Na quarta noite, o Cabaré Inferno estava especialmente cheio. O garçom principal, Marcos, um homem de 32 anos, magro e sempre sorridente, finalmente tomou coragem. Ele era casado há seis anos com Letícia, uma morena de 27 anos, corpo escultural, bunda grande, peitos firmes e uma cara de safada que deixava qualquer um louco. Há meses ele fantasiava com aquilo. Depois de muito conversar (e foder bastante enquanto falavam), Letícia topou. — Tá bom, amor. Vou trabalhar lá com você. Mas não quero frescura. Se eu quiser dar pra alguém, vou dar. E você vai só olhar. Marcos concordou, pau duro só de imaginar. Naquela noite, Letícia chegou arrasando. Vestido preto curtíssimo, decote até o umbigo, sem sutiã e sem calcinha. O cabelo solto e batom vermelho. Assim que entrou no cabaré, todos os olhares foram pra ela. Rose e Amanda, que já estavam no meio do salão, sorriram ao ver a novata. Marcos servia as mesas, mas não conseguia tirar os olhos da esposa. Logo no primeiro cliente, Letícia não perdeu tempo. Um homem de terno, uns 50 anos, rico, chamou ela pra um dos reservados. Marcos, fingindo arrumar as garrafas ali perto, ficou espiando pela cortina entreaberta. Letícia sentou no colo do homem, beijou ele com língua, e em poucos minutos já estava de quatro no sofá. O cliente metia nela com força, segurando o cabelo. Letícia gemia alto, sem vergonha: — Mais forte… me fode como uma puta! Marcos sentia o pau latejar dentro da calça enquanto via a esposa sendo arrombada. O homem gozou dentro dela e saiu. Letícia mal teve tempo de se limpar — outro cliente já chegou. Dessa vez era um cara mais jovem. Letícia chupou ele ali mesmo, ajoelhada, olhando direto pro marido escondido. Engolia fundo, babando, enquanto Marcos quase gozava só de olhar. Rose se aproximou de Marcos por trás e sussurrou no ouvido dele: — Tá gostando de ver sua mulher virando puta da Zona, né? Ele só conseguiu balançar a cabeça, vermelho de tesão. Mais tarde, a coisa ficou ainda mais pesada. Letícia foi pro centro do salão e dançou no pole dance improvisado. Dois clientes subiram com ela. Um meteu na buceta enquanto ela chupava o outro. Letícia gritava de prazer, corpo brilhando de suor. Gozo escorria pelas coxas dela enquanto o terceiro cliente esperava a vez. Amanda se juntou à brincadeira. As duas se beijaram enquanto eram comidas lado a lado. Letícia olhou pra Marcos, que agora estava bem visível, e sorriu safada enquanto levava rola. — Vem ver de perto, amor… olha como sua esposa tá sendo bem comida. Marcos se aproximou. Letícia pegou a mão dele e colocou no próprio peito enquanto outro pau entrava fundo nela. Ele sentiu o coração da esposa disparado, o corpo tremendo de tanto gozo. A noite terminou com Letícia deitada num sofá, pernas abertas, sendo usada por mais três homens. Marcos ficou o tempo todo ao lado, segurando a mão dela, vendo cada estocada, cada gemido, cada vez que ela recebia porra na boca, na cara ou dentro da buceta. Quando finalmente voltaram pra casa de manhã, Letícia estava destruída, mas feliz. Sentada no banco do carona, pernas abertas, gozo ainda escorrendo, ela olhou pro marido: — Amanhã eu quero mais… e quero que você me grave. Marcos, pau duro o caminho inteiro, só respondeu: — Pode deixar, amor. Na Zona, mais uma ninfomaníaca havia nascido.
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