Paola estava sozinha na lanchonete, sentada no balcão, comendo um lanche de forma distraída. A calça justa marcava a bunda, a blusa leve deixava o decote à mostra. Ela olhava de canto de olho para um rapaz mais novo, de uns vinte e poucos anos, que a observava desde que entrara. Quando os olhares se cruzaram, ela passou a língua no lábio inferior e fez um gesto discreto com a cabeça, apontando para o fundo, onde ficavam os banheiros.
O rapaz se levantou quase na hora. Paola levantou também, pagou a conta sem pressa e caminhou até a porta dos fundos. O coração batia forte, a buceta já molhada só de imaginar o que vinha.
O banheiro masculino era estreito, cheirava a desinfetante barato e urina. Assim que ela entrou, o rapaz já estava lá, puxando-a pelo braço. Mas não era só ele. Outros três homens que estavam no salão tinham visto o sinal. Um atrás do outro entraram, trancando a porta.
Quatro.
Paola sorriu, aquele sorriso sujo de quem adora se entregar a estranhos.
— Vocês vão me foder até eu vazar — disse ela, já abaixando a calça e a calcinha de uma vez. A buceta inchada e o cu ainda um pouco aberto da noite anterior ficaram à mostra.
Não houve conversa. Um deles empurrou a cabeça dela para baixo. A boca se abriu e engoliu a primeira pica, grossa e já dura. Enquanto chupava, outro se ajoelhou atrás e enfiou dois dedos na buceta molhada, abrindo. O terceiro passou a mão nas nádegas e spit na entrada do cu, pressionando a cabeça da própria pica ali.
Paola gemeu com a boca cheia quando a primeira pica começou a entrar no rabo. Ainda doía, ainda estava sensível do arrombamento anterior, mas ela empurrou o quadril para trás, engolindo mais. O quarto homem esperou o momento e enfiou a pica na buceta ao mesmo tempo.
Duas picas dentro dela. Uma no cu, outra na buceta. A boca ocupada com a terceira. A quarta mão apertava os seios, beliscando os mamilos.
Eles se revezavam sem piedade. Paola era empurrada de um lado para o outro, de quatro no chão sujo do banheiro, depois sentada no colo de um enquanto outro entrava por trás. As picas se alternavam: uma saindo da buceta e entrando no cu, outra enchendo a garganta até ela engasgar e babar no piso.
Ela gozou a primeira vez com duas picas dentro, o corpo tremendo, o gozo escorrendo pelas coxas. A segunda veio logo depois, quando um deles a segurou pelas coxas abertas e fodeu o cu com força, enquanto outro gozava na boca dela. A terceira foi quase dolorosa: o orgasmo a fez contrair com violência em volta das picas que a preenchiam, e o líquido escorreu quente, misturado com o pré-gozo e a saliva.
Eles não pararam. Continuaram fodendo, trocando de buraco, enchendo a boca, a buceta e o cu até ela estar completamente destruída. Quando o último gozou fundo no rabo dela, Paola estava de quatro, pernas abertas, gozo escorrendo dos três buracos, o chão molhado debaixo dela.
Ela se levantou cambaleando, limpou a boca com as costas da mão e puxou a calça de volta, sem se preocupar em limpar o resto. O cu ainda aberto, a buceta latejando, o gosto de porra ainda na língua.
Antes de sair, olhou para os quatro homens e sorriu, satisfeita.
— Até a próxima.
Depois voltou para casa, ainda pingando, pronta para mostrar tudo de novo para Roberto.



Que rabao gostoso em? Delicia