O quarto da suíte era amplo, com uma poltrona grande no canto para Rafael.
Fernanda chegou primeiro, vestida só com um conjunto de lingerie preto transparente, salto alto e uma coleira fina no pescoço com plaquinha escrito “Puta do corno”.
Ela mandou foto para Rafael: “Tô pronta pra ser arrombada por todos eles. Você vai limpar tudo depois, né amor?”
Quando a porta abriu, entraram os sete.
Um por um, sem cerimônia.
Um negão alto e grosso chamado Marcus, um tatuado musculoso chamado Lucas, um loiro de academia chamado Pedro, dois amigos que vieram juntos (João e Miguel), um cara mais velho de barba grisalha chamado Victor, e o último, um moreno de olhar safado chamado Diego.
Eles nem falaram muito.
Só olharam para Fernanda como predadores, tiraram a roupa rápido e cercaram ela no meio da cama.
Rafael sentou na poltrona, calado, pau duro dentro da calça, mãos tremendo.
Fernanda se ajoelhou no centro da cama.
“Podem usar minha boca primeiro… quero provar todos.”
Marcus foi o primeiro. Enfiou o pau preto grosso na boca dela sem dó. Fernanda engasgou, babou, mas continuou chupando com vontade, olhando para Rafael de vez em quando com olhos pidões: “Tá vendo, amor? Tá vendo como eu chupo rola de verdade?”
Enquanto isso, Lucas e Pedro pegaram os seios dela, apertando os mamilos, mordendo.
João e Miguel abriram as pernas dela e começaram a lamber a buceta e o cu ao mesmo tempo.
Victor e Diego se masturbavam esperando a vez, batendo pau na cara dela.
“Que vadia gostosa… casada e puta assim”, Victor murmurou.
“Meu marido adora ver”, Fernanda respondeu entre engasgos. “Ele goza só de me ver sendo arrombada.”
Eles a viraram de quatro.
Marcus meteu na buceta de uma vez, fundo, fazendo ela gritar.
Lucas entrou na boca ao mesmo tempo.
Pedro se posicionou atrás e cuspiu no cu dela, enfiando devagar. Dupla penetração na frente de todos.
Fernanda tremia, gozando em ondas, voz rouca:
“Mais… quero mais… me encham todos…”
Rafael via tudo: o pau do negão esticando a buceta da esposa, o cu sendo aberto pelo outro, baba escorrendo do queixo, seios balançando.
Ele se masturbava devagar, sem gozar ainda — ordem dela: “Só goza quando todos tiverem gozado em mim.”
Um por um, eles trocaram de posição.
Diego deitou e ela sentou no pau dele, rebolando.
Victor meteu no cu por trás.
João e Miguel enfiaram na boca dela juntos, forçando os dois paus.
Marcus e Lucas se revezavam batendo na cara dela com os paus duros.
“Fala pra ele, vadia”, Pedro ordenou.
Fernanda, voz entrecortada, gozando de novo:
“Amor… eles tão me fodendo melhor que você nunca conseguiu… sete paus me usando… vou ficar marcada… cheia de porra… você vai lamber tudo, corno.”
Os gemidos viraram um coro.
Marcus gozou primeiro, enchendo a buceta dela até escorrer pelas coxas.
Lucas gozou na boca, ela engoliu parte e deixou o resto pingar nos seios.
Pedro gozou no cu, Victor no rosto, Diego dentro da buceta de novo.
João e Miguel gozaram juntos na cara dela, transformando-a em uma bagunça branca e viscosa.
Fernanda caiu na cama, ofegante, pernas abertas, porra escorrendo de todos os buracos.
Olhou para Rafael com um sorriso exausto e safado.
“Vem, amor… sua vez de limpar a puta do corno.”
Rafael se aproximou de joelhos.
Lambeu devagar: primeiro a buceta cheia, depois o cu pingando, depois o rosto coberto.
O gosto era forte, salgado, misturado com o dela.
Ela acariciava o cabelo dele, sussurrando:
“Você é perfeito assim… vendo sete machos me destruírem e ainda lambendo tudo.
Da próxima… talvez dez. Tá bom?”
Os caras riram, vestiram a roupa e saíram um a um, dando tapinhas na bunda dela como despedida.
Rafael, pau ainda duro, deitou ao lado dela.
Fernanda beijou a boca dele, com gosto de porra alheia, e murmurou:
“Eu te amo, meu corno.
Mas amanhã… a gente marca de novo.”
Eles sabiam que não tinha volta.
Fim. ??