Camila tinha 29 anos, solteira, corpo atlético, peitos firmes, bunda empinada e uma boca carnuda que sempre parecia sorrir de lado. Moraavam a quinze minutos uma da outra. Começaram a se ver pra beber vinho, assistir série e reclamar da vida. Nas primeiras vezes Roberto nem ligou. “Vai lá, minha amor, se diverte.”
Na terceira visita, Camila abriu a segunda garrafa e olhou pra Paola de um jeito diferente.
— Você fica molhada quando o Roberto fala de te emprestar pra outro homem, né?
Paola engasgou com o vinho. Camila riu baixo, se aproximou no sofá e passou a mão na coxa dela, por cima da calça jeans.
— Eu vi sua cara ontem quando você contou. Você quer. E eu também quero te ver.
Paola não respondeu. Só abriu as pernas um pouco. Camila enfiou a mão por dentro da calça, por dentro da calcinha, e achou a buceta já úmida. Dois dedos entraram fácil. Paola soltou o ar pela boca, a cabeça jogada pra trás no encosto do sofá.
Camila tirou a blusa de Paola, chupou os peitos com vontade, mordeu os bicos até deixá-los vermelhos. Depois ajoelhou no chão, puxou a calça e a calcinha de uma vez e enterrou o rosto entre as coxas. A língua era quente, rápida, safada. Paola gozou em menos de cinco minutos, segurando o cabelo da amiga, gemendo alto demais pra uma casa de condomínio.
Não parou ali. Camila subiu, tirou a própria roupa e montou no rosto de Paola. A buceta dela era lisa, inchada, cheirando a excitação. Paola chupou pela primeira vez na vida uma mulher. Lambendo, sugando, enfiando a língua. Camila rebolava, gemendo “isso, putinha casada… chupa direito”. Quando gozou, molhou o queixo e o pescoço de Paola.
Depois foi a vez de Camila usar o vibrador grosso que tinha na gaveta. Enfiou em Paola devagar, depois rápido, enquanto chupava o clitóris. Paola gozou de novo, as pernas tremendo, a buceta latejando. No final as duas ficaram abraçadas no sofá, suadas, o cheiro de sexo impregnado nos estofados.
Paola chegou em casa quase meia-noite. Roberto estava no sofá, de short, mexendo no notebook. Ela parou na frente dele, ainda com o cabelo bagunçado e a boca inchada.
— Eu fiquei com a Camila.
Roberto fechou o notebook devagar. O pau já estava endurecendo dentro do short.
— Conta.
Paola tirou a blusa. Os peitos estavam marcados de chupão. Tirou a calça. A calcinha estava encharcada e torta.
— Ela me chupou no sofá. Eu gozei na boca dela. Depois eu chupei ela. Depois ela enfiou o vibrador em mim até eu gozar de novo. Eu ainda tô molhada, Roberto. Eu ainda tô sentindo o gosto dela na língua.
Roberto se levantou, abaixou o short e o pau saltou duro. Ele se aproximou, enfiou dois dedos na buceta da mulher e tirou eles brilhando.
— Eu quero ver.
Paola engoliu seco.
— Ver o quê?
— Ver você com ela. Quero assistir. Quero ver a Camila te chupando, te fodendo com o dedo, te fazendo gozar. Quero ver você chupando a buceta dela. Eu quero estar na sala enquanto as duas se comem.
Paola ficou em silêncio por alguns segundos. Depois sorriu, aquele sorriso safado que Roberto já conhecia.
— Então amanhã eu vou de novo. E você vai comigo. Vai ficar sentado na poltrona, quieto, só olhando. E se eu deixar… no final você pode me foder com o gosto dela ainda na minha boca.
Roberto puxou ela pela nuca e beijou fundo, lambendo a língua que ainda carregava o sabor da amiga.
— Combinado.
No dia seguinte, às nove da noite, os dois estavam na porta do apartamento de Camila. Paola bateu. Camila abriu usando só uma camiseta larga. Olhou pra Roberto, depois pra Paola, e sorriu de canto.
— Então o corno veio assistir?
Roberto só assentiu, o pau já marcado na calça. Camila puxou Paola pela mão, fechou a porta e empurrou a amiga contra a parede. O beijo foi molhado, agressivo. Em segundos as duas estavam no sofá, peladas, uma por cima da outra.
Roberto sentou na poltrona, abriu a calça e segurou o pau. Assistiu Camila abrir as pernas de Paola e chupar com vontade, os olhos levantando de vez em quando pra olhar pra ele. Assistiu Paola retribuir, a língua entrando na buceta da amiga, o queixo molhado. Assistiu as duas se esfregarem, os peitos colados, os gemidos se misturando.
Quando Camila enfiou três dedos em Paola e a fez gozar gritando, Roberto quase gozou na mão. Paola, ainda tremendo, olhou pra ele por cima do ombro e falou, a voz rouca:
— Tá vendo, marido? Sua esposa agora também come mulher… e adora.
Camila riu, puxou Paola de quatro e lambeu o cu dela na frente de Roberto, bem devagar, provocando.
— Amanhã a gente chama um homem também. Aí o corno vai ter o show completo.
Roberto só apertou mais forte o pau e respondeu, a voz embargada de tesão:
— Pode chamar. Eu fico aqui. Assistindo.
Paola gozou de novo só de ouvir.