Henrique estava sentado na sala, nervoso, ainda com o gosto da porra do pai na boca da noite anterior. Quando Theo entrou, o cunhado mais novo parou por um segundo, olhando pro irmão com uma mistura de surpresa e tesão.
Paola desceu as escadas vestindo apenas um robe curto de seda, aberto na frente, mostrando os peitos e a boceta lisinha.
— Oi, cunhadinho… — ronronou ela, andando direto pra Theo e dando um beijo molhado nele, apertando o pau por cima da calça. — Seu irmão já virou corno oficial ontem. Hoje você vai comer sua cunhada na frente dele.
Theo olhou pro Henrique, que estava vermelho de vergonha, mas não disse nada.
— Porra… sério? — perguntou Theo, já sorrindo.
— Sério — respondeu Augusto, que apareceu na sala logo depois, só de short. — Senta aí, Henrique. Hoje é dia do seu irmão mais novo foder sua mulher.
Paola tirou o robe e ficou completamente nua. Ajoelhou na frente de Theo e puxou o pau dele pra fora. Era grande, jovem e já duro. Ela começou a chupar com vontade, fazendo barulho, babando bastante enquanto olhava pro marido.
— Olha bem, amor… olha como seu irmãozinho tem um pau bem melhor que o seu — provocou ela, lambendo da base até a cabeça e enfiando tudo na garganta.
Theo segurou o cabelo dela e começou a foder sua boca devagar.
— Caralho, cunhada… você é mesmo uma puta…
Augusto sentou ao lado do filho e mandou:
— Tira a roupa, Henrique. Quero você peladinho assistindo seu irmão comer sua esposa.
Henrique obedeceu, sentando nu na poltrona, pau pequeno duro de humilhação.
Paola subiu no colo de Theo no sofá, de frente pro marido, e sentou devagar no pau grosso do cunhado. Começou a cavalgar, rebolando a bundinha enquanto gemia alto:
— Ai, Theo… que delícia… você me enche toda… seu irmão nunca me deixou assim…
Theo segurava a cintura dela e metia pra cima com força, fazendo os peitos de Paola pularem. Ele olhava pro irmão e sorria:
— Desculpa, mano… mas sua mulher é viciada em rola de verdade.
Augusto se aproximou, ficou em pé ao lado e enfiou o pau na boca de Paola enquanto ela continuava cavalgando Theo. Dupla penetração oral e vaginal na frente do marido.
— Isso, nora… mama o pau do sogro enquanto meu filho mais novo te fode — grunhia Augusto.
Paola gemia abafada, baba escorrendo, olhos fixos no marido. Depois eles mudaram: colocaram ela de quatro no tapete, virada pra Henrique.
Theo meteu no cuzinho dela, devagar no começo, depois forte. Augusto fodia a boceta. Os dois homens revezavam, estocando a putinha casada ao mesmo tempo.
— Fala pra ele, Paola — ordenou o sogro.
— Eu amo ser comida pelo seu pai e pelo seu irmão… você só serve pra limpar, corno — gemeu ela, voz tremendo de prazer.
Theo não aguentou: gozou primeiro, enchendo o cu de Paola de porra novinha. Augusto veio logo depois, jorrando na boceta dela.
Quando os dois tiraram os paus, mandaram Henrique se aproximar.
— Vem, corno. Limpa sua mulher — disse Theo, ainda ofegante.
Henrique ajoelhou entre as pernas da esposa e lambeu tudo: primeiro o cu melado do irmão, depois a boceta cheia do pai. Paola segurava a cabeça dele, esfregando forte enquanto gemia:
— Isso, amor… lambe a porra do seu irmão e do seu pai da minha boceta e do meu cu… você nasceu pra isso.
Theo e Augusto assistiam rindo, paus ainda semi-duros.
— Bem-vindo ao novo normal da casa, mano — disse Theo, dando um tapa no ombro do irmão.
Paola sorriu, satisfeita e suada:
— Amanhã tem mais. E talvez eu chame meu gerente do banco também…




