o coração da cidade velha, depois do viaduto, ficava a Zona. Não era um simples ponto de prostituição — era um paraíso de putaria sem limites. Ali, as regras normais não existiam. As mulheres que trabalhavam nas ruas estreitas, motéis baratos e boates escuras não faziam aquilo só por dinheiro. Elas eram ninfomaníacas de verdade. Viciadas em rola, loucas por gozo, molhadas o dia inteiro. Muitas vezes nem cobravam. Se o cara tivesse cheiro de macho e pau duro, elas abriam as pernas de graça, gemendo como cadelas no cio. Amanda tinha acabado de fazer 22 anos quando chegou lá, puxada pela mãe, a famosa Rose. Rose, aos 39, era lenda na Zona. Peituda, bunduda, boca carnuda. Todo mundo sabia que ela fazia fácil quinze programas por noite, mas o dinheiro era só detalhe. O que ela queria mesmo era levar rola atrás de rola, sentir porra escorrendo pelas coxas a noite inteira. Na primeira noite de Amanda, a Zona estava fervendo. O ar cheirava a cigarro, suor e sexo. Assim que pisou na calçada, ela já sentiu a buceta pulsar dentro da microsaia jeans. — Relaxa, filha — Rose sussurrou, apertando o próprio peito por cima do top. — Aqui é livre. Se quiser dar pra alguém de graça, dá. Se quiser cobrar, cobra. O importante é gozar bastante. Mal terminaram de falar e um grupo de quatro caras já se aproximou. Dois eram clientes antigos da Rose. Em menos de cinco minutos, Rose estava de quatro num beco escuro, levando dois paus ao mesmo tempo: um na buceta melada e outro enfiado fundo na garganta. Ela gemia alto, babando, pedindo mais forte enquanto o cu piscava pedindo atenção. Amanda observava, a calcinha encharcada. Um rapaz alto, tatuado, uns 25 anos, se aproximou dela. — Você é nova... tá a fim? — perguntou, já passando a mão na bunda dela. Amanda não respondeu com palavras. Apenas sorriu, puxou o cara pela camisa e o beijou com fome. Em segundos ela estava contra a parede, saia levantada, sem calcinha. O pau dele era grosso e entrou de uma vez só na bucetinha apertada e molhada. Amanda gemeu alto, cravando as unhas nas costas dele. — Me fode... me fode gostoso — ela implorava, rebolando. Logo outro cara se juntou. Amanda não recusou. Abriu a boca e começou a chupar o segundo pau com vontade, enquanto levava estocadas fortes na buceta. Porra escorria pelo queixo dela, mas ela só gemia mais alto, ninfomaníaca como as outras. O beco virou uma orgia aberta. Rose, deitada num capô de carro, tinha um pau no cu, outro na buceta e ainda masturbava dois caras com as mãos. Gozo voava pra todo lado. Ela ria, suada, pedindo mais: — Enche essa puta, caralho! Quero sair daqui pingando! Amanda, de joelhos agora, revezava entre três paus. Chupava um, depois o outro, engasgando de tesão. Um dos caras gozou na cara dela, grosso e quente. Ela lambeu tudo, sorrindo, e já puxava o próximo pra dentro da boca. A noite seguiu assim. Amanda perdeu a conta de quantos paus comeu. Alguns pagaram bem. Outros ela deixou foder de graça só porque a rola era grande ou o jeito era bruto do jeito que ela gostava. Em certo momento, mãe e filha acabaram lado a lado, ambas de quatro, sendo arrombadas por dois amigos. Elas se olharam, riram e se beijaram com línguas enquanto levavam porrada. Quando o sol começou a raiar, as duas voltavam pro quarto alugado, pernas bambas, bucetas e cus inchados, gozo seco pelo corpo inteiro. Rose acendeu um cigarro e sorriu pra filha: — Bem-vinda à Zona, filha. Aqui a gente não trabalha... a gente goza. Amanda, ainda com gosto de porra na boca, só respondeu: — Amanhã eu quero mais.
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