Paola e o Uber


Paola saiu do escritório às dezenove e meia, o salto alto batendo no asfalto quente. O dia tinha sido longo, a calcinha já estava um pouco úmida só de imaginar o que Roberto ia pedir quando ela chegasse. Ela abriu o aplicativo, pediu o Uber e esperou na calçada.

O carro parou. Um Corolla preto. O motorista desceu pra abrir a porta traseira e Paola travou um segundo.

Ele era alto, uns trinta e poucos, pele morena, braços marcados, barba bem feita e um sorriso liso que não tentava esconder nada. Camisa preta arremangada, o cheiro de perfume bom misturado com um pouco de suor. Olhou pra ela de cima a baixo sem disfarçar.

— Boa noite. Paola, né?

A voz era grave. Ela entrou no banco de trás e respondeu só com a cabeça. O carro andou. No segundo semáforo ele olhou pelo retrovisor.

— Você tá com cara de quem teve um dia pesado… ou de quem tá precisando de uma fodida.

Paola sentiu o calor subir pelo pescoço. Não respondeu. Só cruzou as pernas com mais força. O motorista sorriu de canto e continuou dirigindo em silêncio por mais alguns minutos. Quando parou no sinal seguinte, falou de novo, mais baixo:

— Eu tenho um apartamento a dez minutos daqui. Se você quiser descer do carro e subir comigo, eu te fodo até você esquecer o nome do marido.

O coração de Paola disparou. A buceta latejou dentro da calcinha. Ela olhou pela janela, respirou fundo e falou, a voz já rouca:

— Me leva.

Ele não perguntou mais nada. Desviou a rota. Em doze minutos estavam no elevador de um prédio simples. No corredor ele já meteu a mão por baixo do vestido dela, apertou a bunda e puxou a calcinha pro lado. Dois dedos entraram fáceis. Paola gemeu contra a porta do apartamento enquanto ele abria a fechadura.

A porta bateu. Ele a empurrou contra a parede, puxou o vestido pra cima, ajoelhou e chupou a buceta por cima da calcinha molhada. Depois rasgou o tecido fino e enterrou a língua. Paola segurou a cabeça dele, as unhas no cabelo curto, gemendo alto demais pro corredor.

— Porra… você já tá escorrendo.

Ele levantou, abriu a calça e o pau saltou grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando. Paola nem esperou. Ajoelhou, engoliu até a base de uma vez só, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo. Ele segurou o cabelo dela e fodeu a boca com vontade, sem pena.

— Isso. Chupa o pau do Uber, putinha casada.

Depois a levantou, virou de frente pra parede e enfiou de uma vez. Paola gritou. O pau era mais grosso que o do Roberto, entrava abrindo tudo. Ele meteu forte, segurando a cintura dela, as bolas batendo na buceta. A cada estocada Paola gemia mais alto.

Foi aí que ela pegou o celular com a mão trêmula e ligou pra Roberto.

Ele atendeu na segunda chamada.

— Amor?

A voz de Paola saiu cortada, ofegante, enquanto o Uber continuava metendo fundo:

— Roberto… eu tô sendo fodida… por outro homem…

Silêncio de dois segundos do outro lado. Depois a respiração dele mudou.

— Onde você tá?

— No apartamento dele… ele é o Uber… eu desci do carro e subi… ele tá me comendo agora… o pau dele é grosso pra caralho… tá abrindo minha buceta toda…

O Uber riu baixo atrás dela e meteu mais forte, fazendo o celular quase cair da mão de Paola.

— Fala pra ele, mandou o motorista. Fala que você é uma puta casada sendo arrombada por um desconhecido.

Paola obedeceu, a voz embargada de tesão e vergonha misturados:

— Eu sou uma puta casada… tô dando pra um desconhecido… ele tá me fodendo tão fundo… Roberto… eu tô gozando…

Ela gozou naquela estocada, a buceta apertando o pau grosso, as pernas tremendo. Roberto do outro lado da linha só respirava pesado. Paola continuou falando, enquanto o homem a virava de frente, a levantava no colo e enfiava de novo, agora olhando nos olhos dela:

— Ele me pegou no colo… tá me comendo em pé… eu tô sentindo ele latejar dentro… Roberto… eu nunca tinha dado pra um Uber… eu tô adorando… quero que ele goze dentro…

O motorista mordeu o pescoço dela e falou alto o bastante pra o telefone captar:

— Fala que você quer a porra do corno escorrendo da sua buceta quando chegar em casa.

Paola gemeu, a boca colada no celular:

— Eu quero… quero chegar em casa com a porra dele escorrendo… quero que você chupe… quero que você sinta o gosto de outro macho na sua esposa…

O Uber a jogou na cama, abriu as pernas até quase rachar e fodeu sem dó. Paola gritou o nome dele (que ela nem sabia) e o de Roberto ao mesmo tempo. Quando o homem gozou, gozou fundo, pulsando dentro dela, enchendo tudo. Paola sentiu o calor subir e escorrer pela bunda.

Ela ainda com o pau dele dentro, ofegante, falou no telefone:

— Ele gozou… tá escorrendo… Roberto… eu tô cheia… eu vou voltar pra casa assim…

A voz do marido saiu rouca, quase irreconhecível:

— Volta. Agora. Eu quero te ver assim. Eu quero te chupar assim. Eu quero foder minha esposa com a porra de outro homem ainda dentro.

Paola sorriu, a boca inchada, o corpo mole.

— Tô indo, corno. Tô indo.

O Uber tirou o pau devagar, olhou a buceta aberta e suja e deu um tapa leve na coxa dela.

— Qualquer dia você pede Uber de novo. Eu atendo.

Paola se vestiu como pôde, a calcinha rasgada no bolso da bolsa, o vestido torto, a porra escorrendo pela coxa a cada passo. No elevador já estava ligando de novo pra Roberto, só pra ele ouvir o barulho molhado enquanto ela andava.

Quando chegou em casa, a porta estava aberta. Roberto a esperava de joelhos na entrada.

E Paola nem tirou o vestido. Só abriu as pernas.

Foto 1 do Conto erotico: Paola e o Uber

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Ficha do conto

Foto Perfil casalsafadinhos1010
casalsafadinhos1010

Nome do conto:
Paola e o Uber

Codigo do conto:
268816

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
31/07/2026

Quant.de Votos:
1

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