Após o retiro, Cris estava completamente viciada. As noites com o grupo de jovens tinham despertado nela um apetite insaciável. Roberto continuava o mesmo: carinhoso, religioso, mas sexualmente sem graça. Ela sorria para ele na igreja, segurava sua mão durante os cultos, mas por dentro só pensava nos paus duros e jovens que a tinham usado como uma vadia.
Duas semanas depois, a igreja organizou uma grande **Convenção Estadual de Jovens** em um grande centro de convenções na capital. Eram mais de 800 pessoas, com pregações, workshops e cultos noturnos. Roberto foi junto, mas Cris já tinha combinado tudo com Lucas pelo WhatsApp: o grupo inteiro estaria lá.
No segundo dia da convenção, durante a tarde, havia uma programação paralela de louvor e oração. Roberto ficou na plateia principal, participando com entusiasmo. Cris disse que ia ao banheiro e demoraria um pouco.
Ela saiu do salão principal e seguiu pelo corredor lateral até os banheiros mais afastados, no fundo do pavilhão. Lucas já tinha mandado localização. Quando ela entrou no banheiro feminino amplo e relativamente vazio, os cinco jovens já estavam lá dentro — tinham colocado uma placa de “em manutenção” na porta.
Assim que a porta se fechou, Lucas agarrou Cris pela cintura e a beijou com violência, enfiando a língua fundo enquanto apertava sua bunda por cima do vestido longo.
— Saudade da nossa putinha crente — rosnou ele.
Cris já estava molhada. Em menos de um minuto, os rapazes tiraram o vestido dela, deixando-a só de sutiã, calcinha e salto. Os seios foram expostos, mamilos chupados por várias bocas ao mesmo tempo. Mateus arrancou a calcinha e enfiou dois dedos na boceta encharcada.
— Olha como tá molhada… a safada já veio pronta pra dar pra todo mundo.
Eles a colocaram de joelhos no chão frio do banheiro. Os cinco paus duros rodearam seu rosto. Cris, com o olhar vidrado de tesão, começou a chupar um por um, alternando rápido, babando muito, engasgando quando enfiavam até o fundo da garganta.
— Isso, tia Cris… engole o pau de jovem da igreja — zombava João enquanto segurava a cabeça dela.
Enquanto chupava Lucas e Mateus ao mesmo tempo, Pedro e Tiago meteram os dedos na boceta e no cuzinho dela, abrindo os dois buracos. Cris gemia alto, o som ecoando no banheiro.
Lucas a levantou, virou de costas e meteu tudo de uma vez na boceta. O barulho molhado de estocadas ecoava. Ele fodia com força, segurando os cabelos dela como rédea.
— Shhh… quieta, sua puta. Seu marido tá lá fora — riu ele, dando tapas fortes na bunda.
Cris mordia o próprio braço para abafar os gemidos. Logo Tiago tomou o lugar, metendo no cu sem piedade, enquanto Pedro enfiava na boceta. Dupla penetração de pé, o corpo dela sendo sacudido entre os dois jovens. Os outros três se masturbavam assistindo e batendo o pau no rosto dela.
Eles a viraram de todas as formas. Colocaram ela sentada na pia, pernas bem abertas, e revezaram metendo. Depois a deitaram no balcão grande, de lado, e continuaram o rodízio. Cada um gozava onde queria: dentro da boceta, dentro do cu, no rosto, nos seios, na língua.
Cris gozava sem parar, o corpo tremendo, olhos revirando. Em determinado momento, estava com o cu e a boceta sendo fodidos ao mesmo tempo enquanto chupava o terceiro pau.
— Eu sou casada… sou crente… mas adoro ser corna no banheiro da convenção — sussurrava ela entre gemidos, completamente quebrada.
Depois de quase 40 minutos, os cinco tinham gozado pelo menos uma vez cada. Cris estava uma bagunça: cabelo desgrenhado, maquiagem borrada, porra escorrendo pela coxa, no queixo, pingando dos mamilos. Eles ajudaram a limpar o grosso, mas deixaram bastante para ela sentir.
Cris vestiu o vestido por cima do corpo sujo de porra, arrumou o cabelo como pôde e saiu do banheiro com as pernas bambas. Quando voltou para o lado de Roberto, ele perguntou preocupado:
— Demorou, amor. Tá tudo bem?
Ela sorriu, o gosto de porra ainda na boca, a buceta e o cu latejando:
— Tudo bem, meu bem. Só estava orando bastante no banheiro.
Naquela mesma noite, depois do culto principal, ela ainda conseguiu dar mais uma rapidinha com Lucas e Mateus no banheiro masculino, agora com risco maior ainda, enquanto Roberto esperava na fila do lanche.
A convenção inteira virou um festival secreto de putaria para Cris. Todo dia ela encontrava o grupo em algum banheiro, escada ou sala abandonada, sendo usada como buraco coletivo enquanto o marido pregava ou cantava louvores no palco principal.