Paola voltou de mais uma “viagem com as amigas” e Bruno a recebeu na porta de casa com aquele sorriso idiota de sempre.
— Saudade pra caralho, amor! Como foi em Brasília? — perguntou ele, abraçando-a.
Paola deu um beijo demorado na boca do marido, a mesma boca que tinha chupado um pauzão preto a noite inteira.
— Foi ótimo, Bruno. A Jéssica e eu nos divertimos bastante… — respondeu ela com voz manhosa.
Mas a verdade era bem diferente.
Na noite anterior, na zona de Brasília, Paola tinha encontrado Thiago, um negão de 1,90m, corpo definido e um pau enorme, grosso e venoso de 26cm.
Assim que entraram no motel, Thiago não enrolou. Tirou a roupa e o pauzão saltou para fora, balançando pesado. Paola arregalou os olhos.
— Caralho… vou levar esse monstro hoje — murmurou ela, já babando.
Thiago sentou na cama e mandou Paola se ajoelhar. Ela obedeceu como uma puta obediente, segurando aquele pau preto com as duas mãos e enfiando o máximo que conseguia na boca. Engasgava, babava, lágrimas escorrendo, mas não parava.
— Isso, sua vadia casada… chupa o pau que seu Bruno nunca vai conseguir te dar.
Paola tirou o pau da boca só para responder:
— Meu Bruno tem um pauzinho normal… isso aqui é rola de verdade. Me fode com ele, por favor.
Thiago jogou ela de quatro na cama, cuspiu na buceta e forçou o pauzão para dentro. Paola gritou alto quando ele entrou:
— Ai porra! Tá me abrindo toda! Mais devagar… não, fode tudo! Me rasga!
Ele meteu fundo, estocadas brutais, segurando a cintura dela. O quarto inteiro ecoava o barulho de pele contra pele e os gemidos desesperados de Paola.
— Fala pra mim — ordenou Thiago, puxando o cabelo dela.
— Eu sou a puta do Bruno! Traio ele com pauzão preto enquanto ele fica em casa achando que sou santa!
Thiago fodeu ela em todas as posições: de lado, cavalgada, missionário com as pernas dela no ombro. Quando gozou, encheu a buceta de Paola com tanto esperma que transbordou, escorrendo até o cu.
Não parou por aí. Depois virou ela de bruços e meteu no cu, arrombando devagar até conseguir enfiar tudo. Paola estava completamente destruída de prazer:
— Goza no meu cu também! Quero voltar pra casa com os dois buracos cheios da sua porra!
Thiago gozou pela segunda vez, enchendo o cu dela.
De volta em casa com Bruno:
À noite, Bruno quis transar. Paola, ainda com a buceta e o cu doloridos e cheios de porra seca, deixou.
Quando Bruno enfiou o pauzinho nela, mal sentiu resistência. Paola apertou um pouco para ele achar que estava apertada.
— Nossa amor, você tá molhadinha pra caralho hoje… — disse Bruno, metendo feliz.
Paola mordeu o travesseiro e pensou:
“Se você soubesse que esse molhado é da porra do negão que me fodeu ontem…”
Bruno gozou rápido, como sempre. Depois abraçou ela por trás e falou baixinho:
— Te amo tanto, Paola. Você é a melhor esposa do mundo.
Paola sorriu no escuro, sentindo o esperma do Thiago ainda dentro dela misturado com o do marido.
— Também te amo, meu Bruno… meu corno lindo.