— Paola… hoje eu quero realizar uma fantasia. Quero te ver com outra mulher. Na minha frente.
Ela sorriu, aquele sorriso safado que ele já conhecia bem.
— Só se for agora.
Seu Garcia não hesitou. Ligou para a agência e, menos de uma hora depois, a porta se abriu. Aline entrou. Loira platinada, corpo de privacy, seios enormes de silicone brasileiro, cintura fina, bunda redonda e firme, pernas longas. Usava um vestido curto branco que quase não cobria nada. Os dois pares de olhos se encontraram e, no mesmo segundo, a química explodiu.
Paola se levantou sem dizer nada. Aline caminhou até ela. As bocas se encontraram com violência, línguas se enrolando, mãos apertando seios, nádegas, cabelos. Seu Garcia ficou imóvel na poltrona, a mão já dentro da calça.
As duas caíram na cama como se se conhecessem há anos. Paola arrancou o vestido de Aline. Os seios pesados e firmes saltaram. Aline puxou a lingerie de Paola e chupou os mamilos com força, mordendo de leve. Paola gemeu e empurrou a cabeça da loira para baixo.
Aline abriu as pernas de Paola e enterrou o rosto na buceta molhada, lambendo com fome, chupando o clitóris, enfando a língua fundo. Paola arqueou o corpo, segurando os cabelos platinados, gemendo alto:
— Isso, puta… chupa essa buceta…
Depois se inverteram. Paola se ajoelhou entre as pernas de Aline e devorou a loira com a mesma voracidade. Aline tinha o gosto doce e o cheiro de perfume caro misturado com tesão. Paola chupou, lambeu, enfou dois dedos e depois a língua no cu apertado dela. Aline gritou, as unhas cravadas nas costas de Paola.
As duas se posicionaram em 69, bocas coladas nas bucetas uma da outra, se lambendo como loucas, gozando quase ao mesmo tempo, o corpo inteiro tremendo. Depois Paola pegou o vibrador grosso que Seu Garcia tinha deixado na mesa e enfiou fundo na buceta de Aline enquanto chupava os seios dela. Aline revidou, enfiando os dedos no cu de Paola e fodendo com força.
Elas se beijavam entre gemidos, se olhavam nos olhos, se apaixonavam ali mesmo, na frente do velho. As mãos se procuravam, os corpos se encaixavam como se fossem feitos um para o outro. Paola montou no rosto de Aline e gozou escorrendo na boca dela. Aline, de quatro, recebeu a língua de Paola no rabo e gozou gritando o nome dela.
Seu Garcia batia punheta sem parar, gozando duas vezes só de assistir. Mas as duas quase nem olhavam para ele. Estavam perdidas uma na outra: beijos profundos, seios esfregando, bucetas se esfregando, dedos e línguas entrando e saindo, gemidos sujos, declarações ofegantes.
— Eu te quero… — sussurrou Aline, a voz rouca.
— Eu também… porra, eu também — respondeu Paola, beijando a boca dela com fome.
Elas continuaram se pegando até o corpo não aguentar mais. Quando finalmente pararam, suadas, seios marcados de chupões, bucetas inchadas e brilhantes, se abraçaram na cama, pernas entrelaçadas, se beijando devagar, como se o velho milionário nem estivesse mais na sala.
Paola olhou para Seu Garcia por cima do ombro, sorrindo, ainda com o gosto de Aline na boca.
— Acho que você criou um problema, Seu Garcia… agora eu quero ela de novo. E de novo.
