Alguns meses depois de tantas putarias, Paola decidiu “assentar” a vida — pelo menos na aparência. Ela casou com Henrique, um menino de 23 anos, filhinho de papai rico, mimado e um pouco bobinho. Ele era bonito, tinha dinheiro, carro importado e morava numa mansão enorme com os pais. Henrique achava que Paola era a namorada “boazinha” que finalmente tinha domado. Coitado.
O sogro, Sr. Augusto, era bem diferente: 54 anos, homem feito, alto, voz grossa, corpo ainda forte de quem malha e comanda empresa. Casado há 28 anos com a sogra (uma mulher fria e ausente). Desde o primeiro dia que viu Paola, o sogro não tirava os olhos da bundinha dela.
No dia do casamento, enquanto Henrique tirava fotos com os amigos, Augusto encurralou Paola num corredor discreto da festa, apertou a cintura dela e sussurrou no ouvido:
— Você pode até ter casado com meu filho… mas essa bocetinha agora é território meu também.
Paola sorriu safada, roçou a mão no pau dele por cima da calça e respondeu:
— Então vem tomar o que é seu, sogro.
A primeira vez aconteceu apenas uma semana depois do casamento. Henrique tinha viajado com os amigos pra comemorar a “lua de mel adiada”. Paola ficou sozinha na mansão. À noite, Augusto bateu na porta do quarto dela.
— Sua sogra já dormiu — disse ele, entrando e trancando a porta.
Paola estava só de baby-doll transparente. Não falou nada. Apenas caiu de joelhos e puxou o pau do sogro pra fora. Era grosso, grande, com veias marcadas — bem diferente do pauzinho do filho. Ela chupou com devoção, babando inteiro, olhando pra cima com cara de puta.
— Caralho… você é muito mais safada do que meu filho merece — grunhiu Augusto, segurando a cabeça dela e fodendo sua garganta.
Ele a jogou na cama, abriu as pernas dela e meteu tudo de uma vez na bocetinha recém-casada. Estocadas fortes, profundas, possessivas.
— Essa boceta agora tem dono, entendeu? — dizia ele enquanto batia fundo. — Meu filho pode te comer de vez em quando… mas eu vou te foder quando eu quiser.
Paola gemia alto, cravando as unhas nas costas dele:
— Sim, sogro… me fode melhor que seu filho… sou sua puta agora.
Augusto virou ela de quatro, deu tapas fortes na bunda e meteu no cuzinho sem piedade. Fodeu os dois buracos por quase uma hora, fazendo Paola gozar várias vezes. Terminou enchendo a bocetinha de porra quente, bem fundo, marcando território.
A partir daí virou rotina. Quase todo dia, quando Henrique saía pra trabalhar ou jogar videogame, Augusto chamava Paola pro escritório dele em casa, pro quarto de hóspedes ou até na suíte do casal quando a sogra viajava.
Às vezes ele era bruto: fodia ela contra a parede, tapava a boca pra ela não gritar e gozava dentro. Outras vezes fazia devagar, mandando ela cavalgar enquanto ele apertava os peitos e chamava ela de “nora vadia”.
Uma tarde, Henrique quase pegou os dois. Chegou mais cedo e ouviu gemidos vindo do escritório. Quando abriu a porta, encontrou Paola sentada na mesa, pernas abertas, com o pau do pai dele metido até o fundo.
Augusto nem tirou. Apenas olhou pro filho com frieza e disse:
— Sai e fecha a porta, Henrique. Os adultos estão ocupados.
Paola, com o rosto corado de tesão, só mordeu o lábio e rebolou devagar no pau do sogro enquanto o marido, humilhado, saía do quarto sem dizer nada.
Desde então, Henrique virou um corno manso. Sabia que a esposa era puta do próprio pai, mas não tinha coragem de enfrentar o sogro. Paola, por sua vez, adorava a situação: morava numa mansão, tinha dinheiro, fodia o marido de vez em quando pra manter as aparências… e era comida gostoso pelo sogro quase todos os dias.
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