Uma semana depois do Uber, Paola já não era a mesma.
O corpo ainda carregava a memória daquela noite: a buceta um pouco inchada, a calcinha sempre úmida, o olhar diferente quando Roberto a observava. Ela tinha se libertado. Não pedia mais desculpa. Não travava. Só queria mais.
Foi na terça-feira, depois do treino de pernas, que ela parou na frente do espelho do vestiário masculino (sim, ela tinha entrado “por engano”) e encarou Jorge. Cinquenta e dois anos, cabelo grisalho curto, peito largo, braços grossos de quem nunca parou de malhar, veias saltadas e um sorriso de quem já tinha comido muita mulher casada. O short preto marcava o volume sem vergonha nenhuma.
— Você tá me olhando faz três semanas, Paola — falou ele, a voz rouca, enxugando o suor do pescoço. — Seu marido sabe que você quer dar pra mim?
Ela não negou. Só tirou o celular e mandou a mensagem pra Roberto na hora:
“Vou sair com o Jorge da academia hoje. O coroa. Ele vai me foder. Você quer que eu ligue?”
A resposta veio em menos de um minuto:
“Liga. E deixa ele te usar do jeito que ele quiser. Eu quero você destruída.”
Às vinte e uma horas Paola estava no apartamento de Jorge. Ele nem ofereceu vinho. Empurrou ela contra a porta assim que fechou, rasgou a blusa de academia no meio, puxou o top pra cima e mordeu os peitos com força. Paola gemeu alto. As mãos dele eram grandes, calejadas, apertavam a bunda como se fossem donas.
— Eu vou te arrombar, putinha casada — rosnou no ouvido dela. — Seu marido vai te receber toda aberta.
Ele a carregou até a cama como se ela não pesasse nada. Tirou o short e a calcinha de uma vez só. A buceta já estava escorrendo. Jorge não chupou. Não beijou. Só abriu as pernas dela com os joelhos, cuspiu na mão, passou no pau grosso e veioso e enfiou de uma vez até o fundo.
Paola gritou. O pau dele era mais grosso que o do Uber, mais pesado, entrava abrindo tudo. Jorge fodeu sem ritmo de começo: só estocadas fundas, secas, batendo as bolas na bunda dela. Segurava os tornozelos dela abertos no ar e metia como se quisesse furar.
— Isso… grita pra eu ouvir — mandou. — Grita que tá sendo comida por um coroa.
Paola gritou. A voz saiu rouca, quebrada. Ele virou ela de quatro com um puxão no cabelo, deu um tapa seco na bunda e enfiou de novo. A outra mão desceu e dois dedos grossos invadiram o cu dela sem aviso. Paola arquejou, a testa colada no colchão.
— Aperta — ordenou Jorge. — Aperta esse cuzinho no meu dedo.
Ela apertou. Ele riu e enfiou o terceiro. Depois tirou os dedos, cuspiu no cu dela e posicionou a cabeça do pau.
— Seu marido mandou eu te destruir. Então eu vou.
Empurrou. O pau grosso abriu o cu de Paola devagar no começo, depois de uma vez só. Ela gritou de verdade, as unhas arranhando o lençol. Jorge não esperou ela se acostumar. Segurou a cintura com as duas mãos e começou a foder o cu dela com força, fundo, sem piedade. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. A buceta pingava no colchão, sem nem ser tocada.
Ele tirou o celular do bolso da calça jogada no chão e ligou pra Roberto, colocando no viva-voz.
A voz de Jorge saiu ofegante, enquanto ele continuava metendo no cu de Paola:
— Seu corno… tô arrombando o rabo da sua mulher… ela tá gritando… tá apertando meu pau que nem puta…
Paola, a boca aberta contra o travesseiro, conseguiu falar:
— Roberto… ele tá no meu cu… tá me destroçando… dói e eu tô gozando… eu tô gozando com o pau dele no rabo…
Ela gozou ali mesmo, a buceta contraindo no vazio, o cu pulsando em volta do pau grosso. Jorge não parou. Continuou fodendo, mais rápido, mais fundo, até sentir as bolas subirem.
— Vou gozar dentro do seu cu, puta — avisou. — Seu marido vai chupar depois.
E gozou. Gozou fundo, pulsando, enchendo o cu de Paola com jatos quentes e densos. Mesmo depois de gozar, ele ainda deu mais umas estocadas lentas, empurrando a porra pra dentro. Quando tirou o pau, o cu dela ficou aberto, redondo, vermelho, a porra branca escorrendo imediatamente pela bunda e pela buceta.
Jorge deu um tapa na nádega marcada e falou pro telefone:
— Tô mandando ela embora assim. Toda arregaçada. Cheia de porra no rabo. Pode preparar a língua, corno.
Paola se vestiu como pôde. A calça de academia ficou torta, a blusa rasgada escondida na bolsa. A cada passo a porra escorria mais, molhando a calcinha e a parte de dentro da calça. No Uber de volta (dessa vez um motorista qualquer) ela sentava de lado, sentindo o cu latejar e escorrer.
Quando chegou em casa, Roberto abriu a porta antes mesmo dela tocar a campainha. Paola entrou, virou de costas, abaixou a calça e a calcinha até as coxas e abriu as nádegas com as duas mãos.
O cu estava aberto, inchado, vermelho, a porra de Jorge ainda saindo em filetes brancos e grossos.
Roberto se ajoelhou na hora. Enterrou a língua ali, chupando, lambendo, engolindo tudo o que escorria. Paola gemeu, a testa colada na parede, as pernas tremendo.
— Ele me destroçou, amor… — sussurrou ela, a voz rouca. — Me arrombou o cu até eu não aguentar mais… e eu adoro.
Roberto só respondeu com a língua mais fundo, o pau duro latejando dentro da calça, enquanto a esposa dele, finalmente liberta, escorria porra de outro homem direto na boca do corno.

