Ela tinha 19 anos e se chamava Lara. Casada há oito meses com Ricardo, 34 anos, um engenheiro quieto, de corpo magro e mãos calejadas. Ele a conheceu quando ela ainda estava no último ano do ensino médio, esperou a maioridade e casou rápido. A casa era pequena, num bairro longe do centro, e a rotina era simples: ele saía cedo, ela ficava, assistia série, fazia faculdade online e esperava o marido voltar. Lara era baixinha, peitos firmes de quem ainda não tinha amamentado, bunda redonda e cintura fina. Cabelo preto longo, olhos grandes e uma boca carnuda que Ricardo adorava beijar. No começo do casamento ela ainda era tímida. Fazia sexo de luz apagada, de quatro ou de lado, sempre com ele por cima. Gemia baixo, pedindo desculpa depois se gozava forte demais. Tudo mudou num sábado à noite. Ricardo estava num congresso em outra cidade. Ia voltar só na segunda. Lara ficou sozinha. Às onze da noite, entediada, abriu um app de encontros anônimos. Colocou uma foto só da boca e dos seios apertados num top preto. Escreveu: “Casada, 19, marido viajando. Quero ser usada por desconhecidos. Sem nome, sem conversa. Só foder.” Em vinte minutos já tinha três matches. Aceitou o primeiro. O cara chegou em menos de meia hora. Alto, barba por fazer, cheiro de cigarro e suor. Entrou sem falar quase nada. Lara estava de shortinho e camiseta larga. Ele puxou o short pelo meio das pernas, rasgou a calcinha e enfionou dois dedos nela ainda na sala. Ela estava molhada. Ele riu baixo. — Porra, putinha casada já tá escorrendo. Empurrou ela de quatro no sofá. Enfiou o pau grosso de uma vez só. Lara mordeu o braço do sofá para não gritar. Ele fodeu rápido, seco, segurando o cabelo dela como se fosse rédea. Quando gozou, gozou dentro. Puxou o pau e esfregou a cabeça na bunda dela, espalhando porra. — Próximo, disse ele, e foi embora. Lara ainda estava com a porra escorrendo pela coxa quando o segundo chegou. Esse era mais velho, uns quarenta, barriga, pau curto e grosso. Fez ela chupar até quase vomitar, depois deitou no sofá e mandou ela montar. Segurou as tetas dela com força enquanto ela rebolava. Quando gozou, gritou “toma, vadia” e encheu a buceta de novo. O terceiro não veio sozinho. Trouxe um amigo. Lara abriu a porta e viu dois homens. Um negro alto, o outro branco magro. Ela engoliu seco, mas abriu mais a porta. Eles entraram. A noite inteira foi assim. Um fodia a boca enquanto o outro arrombrava a buceta. Depois trocaram. Depois os dois juntos, um em cada buraco. Lara nunca tinha feito anal. O negro enfiou devagar no começo, depois começou a bater forte. Ela chorava de dor e prazer misturado, babando no pau do outro. Quando terminaram, a buceta e o cu dela estavam abertos, vermelhos, pingando porra dos dois. Eles foram embora às cinco da manhã. Lara ficou no chão da sala, pernas abertas, olhando para o teto. O cheiro de sexo e suor estava em tudo. Ela não lavou. Foi dormir assim. No domingo acordou doendo. Tomou banho só porque precisava. Mas a memória não saía. À noite abriu o app de novo. Dessa vez veio um grupo. Quatro homens. Ela mandou a localização e a senha do portão. Eles chegaram em dois carros. Lara abriu a porta de roupão. O roupão caiu no chão em segundos. Foi a noite mais pesada. Um dela no sofá, outro no chão, outro na cozinha, outro no quarto. Ela foi passada de mão em mão. Um gozava na boca e o próximo já enfiava. Um deles filmou. Outro gravou áudio dela pedindo mais. No final ela estava de joelhos no meio da sala, rosto coberto de porra, peitos marcados de mão, buceta e cu abertos e inchados. Um deles ainda enfiou o celular nela e filmou por dentro, rindo. — Olha o estado da esposa do cara. Lara só gemia. Na segunda-feira Ricardo voltou. Entrou em casa e sentiu o cheiro. Não era perfume. Era sexo. Sexo forte, de vários. Ele encontrou a calcinha rasgada no sofá. A camisinha usada no lixo da cozinha. E no espelho do banheiro, escrito com batom: “Sua mulher é uma puta”. Lara estava no quarto, deitada de lado, de short e camiseta. Quando ele abriu a porta, ela não se mexeu. Ricardo ficou em pé olhando. O coração batia forte. Raiva, nojo… e outra coisa. Uma coisa quente e suja que subiu pela barriga. — Quantos? perguntou, voz baixa. Lara olhou para ele. Os olhos estavam cansados, mas sem arrependimento. — Perdi a conta. Ele se aproximou. Puxou o short dela. A calcinha estava suja de ressecado. A buceta ainda estava inchada, avermelhada. Ele enfiou dois dedos. Ela estava molhada de novo. — Você gosta, não gosta? de ser usada assim. Lara engoliu. — Gosto. Ricardo tirou o cinto. Abriu a calça. O pau estava duro como nunca. Ele se ajoelhou entre as pernas dela e enfiou de uma vez. Fodeu forte, olhando no olho dela. — Conta. Conta o que fizeram com você. Lara contou. Detalhe por detalhe. Os pauzões, a porra dentro, o anal, os quatro homens, o celular filmando por dentro. A cada frase Ricardo fodia mais forte. Quando ela descreveu o negro arrombando o cu dela enquanto o outro gozava na boca, ele gozou. Gozou fundo, gemendo alto, a cara colada no pescoço dela. Depois ficou em silêncio. Ainda dentro dela. — Não para, disse ele, finalmente. Continua. Quero que continue. Quero que me conte tudo. Quero ver. Lara sorriu pela primeira vez. Nas semanas seguintes a rotina mudou. Ricardo ainda saía para trabalhar. Mas agora Lara abria o app quase todo dia. Às vezes um. Às vezes três. Às vezes um casal. Ricardo pedia para ela deixar a porta aberta. Às vezes chegava no meio. Ficava na porta do quarto assistindo. Outras vezes entrava e chupava a buceta dela enquanto outro homem fodia a boca. Outras vezes só filmava. Uma sexta-feira ela trouxe cinco. Ricardo chegou do trabalho e encontrou a mulher no meio da sala, de quatro, sendo arrombada por dois ao mesmo tempo enquanto outros três esperavam a vez, masturbando. Ele tirou a roupa, se ajoelhou na frente dela e enfiou o pau na boca suja de porra. Lara engolia tudo, olhando para ele com os olhos marejados de prazer. No final da noite ela estava no chão, corpo coberto de marca, porra escorrendo de todos os buracos. Ricardo se deitou ao lado, passou a mão na bunda aberta dela e sussurrou: — Você é minha puta agora. Minha esposa puta. E eu adoro. Lara virou o rosto e beijou ele, boca ainda com gosto de vários homens.
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