Paola saiu de casa dizendo que ia encontrar uma amiga. Roberto nem desconfiou. Na verdade, ela tinha combinado com um homem que conhecera por acaso num bar, semanas antes. Só o nome: Marcos. Nada mais. Quando o viu de perto, no quarto do motel, ela sentiu um frio na barriga.
Ele tirou a calça e a pica caiu pesada, grossa, veias saltadas, 26 centímetros de comprimento e uma espessura que fazia a mão dela parecer pequena. A cabeça era larga, brilhante de pré-gozo. Paola engoliu seco.
— Vai doer — murmurou ela, já ajoelhada.
Ele apenas sorriu e empurrou a cabeça contra a boca dela. Paola abriu o máximo que conseguiu. A pica esticou os lábios, encheu a garganta, fez os olhos marejarem. Ela engasgou, babou, mas continuou. Marcos segurou o cabelo dela e fodeu a boca devagar, sentindo a resistência da garganta apertada.
Depois a deitou de costas. Entrar na buceta já foi um esforço. A cabeça larga forçou a entrada, esticou os lábios, arrancou um gemido alto dela. Paola arqueou o corpo, unhas cravadas no lençol.
— Porra… é grande demais…
Ele avançou centímetro por centímetro, sem pressa, até enfiar quase tudo. A barriga dela se distendeu levemente a cada investida. A buceta fazia barulho molhado, esticada ao limite. Marcos fodeu com força, a pica grossa abrindo caminho, batendo fundo. Paola gozou escorrendo, gritando, as pernas tremendo.
Quando ele tirou, a buceta dela ficou aberta, vermelha, pulsando. Mas não era o suficiente.
— Agora o rabo — disse ele.
Paola ficou de quatro, coração disparado. Marcos colocou saliva e o próprio gozo na entrada apertada. A cabeça pressionou. Paola gritou. A dor veio afiada, quente, quase insuportável. Ele insistiu, girando o quadril, forçando. O anel se abriu aos poucos, rasgando a resistência. Quando a cabeça passou, Paola soluçou, o corpo inteiro travado.
— Continua… continua, porra…
Marcos avançou. A pica grossa foi sumindo dentro do cu dela, centímetro após centímetro, até o saco bater nas nádegas. Paola chorava e gemia ao mesmo tempo, a dor misturada com uma excitação suja. Ele fodeu o rabo dela com força, a pica saindo e entrando, abrindo, arrombando. O som era obsceno: carne esticada, suor, gemidos abafados no travesseiro.
Ele gozou fundo, jatos quentes enchendo o intestino dela. Quando tirou, o cu de Paola ficou aberto, vermelho, inchado, escorrendo porra branca misturada com um pouco de sangue. Ela mal conseguia fechar as pernas.
Horas depois, Paola chegou em casa. Roberto estava no sofá. Ela não disse nada. Apenas tirou a calça e a calcinha e se virou de costas, abrindo as nádegas com as mãos.
O cu estava destruído: dilatado, inchado, as bordas vermelhas e brilhantes de gozo seco e saliva. Ainda pulsava, meio aberto, como se ainda sentisse a pica de 26 centímetros lá dentro.
— Olha o que ele fez comigo — disse ela, voz rouca. — Agora chupa.
Roberto hesitou só um segundo. Paola agarrou a cabeça dele e puxou contra o rabo. A língua dele encontrou o anel dilatado, o gosto de porra, o cheiro forte de sexo. Ela empurrou o quadril para trás, forçando a língua a entrar no buraco arrombado.
— Mais fundo. Limpa tudo. Chupa o que ele deixou.
Roberto obedeceu. A língua mergulhou, lambendo as paredes inchadas, sugando o gozo que ainda escorria. Paola gemeu, sentindo a dor latejante e o prazer sujo de ver o marido ajoelhado, engolindo o resto do desconhecido. Ela abriu mais as nádegas, sentando no rosto dele, esfregando o cu destruído na boca.
— Isso… chupa bem. Ele me fodeu até eu não aguentar mais. E agora você limpa.
Roberto continuou, obediente, enquanto Paola olhava para baixo, satisfeita, o rabo ainda aberto e latejando, lembrando cada centímetro daquela pica monstruosa que a tinha arrombado.
Fim.
