Na entrada um segurança olhou os dois, confirmou o convite e abriu o portão. Do outro lado era uma putaria aberta. Homens e mulheres pelados, gemendo, fodendo em todo canto: na grama, nas mesas, nas redes, dentro da piscina. Cheiro forte de sexo, suor e porra.
Paola parou na frente de Roberto, passou a mão no volume dele e falou baixinho, os olhos brilhando:
— Amor… hoje eu não vou dar. Hoje eu vou distribuir. Tô afim de ser usada por vários machos. Vários. Posso?
Roberto só fez que sim com a cabeça. A garganta estava seca. O pau já latejava.
Paola sorriu, deu um beijo molhado na boca dele e entrou no meio da festa.
Em menos de cinco minutos já tinha três homens em volta dela. Um puxou o vestido pra cima, outro abriu as pernas dela e enfiou a língua na buceta molhada. O terceiro já empurrava o pau na boca de Paola. Ela engoliu até o fundo, engasgando, enquanto mais homens se aproximavam. Roberto ficou a uma distância segura, contando.
Quatro… seis… nove…
Paola foi carregada até uma mesa de madeira. Deitaram ela de costas, abriram as pernas e o primeiro pau entrou seco, fundo. Ela gritou de prazer. O segundo já estava na boca. O terceiro esperava a vez segurando o cabelo dela. Quando o primeiro gozou dentro, o próximo enfiou sem limpar. Depois outro. Depois outro. Roberto perdeu a conta no quinze. Continuou contando.
Dezoito… vinte e dois…
Eles viraram Paola de quatro em cima da mesa. Um arrombou o cu. Outro meteu na buceta ao mesmo tempo. Um terceiro fodia a boca. As mãos dela estavam ocupadas com mais dois paus. Homens gozavam no rosto, nos peitos, nas costas, dentro. A meia-arrastão estava rasgada. O vestido já nem existia mais. Paola gemia alto, pedindo mais, o corpo inteiro marcado de tapa, de dedo, de porra.
Roberto chegou a trinta e um. Trinta e um homens diferentes tinham entrado nela, gozado nela ou usado a boca dela. E ainda tinha fila.
Foi aí que Camila apareceu ao lado dele. A mesma amiga daquela noite. Estava pelada, a buceta já brilhando, os peitos marcados.
— Seu corno tá só olhando? — provocou, puxando Roberto pela mão. — Vem.
Ela o levou até uma espreguiçadeira perto o bastante pra ele continuar vendo Paola sendo destruída. Camila abriu as pernas na frente dele, puxou a cabeça de Roberto e enfiou a boca dele na buceta. Ele chupou com fome. A língua entrava, lambia, sugava o clitóris. Camila rebolava no rosto dele, gemendo, segurando o cabelo.
— Isso… chupa a amiga da sua puta… — ela gemia. — Olha lá sua mulher… tá sendo arrombada por um batalhão… e você aqui me chupando…
Camila gozou na boca de Roberto, as coxas tremendo, o líquido escorrendo pelo queixo dele. Ele engoliu tudo. Quando levantou o rosto, Paola estava olhando na direção deles, mesmo sendo fodida por dois homens ao mesmo tempo. O cu e a buceta abertos, a boca cheia de pau. Ela tirou o pau da boca só o suficiente pra gritar:
— Vai, meu amor! Vai! Fode ela! Quero ver!
Roberto não precisou de mais. Subiu na espreguiçadeira, abriu as pernas de Camila e enfiou o pau de uma vez. Fodeu forte, olhando pro lado o tempo todo. Via Paola sendo virada de novo, mais dois homens entrando nela, um no cu, outro na boca. Via a porra escorrendo pelas coxas dela. Via os homens rindo e metendo sem dó.
Paola, mesmo com a boca ocupada, conseguia gritar entre uma estocada e outra:
— Isso, meu corno! Fode a amiga! Vai fundo! Eu quero levar galho também, seu puto! Eu quero ser tua corna! Sua corna oficial! Olha pra mim enquanto você come ela!
Roberto meteu mais forte. Camila gozava de novo embaixo dele, as unhas nas costas. Do outro lado Paola estava sendo erguida no colo por um homem alto que a fodia em pé enquanto outro chupava os peitos e um terceiro esperava com o pau na mão. Ela olhava direto pra Roberto, a boca aberta, a voz rouca:
— Eu sou tua corna, Roberto… tua puta… tua esposa distribuída… e eu adoro…
Quando Roberto gozou dentro de Camila, Paola gritou de prazer só de ver. Os homens em volta dela riram e continuaram usando o corpo dela.
Horas depois, quando a festa já estava mais calma, Paola foi até o marido. Andava torto. O cu estava aberto e latejando. A buceta escorria porra de quantos ela nem sabia. O corpo inteiro era um mapa de marcas, chupões e porra seca. Ela se ajoelhou na frente de Roberto, ainda pelada, e abriu a boca.
— Limpa sua corna, amor.
Roberto se abaixou e beijou a boca suja dela. Depois a virou de quatro na grama e chupou o cu e a buceta cheios, engolindo tudo o que os trinta e tantos homens tinham deixado.
Paola gemeu, a testa colada na terra, e falou baixo, a voz destruída de tanto gritar:
— Próxima festa… eu quero o dobro. E você vai ficar com a Camila de novo… enquanto eu distribuo.
Roberto só assentiu, a língua ainda dentro dela.
Porque a esposa dele tinha se tornado exatamente o que os dois queriam:
Uma corna.
Uma puta.
E ele, o corno mais feliz do sítio.

