Festa no sitio

Algumas semanas depois que Roberto se entregou completamente — chupando paus e dando o cu para os amantes da esposa —, o casal descobriu um segredo chocante que mudaria tudo.
Durante uma conversa reservada com o Pastor Marcos, Cris ficou sabendo que boa parte dos casais “mais fervorosos” da igreja praticavam swing há anos. Eram festinhas discretas em sítios alugados nos finais de semana, longe da cidade. Pastores, diáconos, líderes de louvor, professoras da escola dominical… todos envolvidos. A igreja, por fora, era santa. Por dentro, era uma verdadeira putaria organizada.
— Vocês dois estão prontos para o próximo nível? — perguntou o Pastor Marcos com um sorriso safado. — Tem uma festa grande esse sábado no sítio do irmão Samuel. Só casais selecionados. Querem ser convidados?
Cris olhou para Roberto, que baixou a cabeça, vermelho de vergonha e tesão.
— Queremos sim, Pastor — respondeu ela por ele. — Meu corno manso vai adorar assistir.
No sábado à noite, eles chegaram ao sítio grande e isolado. Havia cerca de 18 casais, todos membros da igreja. Assim que entraram na enorme casa de festas, as máscaras de santidade caíram. Mulheres casadas andavam seminuas, homens já com paus para fora. A música gospel tocava baixo ao fundo, mas os gemidos já ecoavam.
Cris, vestindo um vestido curto e decotado, logo chamou atenção. O Pastor Marcos anunciou em voz alta:
— Irmãos, essa é a Cris, esposa do diácono Roberto. Ela e o marido entraram de vez no nosso círculo. Hoje ela vai ser o centro da festa.
Os olhares famintos se voltaram para ela. Roberto foi colocado numa cadeira especial ao lado do “trono” improvisado (um grande colchão no centro da sala), com as mãos amarradas nos braços da cadeira para ele não se tocar.
Cris começou tirando o vestido devagar. Logo estava nua no meio de todos. O primeiro a avançar foi o Pastor Daniel, que a beijou com força enquanto enfiava os dedos nela. Depois veio o Pastor Marcos, que a colocou de quatro e meteu na buceta na frente de todos — inclusive das próprias esposas deles, que assistiam excitadas.
— Olha como a esposa do Roberto é gulosa… — comentavam as mulheres.
Cris foi passada de mão em mão. Deu para quase todos os homens presentes:

Foi duplamente penetrada pelos dois pastores enquanto chupava outro diácono.
Levou no cu de um líder de louvor enquanto a esposa dele segurava suas pernas abertas.
Sentou no pau de um professor da escola dominical e quicou enquanto outro enfiava na boca.
Foi comida de pé, contra a parede, por vários ao mesmo tempo.

Os gemidos dela enchiam o salão:
— Me fode! Me usa! Sou a puta da igreja! Roberto, olha como eles me comem melhor que você!
Roberto assistia tudo, pau latejando, enquanto as esposas dos outros riam dele e faziam comentários humilhantes:
— Coitado… olha como ele baba assistindo a mulher dele virar vadia coletiva.
Depois de mais de duas horas sendo usada sem parar, Cris estava destruída: cabelo desgrenhado, corpo marcado de chupões e tapas, buceta e cu vermelhos e escancarados, pingando porra de mais de 12 homens diferentes.
Ela caminhou até Roberto, sentou-se no colo dele (de lado, para ele sentir o calor e a umidade) e abriu bem as pernas na frente de todos.
— Hora do seu serviço, corno manso. Limpa o centro da sua mulher.
Roberto, ainda amarrado na cadeira, foi obrigado a se inclinar. Cris segurou a cabeça dele e pressionou a buceta melada contra sua boca. Porra grossa e quente escorria direto na língua dele. Ele lambia, sugava e engolia tudo enquanto os casais assistiam e aplaudiam.
— Isso, lambe tudo! Engole a porra dos irmãos da igreja! — ordenava Cris, esfregando o clitóris inchado no rosto dele.
Depois ela virou de costas, abriu as nádegas e fez ele limpar também o cu arrombado, enfiando a língua fundo para tirar cada gota.
Quando terminou, o rosto de Roberto estava brilhando, completamente coberto de porra alheia. Cris o beijou na boca, provando o gosto de todos os machos.
— Parabéns, meu amor. Agora você é oficialmente o corno oficial da igreja.
A festa continuou madrugada adentro. Cris ainda deu para mais alguns, enquanto Roberto era obrigado a servir bebidas, segurar pernas das outras mulheres e, em alguns momentos, chupar os paus dos homens para deixá-los duros novamente antes de foderem sua esposa.
No carro, voltando para casa ao amanhecer, Cris dirigia com uma mão na buceta ainda melada enquanto Roberto, exausto no banco do passageiro, só conseguia dizer:
— Obrigado por me deixar assistir… e por me deixar limpar.
Cris sorriu, satisfeita:
— Isso é só o começo, corno. Todo final de semana agora tem festa no sítio. E você vai servir a todos.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Festa no sitio

Codigo do conto:
267784

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
20/07/2026

Quant.de Votos:
3

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