Depois daquela gravação na rua, Letícia não conseguia mais parar. O tesão tinha tomado conta completamente. No dia seguinte, ainda com o corpo dolorido e marcas pelo corpo, ela falou pro marido: — Hoje eu quero muito mais. Quero chamar uma multidão. Quero ser o centro da putaria. Marcos, viciado em ver a esposa sendo usada, só concordou. Eles combinaram tudo com Rose e Amanda, que adoraram a ideia. Às dez da noite, Letícia subiu no pequeno palco do Cabaré Inferno. O vestido era tão curto que mal cobria a bunda. Microfone na mão, ela falou alto, a voz rouca de tesão: — Quem quiser me foder hoje… pode vir. Não vou cobrar nada. Quero rola até não aguentar mais. Meu marido vai gravar tudo. O cabaré inteiro vibrou. Em menos de dez minutos, mais de quinze homens já estavam em volta do palco. Operários, taxistas, clientes antigos, até dois seguranças do local. Letícia sorriu como uma verdadeira ninfomaníaca e tirou o vestido ali mesmo, ficando completamente nua. Os peitos empinados, a buceta lisinha e brilhando de tesão. — Podem vir. Me usem. Começou a loucura. Dois homens subiram primeiro. Um deitou no chão do palco e Letícia sentou no pau dele, engolindo tudo na buceta. O outro ficou atrás e enfiou no cu sem piedade. Letícia gritava de prazer, rebolando nos dois paus ao mesmo tempo. Marcos gravava bem de perto, captando cada estocada, cada gemido. Rose e Amanda entraram na brincadeira. Enquanto Letícia era dupla penetrada, Amanda chupava os peitos dela e Rose sentava na cara de um dos caras, esfregando a buceta molhada na boca dele. Logo mais três homens subiram. Um enfiou o pau na boca de Letícia, os outros dois ela masturbava com as mãos. O palco virou uma orgia completa. Letícia tinha paus em todos os buracos e nas mãos. Gozo já escorria pelo seu corpo. — Mais! Quero mais! — ela gritava quando um gozava dentro dela. Os homens se revezavam sem parar. Em certo momento, Letícia estava de quatro, sendo arrombada por trás, enquanto chupava um pau e tinha outro na mão. Rose segurava a cabeça dela e mandava: — Engole tudo, sua puta gostosa! Amanda filmava com o celular de Marcos, rindo. Letícia perdeu a conta. Foram mais de vinte homens naquela noite. Alguns repetiam. Outros só assistiam e batiam punheta, gozando no corpo dela. A buceta e o cu dela estavam vermelhos, inchados e completamente cheios de porra. O rosto, os peitos e a barriga viraram uma máscara branca. Em um pico de safadeza, Letícia deitou de costas no palco, abriu bem as pernas e gritou: — Quem ainda não gozou, vem agora! Quero levar porra na buceta até transbordar! Cinco homens formaram fila. Um atrás do outro metia, gozava dentro e saía. Letícia gemia sem parar, corpo tremendo em orgasmos seguidos. Quando o último saiu, a porra escorria dela como uma cachoeira. Marcos, completamente louco de tesão, subiu no palco, colocou o celular gravando em cima de uma mesa e fodeu a esposa bem no meio de toda aquela bagunça, misturando a própria porra com a de dezenas de desconhecidos. Letícia o beijou, suada e destruída, e sussurrou: — Amanhã eu quero mais ainda… quero na rua de novo, com plateia.
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