com strapons grossos (um preto de 22cm e outro rosado de 18cm).
— Hoje o corno manso também vai dar o rabo pra igreja — disse Pastora Raquel, sorrindo.
Cris se aproximou, segurou a cabeça do marido e ordenou:
— De quatro, Roberto. Empina esse cu pra elas.
Ele obedeceu, tremendo de vergonha e tesão. As mulheres riram enquanto passavam lubrificante no cu dele. Pastora Lívia foi a primeira: enfiou o strapon devagar, depois começou a meter com força, segurando os quadris dele.
— Olha como o diácono gosta de levar no cu… — provocava ela, dando tapas fortes na bunda dele.
Depois foi a vez da Pastora Raquel, que metia mais bruto, fazendo Roberto gemer alto. Enquanto uma fodia ele, a outra enfiava o strapon na boca dele, fazendo ele chupar.
Cris filmava tudo de perto, masturbando-se:
— Isso, meu corno… dá o cu pras pastoras da igreja. Você é mais putinha que eu!
Os outros participantes pararam para assistir o show: Roberto sendo arrombado pelas duas pastoras enquanto sua esposa gritava de tesão. Depois de foderem ele por quase meia hora, as pastoras tiraram os strap-ons e mandaram ele limpar com a boca.
Enquanto isso, a festa continuava selvagem ao redor:
- Cris foi dupla analizada por dois rapazes ao mesmo tempo, gritando de prazer.
- As virgens tinham os cuzinhos vermelhos e escorrendo porra.
- Vários casais e trios faziam sexo anal em todos os cantos da casa.
No final da madrugada, Cris chamou todos para o gran finale. Ela se deitou de pernas e braços abertos no colchão principal. Mais de 12 homens gozaram dentro e em cima dela, enchendo especialmente o cu. Depois, sentou-se no rosto de Roberto e fez ele limpar tudo — buceta, cu, coxas —, engolindo litros de porra alheia enquanto as pastoras e as outras mulheres riam e aplaudiam.
Quando voltaram para casa, ao amanhecer, Roberto mal conseguia sentar. O cu dele latejava, assim como o de Cris.
— Você gostou de dar o rabo pras pastoras, né, meu putinho? — perguntou ela, dirigindo.
— Gostei… — confessou Roberto, envergonhado. — Quero mais.
Cris sorriu, satisfeita:
— Ótimo. Porque a próxima festa vai ser ainda maior.