Depois da suruba pesada em casa com o sogro, o cunhado, o marido corno e o gerente do banco, Paola saiu da mansão sem rumo. Estava meio atordoada, corpo dolorido, boceta e cu latejando, cabelo bagunçado e cheiro de porra ainda no corpo. Vestiu apenas um shortinho jeans minúsculo e uma regata fina sem sutiã, sem nem tomar banho direito. Caminhou pelas ruas sem pensar, a mente confusa.
“O que eu tô fazendo da minha vida? Sou uma puta completa… e tô viciada nisso”, pensava ela, sentindo a calcinha molhada só de lembrar das cenas.
Sem perceber, chegou na praia quase ao anoitecer. A areia ainda estava quente. Num canto mais reservado, um grupo grande de garotos jogava bola: eram mais de doze rapazes, todos entre 18 e 21 anos, morenos, corpos definidos de quem surfava e jogava futebol na areia. Sem camisa, suados, rindo alto.
Paola parou e ficou olhando. Um deles, um loirinho alto chamado Caio, reparou nela e deu um assobio.
— E aí, gata? Tá perdida?
Ela não respondeu com palavras. Apenas sorriu safada, tirou a regata devagar, deixando os peitos firmes à mostra, e depois deslizou o shortinho junto com a calcinha. Ficou completamente nua na areia.
— Quero brincar com vocês… todos vocês — disse ela, voz rouca de tesão.
Os garotos pararam o jogo na hora. Em menos de um minuto, Paola estava cercada por mais de dez paus jovens, duros e latejantes. Eles não acreditavam na sorte.
A suruba começou selvagem.
Caio foi o primeiro: deitou Paola na areia e meteu tudo na boceta molhada dela, estocando rápido enquanto os outros assistiam e batiam punheta. Outro garoto, o moreno tatuado chamado Lucas, enfiou o pau na boca dela. Logo eram dois, três, quatro ao mesmo tempo.
Eles a viraram de todos os jeitos. Paola de quatro na areia enquanto um metia na buceta, outro no cu, e ela chupava dois paus ao mesmo tempo, babando sem parar. Os garotos revezavam sem dó, rindo e gemendo:
— Porra, que puta louca!
— Olha como ela aguenta tudo…
— Vai, vadia, engole mais!
Paola gemia como uma cadela no cio:
— Me fodem… me arrombem toda… sou a puta da praia… quero porra de todos vocês!
Eles fizeram uma roda enorme em volta dela. Paola ficou de joelhos, girando o corpo, chupando um atrás do outro enquanto mãos apertavam seus peitos, dedos fodiam sua boceta e cu. Depois a colocaram no centro: dupla penetração na buceta e no cu, outro na boca, e os demais batendo punheta em cima dela.
A areia virou uma bagunça de corpos suados. Eles foderam ela por quase uma hora e meia sem parar — revezando buracos, dando tapas na bunda, puxando o cabelo. Paola gozou várias vezes, tremendo, squirtando na areia enquanto os garotos gritavam.
No final, o clímax foi coletivo. Os mais de dez garotos cercaram ela novamente. Paola deitada de costas, pernas abertas, boca aberta, língua pra fora. Um por um gozaram forte: jatos grossos de porra jovem caindo no rosto, nos peitos, na barriga, dentro da boceta e do cu. Ela ficou literalmente coberta, melada da cabeça aos pés, engolindo o que conseguia.
Os garotos riam, ofegantes, tirando fotos discretas com o celular.
— Você é doida, hein… volta sempre pra gente — disse Caio, dando um tapa leve na bunda dela.
Paola, atordoada de tanto prazer, levantou devagar, porra escorrendo pelo corpo, e sorriu fraco:
— Pode deixar… eu volto.
Ela caminhou pela praia nua, ainda meio zonza, sentindo o esperma escorrendo pelas coxas, pensando que talvez não quisesse mais “assentar” a vida. Ser puta era o que ela realmente amava.





Oie. Essa praia é um ótimo lugar pra se perder por inteira. Rrrrss... Parabéns. Bxos.