Foi duplamente penetrada pelos dois pastores enquanto chupava outro diácono.
Levou no cu de um líder de louvor enquanto a esposa dele segurava suas pernas abertas.
Sentou no pau de um professor da escola dominical e quicou enquanto outro enfiava na boca.
Foi comida de pé, contra a parede, por vários ao mesmo tempo.
Os gemidos dela enchiam o salão:
— Me fode! Me usa! Sou a puta da igreja! Roberto, olha como eles me comem melhor que você!
Roberto assistia tudo, pau latejando, enquanto as esposas dos outros riam dele e faziam comentários humilhantes:
— Coitado… olha como ele baba assistindo a mulher dele virar vadia coletiva.
Depois de mais de duas horas sendo usada sem parar, Cris estava destruída: cabelo desgrenhado, corpo marcado de chupões e tapas, buceta e cu vermelhos e escancarados, pingando porra de mais de 12 homens diferentes.
Ela caminhou até Roberto, sentou-se no colo dele (de lado, para ele sentir o calor e a umidade) e abriu bem as pernas na frente de todos.
— Hora do seu serviço, corno manso. Limpa o centro da sua mulher.
Roberto, ainda amarrado na cadeira, foi obrigado a se inclinar. Cris segurou a cabeça dele e pressionou a buceta melada contra sua boca. Porra grossa e quente escorria direto na língua dele. Ele lambia, sugava e engolia tudo enquanto os casais assistiam e aplaudiam.
— Isso, lambe tudo! Engole a porra dos irmãos da igreja! — ordenava Cris, esfregando o clitóris inchado no rosto dele.
Depois ela virou de costas, abriu as nádegas e fez ele limpar também o cu arrombado, enfiando a língua fundo para tirar cada gota.
Quando terminou, o rosto de Roberto estava brilhando, completamente coberto de porra alheia. Cris o beijou na boca, provando o gosto de todos os machos.
— Parabéns, meu amor. Agora você é oficialmente o corno oficial da igreja.
A festa continuou madrugada adentro. Cris ainda deu para mais alguns, enquanto Roberto era obrigado a servir bebidas, segurar pernas das outras mulheres e, em alguns momentos, chupar os paus dos homens para deixá-los duros novamente antes de foderem sua esposa.
No carro, voltando para casa ao amanhecer, Cris dirigia com uma mão na buceta ainda melada enquanto Roberto, exausto no banco do passageiro, só conseguia dizer:
— Obrigado por me deixar assistir… e por me deixar limpar.
Cris sorriu, satisfeita:
— Isso é só o começo, corno. Todo final de semana agora tem festa no sítio. E você vai servir a todos.