Ana não conseguia mais pensar em outra coisa. Depois da noite pública no clube, ela queria ultrapassar todos os limites. Dois dias depois, enquanto Marcos fodia ela devagar por trás, Ana gemeu no travesseiro: — Amor… quero um gangbang de verdade. Grande. Quero ser usada por muitos homens ao mesmo tempo. Quero virar o centro de um bando de paus. Marcos mordeu o ombro dela e respondeu: — Então vamos fazer do jeito certo. Eles marcaram para o sábado seguinte num galpão privado que o clube usava para eventos maiores. Convites foram feitos: 18 homens confirmaram (a maioria estranhos selecionados, alguns repetindo do clube anterior). Todos testados, todos limpos. Regras: sem limites, exceto proteção apenas se o homem quisesse. Ana chegou vestindo apenas um casaco aberto, salto e a coleira. Quando entrou na sala grande, iluminada por luzes vermelhas, os 18 homens já estavam lá, paus para fora, esperando. Ela sorriu safada, tirou o casaco e falou em voz alta: — Hoje eu sou a puta de vocês. Podem me usar como quiserem. O caos começou. Quatro homens subiram primeiro. Dois enfiaram os paus na boca de Ana ao mesmo tempo, esticando seus lábios. Um terceiro meteu na buceta, o quarto no cu. Ela estava completamente preenchida, balançando entre os quatro paus. Os gemidos abafados ecoavam pelo galpão. Os outros assistiam, masturbando-se. Eles a viravam como um brinquedo. Ana foi colocada de quatro no grande colchão central. Homens se revezavam sem parar: buceta, cu, boca, mãos. Dois paus na boca, um na buceta, um no cu — DP duplo. O corpo dela tremia sem controle. — Mais! Quero mais! — gritava ela entre um pau e outro. Aos poucos foram aumentando. Dois homens deitaram lado a lado, Ana sentou com um pau na buceta e outro no cu, quicando enquanto chupava um terceiro. Outros dois usavam suas mãos para se masturbarem. Porra já escorria por todo lado. Homens gozavam dentro dela, no rosto, nos peitos, na barriga. Assim que um gozava, outro tomava o lugar imediatamente. Em certo ponto, eles a levantaram no ar. Dois paus sustentando ela pelos quadris, um na buceta e outro no cu, enquanto ela chupava outro. Ana gozava sem parar, o corpo convulsionando, squirtando no chão várias vezes. Júlia também participou: segurava a cabeça de Ana enquanto os homens fodiam sua garganta, lambia o cu dela entre uma penetração e outra, e beijava ela toda suja de porra. O ápice veio quando organizaram um “trem”. Ana deitada de costas, pernas bem abertas. Dezesseis homens foderam ela em sequência, um atrás do outro, enchendo sua buceta e cu de porra. Cada um metia até gozar dentro, criando um enorme creampie que escorria sem parar. Ana perdeu a conta de quantos orgasmos teve. Estava rouca de tanto gemer e gritar. No final, os 18 homens formaram um círculo ao redor dela, que estava de joelhos no centro, exausta, coberta de suor e sêmen. Um a um, gozaram no rosto, cabelo e boca aberta dela. Ana engolia o que conseguia, o resto escorrendo pelo corpo. Quando o último gozou, ela olhou para Marcos com os olhos vidrados de prazer completo e sussurrou: — Eu nunca me senti tão puta… e tão viva. Quero mais. Quero maior da próxima vez. Marcos se aproximou, limpou um pouco do sêmen do rosto dela com o dedo e colocou na boca da esposa. — Você agora é minha gangbang queen, amor.
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