Algumas semanas depois do casamento, o sogro Augusto já tinha virado o dono oficial da boceta de Paola. Mas ela não parava por aí.
Numa terça-feira de manhã, Henrique saiu cedo pra trabalhar na empresa do pai. Antes de ir, deu um beijinho rápido na esposa e disse:
— Volto só à noite, amor.
Assim que o portão fechou, Paola sorriu maliciosa. Ela sabia que o cunhado, **Theo**, irmão mais novo de Henrique (19 anos), estava passando as férias em casa. Theo era um garoto alto, magrinho, cara de menino ainda, mas com o pau grande e virgem de muita experiência. Ele sempre olhava Paola com tesão disfarçado.
Paola desceu pra cozinha só de uma camisola curta e transparente, sem nada por baixo. Theo estava tomando café, quase engasgou quando viu a cunhada.
— Bom dia, cunhadinho… — ronronou ela, chegando por trás dele e encostando os peitos nas costas do garoto. — Seu irmão foi trabalhar… e eu tô morrendo de tédio.
Theo ficou vermelho, mas o pau já endureceu na hora dentro do short.
— Paola… você é casada com meu irmão… — murmurou ele, sem muita convicção.
Ela riu baixinho, deslizou a mão pra dentro do short dele e segurou o pauzão duro.
— E você é novinho… bem mais gostoso que ele. Quer foder a mulher do seu irmão?
Não precisou de mais nada. Theo virou, agarrou Paola pela cintura e a beijou com fome, apertando a bunda dela. Em segundos ela estava sentada na mesa da cozinha, pernas abertas, camisola levantada. Theo caiu de joelhos e chupou a bocetinha lisinha com vontade, lambendo desajeitado mas cheio de tesão.
— Isso, cunhadinho… lambe bem gostoso — gemia Paola, segurando a cabeça dele.
Depois ela pulou da mesa, ficou de quatro no chão da cozinha e mandou:
— Me fode. Quero sentir esse pau novinho me arrombando.
Theo meteu tudo de uma vez na boceta molhada. Era grande e duro, esticando ela gostoso. Ele fodia rápido, nervoso, dando tapas desajeitados na bunda enquanto gemia:
— Porra, cunhada… você é tão apertada… melhor que eu imaginava…
Paola rebolava pra trás, gemendo alto:
— Isso, me come… fode a puta do seu irmão enquanto ele tá trabalhando… você é muito melhor que ele, Theo!
Eles transaram pela casa toda. No sofá da sala, ela cavalgando ele com força, peitos pulando. Depois no banheiro, Theo fodeu ela contra a pia, olhando no espelho enquanto apertava os mamilos dela. Paola ainda ensinou o cunhado a comer o cuzinho: cuspiu no buraco, mandou ele ir devagar no começo, depois pediu pra meter mais forte.
— Goza dentro, cunhadinho… enche a boceta da sua cunhada casada — pediu ela, voz manhosa.
Theo não aguentou: gozou forte, jorrando muito dentro da bocetinha. Paola gozou junto, tremendo nas pernas.
Eles ainda transaram mais uma vez antes do almoço. Dessa vez ela chupou ele até o final, engolindo toda a porra novinha enquanto olhava nos olhos dele.
Quando terminaram, Paola limpou o canto da boca, deu um beijo safado no cunhado e sussurrou:
— Sempre que seu irmão for trabalhar, você me come, entendeu? Sou sua puta também agora.
Theo, ainda ofegante e com o pau melado, só balançou a cabeça, viciado.
