Cris percebeu que Roberto tinha chegado ao fundo do poço da submissão. Ele já não resistia a nada. Uma noite, depois de mais uma sessão intensa com o grupo, ela decidiu dar o próximo passo.
Enquanto os cinco jovens estavam sentados no sofá, suados e com os paus ainda semi-duros, Cris puxou Roberto pela coleira que tinha colocado nele (um presente recente) e o colocou de joelhos no centro da sala.
— Hoje você vai aprender a servir de verdade, meu corno. Não é só limpando. Você vai chupar cada um deles.
Roberto arregalou os olhos, mas o pau dele traiu o desejo: ficou imediatamente duro.
— Eu… eu nunca fiz isso — murmurou.
— Pois vai aprender agora. Abre a boca.
Lucas foi o primeiro. Cris segurou a cabeça do marido e aproximou o pau grosso e ainda melado de porra e suco da boceta dela contra os lábios de Roberto.
— Chupa, corno. Chupa o pau que fode sua mulher.
Roberto abriu a boca tremendo. Lucas enfiou devagar, sentindo a língua desajeitada do corno. Cris ria, gravando tudo no celular.
— Isso… engole mais fundo. Olha como ele parece uma vadiazinha.
Aos poucos, Roberto foi pegando o jeito. Chupava Lucas com vontade, babando muito, enquanto Cris o incentivava:
— Olha pra cima, olha no olho dele enquanto chupa. Mostra que você respeita o macho que me fode.
Mateus e João vieram em seguida. Roberto alternava entre os três paus, chupando um enquanto masturbava os outros dois. Os gêmeos Pedro e Tiago riam e batiam no rosto dele com os paus.
— Quem diria… o diácono Roberto agora é boiola chupador de pau — zombavam eles.
Cris estava extremamente excitada. Ela se masturbava assistindo o marido sendo humilhado.
— Agora o próximo nível, amor. Hoje você vai dar o cuzinho pra eles. Vai virar a putinha da casa de verdade.
Roberto hesitou por um segundo, mas Cris deu um tapa forte na cara dele:
— Você pediu pra eu ficar com outros na sua frente. Agora obedece.
Eles colocaram Roberto de quatro no tapete da sala, bem ao lado de Cris, que se sentou no sofá para assistir de perto. Lucas passou lubrificante no cu virgem do corno e começou a forçar a entrada.
— Aaahhh… devagar… — gemeu Roberto, sentindo o pau grosso abrindo ele.
Cris segurou a cabeça do marido contra sua buceta enquanto Lucas metia.
— Chupa minha buceta enquanto leva no cu, corno. Isso é o que você merece.
Lucas fodeu Roberto com estocadas firmes, cada vez mais fundo. Depois foi a vez de Mateus, que metia mais bruto. Os gêmeos foderam ele juntos: um no cu e o outro na boca, transformando Roberto num sanduíche humano.
Cris filmava tudo, gemendo de tesão:
— Olha como meu marido vira putinha gostoso… Goza dentro dele, meninos. Quero ver porra escorrendo do cu dele.
Um por um, os cinco gozaram dentro do cu de Roberto. Quando o último terminou, o corno estava destruído: cu vermelho e aberto, porra escorrendo pelas coxas, rosto babado e olhos vidrados.
Cris mandou ele se virar de costas, abriu as nádegas dele e fez questão de mostrar o cu arrombado.
— Olha o que fizeram com você… Agora limpa todos os paus com a boca.
Exausto e completamente submisso, Roberto chupou cada pau novamente, limpando o próprio cu e a porra deles.
No final da noite, Cris deitou ao lado dele no chão, acariciando seu cabelo enquanto ele tremia.
— Você gostou, né? De agora em diante, sempre que eu trouxer alguém, você vai chupar antes, vai dar o cu depois, e ainda vai limpar tudo. Você não é mais homem. É minha putinha corna também.
Roberto, com a voz rouca, respondeu:
— Sim, senhora… eu sou a putinha de vocês.
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A humilhação tinha atingido um novo patamar. Roberto agora servia não só como limpador, mas como brinquedo sexual completo para os amantes da esposa.

