Paola saiu de casa de shortinho curto e top apertado, dizendo que ia treinar. Roberto nem desconfiou. A academia do bairro estava com a porta da frente fechada, mas as luzes internas acesas. Ela encostou o rosto no vidro e viu: vários homens grandes, ombros largos, braços veiados, peitos inchados de treino. Fisiculturistas se preparando para o campeonato. O cheiro de suor, ferro e testosterona já vazava pela fresta.
Ela bateu na porta lateral. Um deles abriu, suado, olhando o corpo dela de cima a baixo.
— Academia fechada pra público hoje, só treino pesado.
Paola passou a língua no lábio e empurrou a porta com o ombro.
— Eu também quero treino pesado.
Não precisou de mais conversa. Ela caminhou direto para o tatame de jiu-jitsu, no fundo, e tirou o short e a calcinha de uma vez só. Ficou de quatro no colchão, a bunda empinada, a buceta já brilhando de vontade.
— Venham. Todos.
Mais de oito homens se aproximaram. Corpos pesados, picas grossas e longas saindo dos shorts de treino. O primeiro se ajoelhou atrás e enfiou de uma vez, sem carinho. Paola gemeu alto, a buceta se abrindo em volta daquele pau grosso de academia. Outro se ajoelhou na frente e enfiou a pica na boca dela até a garganta. O terceiro e o quarto esperaram o momento e, quando o primeiro saiu, entraram juntos: um na buceta, outro no cu.
Duas picas grossas ao mesmo tempo. Paola gritou no tatame, o corpo tremendo, o cu e a buceta esticados ao máximo. Os homens se revezavam sem piedade. Um segurava as coxas dela abertas enquanto outro fodia fundo. Outro a virava de lado e enfiava na boca enquanto dois mais a penetravam. O suor escorria dos corpos musculosos para a pele dela. O cheiro de sexo e de academia se misturava.
Ela gozou a primeira vez com três picas dentro: uma no rabo, uma na buceta e uma na garganta. O corpo inteiro se contorceu, o gozo escorrendo pelo tatame. Continua. Quarto orgasmo. Quinto. Os homens trocavam de posição, um saindo, outro entrando, a pica ainda molhada do buraco anterior. Paola era virada, levantada, sentada no colo de um enquanto outro entrava por trás. As mãos grandes apertavam os seios, as nádegas, o cabelo.
Quando o oitavo gozou fundo no cu dela, Paola ainda estava de quatro, o rabo aberto, a buceta latejando, a boca babando porra. Ela olhou por cima do ombro, ofegante, sorrindo sujo.
— Isso tudo? Só isso? Vocês não deram conta de mim. Quero mais. Me fodem de novo. Encham esses buracos outra vez. Eu adoro ser puta. Adoro.
Os homens, mesmo cansados, se reagruparam. Mais picas, mais porra, mais força. Paola continuou gemendo, pedindo, engolindo, sentando, abrindo as pernas e o cu para quem quisesse. O tatame ficou manchado de gozo, suor e saliva. Ela só parou quando o corpo não aguentava mais se manter de quatro, mas mesmo assim murmurou, com a voz rouca:
— Ainda não foi o suficiente… tragam mais.
Depois se vestiu devagar, o short grudado na pele molhada, o cu e a buceta ainda abertos e escorrendo. Saiu da academia sorrindo, pronta para voltar para casa e mostrar para Roberto o estado em que aqueles fisiculturistas a tinham deixado.



