Começou devagar. Numa terça-feira ela chegou do trabalho de terno preto justo, salto alto e o cabelo preso. Roberto estava no sofá. Ela nem tirou o blazer. Ajoelhou na frente dele, abriu a calça com os dentes e engoliu o pau até a base. Chupou devagar, olhando nos olhos, até ele gozar na garganta. Depois se levantou, limpou a boca com o dedo e falou:
— Hoje quem manda sou eu.
Na noite seguinte ela o virou de quatro na cama. Ainda de terno, sem calcinha, enfiou dois dedos no cu dele enquanto chupava as bolas. Roberto gemia, a cara enterrada no travesseiro. Paola riu baixo.
— Isso… abre pro dedo da sua esposa.
Depois veio o consolo. Preto, grosso, de uns dezoito centímetros. Ela lubrificou, enfiou devagar e fodeu o marido com vontade, o terno ainda abotoado, o salto batendo no chão a cada estocada. Camila assistia da poltrona, pernas abertas, se tocando. Roberto gozou sem nem tocar no pau, só com o consolo no cu e a voz de Paola no ouvido:
— Goza pra mim, putinho. Goza sendo comido pela sua mulher.
A rotina mudou. Paola cozinhava de terno, sem calcinha, e de vez em quando mandava Roberto ajoelhar na cozinha pra chupar a buceta dela enquanto a comida ficava no fogo. Às vezes ela o amarrava na cadeira da sala e sentava no rosto dele até gozar. Outras vezes enfiava o consolo e fazia ele andar pela casa com o brinquedo dentro, vazando lubrificante pelas coxas.
Camila participava. As duas se revezavam em dominar Roberto. Ele chupava uma enquanto a outra fodia o cu dele com o consolo. Gozaava quando elas mandavam. Engolia quando elas mandavam. Tinha virado o putinho oficial do trisal.
Até que Paola decidiu dar o próximo passo.
— Amor — falou ela uma noite, ainda com o consolo enterrado no cu dele —, eu quero te ver com um travesti de verdade. Não aqui em casa. Na rua. Num motel. Eu e a Camila só vamos assistir. Você vai chupar o pau dele… e vai virar a putinha dele na nossa frente.
Roberto respirou fundo. O pau latejou.
— Eu… aceito.
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Dois dias depois os três estavam num motel discreto. Yasmin chegou de vestido curto e salto. Quando tirou a roupa, a jeba grossa e veiosa já estava semi-dura. Paola e Camila sentaram na poltrona, peladas, uma ao lado da outra.
— Ajoelha — mandou Paola.
Roberto ajoelhou. Yasmin segurou o cabelo dele e enfiou o pau na boca de uma vez. Roberto engasgou, saliva escorrendo pelo queixo. Yasmin fodeu a garganta com calma, depois com força. Paola e Camila se beijavam enquanto assistiam, os dedos uma na buceta da outra.
— Isso… chupa direito, putinho — falou Yasmin. — Sua esposa tá vendo.
Quando a boca de Roberto já estava vermelha e molhada, Yasmin o virou de quatro na cama. Cuspiu no cu, enfiou dois dedos, depois a cabeça do pau. Roberto gritou quando ela enterrou tudo de uma vez. Yasmin fodeu sem pressa, estocadas fundas, segurando a cintura dele. Paola se levantou, foi até a cama e enfiou o pau de Roberto na boca enquanto ele era arrombado.
— Olha só — gemeu Paola, a boca cheia —. Nosso corno virou putinha de traveco.
Camila se juntou, chupando as bolas de Roberto e lambendo o ponto onde a jeba de Yasmin entrava e saía. Roberto gozou na boca de Paola sem conseguir segurar, gemendo alto, o cu apertando o pau grosso que o fodia.
Yasmin não parou. Continuou metendo até gozar fundo no cu dele, pulsando, enchendo. Quando tirou, a porra escorreu. Paola se abaixou na hora e chupou, limpando o marido com a língua, engolindo tudo.
Roberto ficou deitado de lado, ofegante, o cu latejando, a boca inchada. Paola deitou na frente dele, beijou a boca suja e falou baixinho, o sorriso safado no rosto:
— Agora não somos mais só duas putas, amor.
Camila se encostou atrás de Roberto, beijando o pescoço dele, e completou:
— Agora somos três.
Paola passou a mão no cu ainda aberto do marido e sussurrou:
— Três putas. E eu adoro.



