Julia tinha 28 anos, era casada há cinco com Marcos, um homem de 42 anos que era ótimo no papel de marido: pagava as contas em dia, era carinhoso e elogiava o corpo dela todos os dias. O problema era na cama. Marcos gozava rápido, mal conseguia deixar Julia molhada de verdade, e depois caía no sono como se tivesse corrido uma maratona. Ela ficava acordada, frustrada, tocando a bucetinha inchada enquanto imaginava algo mais... forte. Tudo mudou quando o apartamento ao lado foi alugado. Theo tinha acabado de fazer 17 anos. Alto, corpo definido de quem malhava todo dia, cabelo bagunçado e um sorriso safado que deixava claro que sabia o efeito que causava nas mulheres. Julia o viu pela primeira vez no corredor, carregando caixas. Ele estava sem camisa, suor escorrendo pelo abdômen tanquinho. — Oi, vizinha. Sou o Theo — disse ele, estendendo a mão suada. Julia sentiu um calor imediato entre as pernas só de olhar para ele. Nas semanas seguintes, os encontros “casuais” começaram a acontecer. Theo sempre arrumava uma desculpa: pedir açúcar, emprestar uma ferramenta, perguntar sobre o condomínio. Marcos nem ligava. Achava o garoto “gente boa”. Uma tarde, Marcos saiu para uma viagem de três dias a trabalho. Julia estava no sofá de shortinho jeans e regata fina quando ouviu a campainha. Era Theo. — Posso usar sua varanda? A minha tá em reforma e quero fumar um cigarro — mentiu ele, com aquele sorriso. Julia deixou. Os dois conversaram, riram, e o papo foi ficando perigoso. Theo não disfarçava: olhava descaradamente para os seios dela, para as coxas grossas. — Sério que seu marido te deixa sozinha assim? — perguntou ele, se aproximando. — Se você fosse minha, eu não saía desse apartamento. Julia sentiu a calcinha molhar. Fazia tempo que ninguém falava com ela daquele jeito. — Ele não dá conta de mim — confessou ela, quase num sussurro. Foi o estopim. Theo não esperou mais. Puxou Julia pela cintura e a beijou com fome. A língua dele era ávida, invasiva. Em segundos ele já tinha a mão dentro do shortinho, dedos grossos passando pela buceta depilada e encharcada. — Caralho, Julia... você tá pingando — gemeu ele contra a boca dela. Ele tirou o short e a calcinha dela ali mesmo na sala. Ajoelhou e abriu as pernas dela no sofá, lambendo tudo: clitóris, lábios, enfiando a língua fundo enquanto ela segurava a cabeça dele, gemendo alto. — Theo... ai, porra... que delícia... Depois ele se levantou, baixou a bermuda e mostrou o pau. Jovem, grosso, duro pra caralho, com a cabeça rosada brilhando. Julia mordeu o lábio e se virou de quatro no sofá, empinando a bunda. — Me fode. Agora. Theo meteu de uma vez. Julia soltou um gemido longo e rouco ao sentir o pau novinho abrindo ela inteira. Ele era maior que o marido, mais grosso, e tinha energia de sobra. Segurou os quadris dela e começou a meter forte, fundo, batendo a pelve contra a bunda macia. — Isso... assim... me rasga — pedia Julia, empinando mais. Theo metia sem parar, dando tapas na bunda, puxando o cabelo dela. Mudaram de posição várias vezes: ele sentou no sofá e ela cavalgou com vontade, os seios pulando enquanto rebolava gostoso no pau dele. Depois ele a pegou no colo, de frente, e meteu em pé, andando com ela até encostar na parede. Julia gozou duas vezes. Na primeira, tremendo inteira, apertando o pau dele com a buceta. Na segunda, esguichou um pouco, molhando as coxas dele. — Vou gozar dentro — avisou Theo, ofegante. — Goza... me enche — implorou ela. Theo deu umas últimas estocadas brutas e explodiu dentro dela, jatos quentes enchendo a bucetinha casada. Julia sentiu o pau pulsar forte, gozando junto com ele. Depois disso, virou vício. Sempre que Marcos saía, Theo ia para o apartamento. Às vezes ele nem esperava: mandava mensagem e Julia já descia de calcinha e camisola curta. Ele a comia na varanda (com risco de alguém ver), na cozinha, no quarto de casal. Uma vez a fodeu na cama de Marcos, enquanto ela segurava o travesseiro do marido, gemendo “Theo... mais forte”. O melhor era o contraste. De dia, Julia era a esposinha doce que beijava o marido na porta. À noite, virava a putinha do vizinho novinho, que sabia exatamente como deixar ela toda arrombada e satisfeita. Marcos continuava sem desconfiar de nada. Às vezes até comentava: — O Theo é um bom garoto, né? Julia só sorria, sentindo o esperma do vizinho ainda escorrendo pela coxa por baixo do vestido. — É sim, amor... bem novinho e prestativo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.