Nos dois dias seguintes, a Zona parecia ter acordado mais quente que nunca. De tarde, por volta das três horas, Rose e Amanda decidiram sair um pouco do ambiente pesado. As duas estavam com o corpo marcado de chupões e mordidas, mas o tesão não diminuía. Vestiram roupas simples mas provocantes: shortinhos jeans curtíssimos, cropped justos e chinelos. Maquiagem leve, cabelo solto. — Vamos fazer a unha primeiro, depois damos uma volta — disse Rose, já sentindo a buceta molhar só de pensar em provocar estranhos. No salão de beleza, as duas sentaram lado a lado. Enquanto a manicure pintava as unhas de vermelho putinha, Amanda cruzava e descruzava as pernas, exibindo a falta de calcinha. Rose, mais descarada, deixou o short subir tanto que a bunda quase aparecia. As duas riam baixinho, comentando como estavam molhadas só de estar fora do quarto. Quando saíram do salão, o sol ainda estava forte. Caminharam pela avenida movimentada, chamando atenção de todo mundo. Carros buzinavam, homens viravam o pescoço. Em certo ponto, elas pararam numa pracinha para tomar uma água gelada. Foi quando três taxistas, que estavam parados ali batendo papo, repararam nelas. — Olha as duas... parecem putas de luxo — comentou um deles, alto e forte, uns 45 anos. Rose sorriu e se aproximou rebolando: — Putas de luxo não, amor. Putas de verdade. Querem brincar? Os taxistas não acreditaram na sorte. Em menos de dez minutos, as duas estavam dentro de um táxi estacionado num canto mais reservado atrás da praça. Os vidros eram escuros, mas ainda assim dava pra ver o movimento. Amanda sentou no colo do taxista mais jovem, já puxando o pau dele pra fora. O cara estava duro feito pedra. Ela desceu devagar, engolindo o pau inteiro na bucetinha molhada, e começou a cavalgar gostoso, gemendo baixinho. Rose, mais experiente, ficou de quatro no banco de trás com os outros dois. Um metia na buceta, o outro enfiava no cu dela sem dó. O carro balançava visivelmente. Rose gemia alto: — Isso, me arromba! Quero os dois buracos cheios! Amanda, suada, virou de frente pro rapaz e acelerou o ritmo, os peitos pulando dentro do cropped. Ele chupava os mamilos dela com fome enquanto apertava a bunda. — Goza dentro... pode gozar tudo — ela sussurrou no ouvido dele. O cara não aguentou. Segurou a cintura dela e encheu a buceta de porra quente. Amanda gozou junto, tremendo, apertando o pau com a buceta. Do banco de trás, Rose já estava recebendo o segundo gozo. Um dos taxistas gozou no cu dela, o outro puxou e gozou na cara e nos peitos. Rose lambia tudo que conseguia, rindo safada. Quando terminaram, os taxistas, ofegantes, ofereceram dinheiro. — Não precisa — disse Amanda, limpando a porra do queixo com o dedo e lambendo. — A gente faz de graça quando gosta. Mas se quiserem repetir amanhã... Rose completou, ainda com o cu piscando: — Amanhã a gente marca uma festinha maior. Vocês chamam mais uns amigos taxistas. A gente paga a “corrida” com a buceta e o cu a tarde toda. Os homens concordaram na hora. As duas voltaram caminhando devagar pra Zona, gozo escorrendo pelas pernas, unhas vermelhas novinhas brilhando ao sol. Amanda olhou pra mãe e sorriu: — Tô amando essa vida, mãe. Rose passou o braço em volta dela e apertou um dos seios da filha por cima da roupa. — Isso é só o começo, filha. Amanhã vamos fazer aqueles taxistas pagarem a maior festa da vida deles.
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