Dois dias depois, Paola decidiu subir o nível. Mandou mensagem pro gerente Dr. Marcelo:
> “Hoje à noite vem pra minha casa. Meu marido, meu sogro e meu cunhado vão estar aqui. Quero que você me foda na frente deles.”
Marcelo respondeu quase imediatamente: “Estou indo. Levo uísque.”
Às 20h, o gerente chegou na mansão. Alto, bem vestido, cheirando a dinheiro e poder. Paola recebeu ele na porta só de lingerie vermelha transparente e salto alto.
Assim que ele entrou na sala, encontrou o cenário montado:
- **Augusto** (sogro) sentado no sofá grande, só de robe aberto.
- **Theo** (cunhado) já sem camisa, pau marcando na calça.
- **Henrique** (marido) sentado nu na poltrona do canto, mãos sobre o colo, pauzinho pequeno já meio duro de humilhação.
Paola puxou Marcelo pro centro da sala e o beijou na boca com fome, apertando o pau dele por cima da calça.
— Esse é meu gerente, doutor Marcelo… o homem que me fode no banco todo dia. Hoje ele vai me usar aqui em casa, na frente da família toda.
Marcelo sorriu com arrogância, olhando pros três homens.
— Então esse é o corno mansinho… e vocês dois são os que andam comendo ela também? Boa noite, senhores. Hoje vamos foder sua mulher juntos.
A suruba começou forte.
Paola foi colocada de quatro no tapete central. Marcelo foi o primeiro: abaixou a calça, tirou o pau grosso e meteu tudo na boceta dela de uma vez, estocando forte enquanto dava tapas na bunda.
— Isso, putinha do banco… toma rola na frente do seu marido corno.
Augusto se aproximou e enfiou o pau na boca de Paola. Theo ficou do outro lado, fazendo ela masturbar ele. Henrique só assistia, obrigado a ficar de pau duro sem tocar em nada.
Eles rodaram ela por quase uma hora sem parar.
- Dupla penetração: Marcelo no cu + Augusto na boceta, enquanto Theo fodia a boca dela.
- Theo e Marcelo foderam ela de sanduíche no sofá, um no cu e outro na buceta, enquanto Augusto batia punheta no rosto dela.
- Fizeram Paola cavalgar o sogro enquanto chupava o gerente e o cunhado revezavam na boca.
A cada troca, eles provocavam Henrique:
— Olha como sua mulher geme com pau de verdade, corno — dizia Marcelo, metendo fundo.
— Ela engole minha rola melhor que chupa a sua, mano — ria Theo.
— Essa boceta agora tem vários donos, filho. Você só limpa — completava Augusto.
Paola gozava sem parar, gritando:
— Me arrombem, seus machos… sou a puta da casa! Meu marido só serve pra lamber porra!
No final, os quatro homens cercaram Paola ajoelhada no meio da sala. Ela estava suada, cabelo desgrenhado, boceta e cu vermelhos e abertos.
Um por um gozaram nela:
- Marcelo gozou fundo na boceta.
- Augusto encheu o cu.
- Theo jorrou no rosto e na língua.
- Marcelo ainda mandou Henrique se aproximar e segurou a cabeça do corno enquanto o resto da porra escorria.
— Agora limpa, corno. Lambe tudo que a gente deixou na sua mulher — ordenou o gerente.
Henrique, completamente destruído e excitado, ajoelhou e começou a lamber: primeiro a boceta cheia do gerente, depois o cu do pai, o rosto melado do irmão. Paola segurava a cabeça dele, esfregando forte enquanto gemia:
— Isso, meu corno lindo… lambe a porra do meu gerente, do seu pai e do seu irmão… esse é seu papel agora.
Marcelo, ainda com o pau semi-duro, sentou no sofá e puxou Paola pro colo.
— Daqui pra frente eu venho aqui toda semana. E se você se comportar, trago mais dois gerentes do banco pra gente foder ela na frente de você, Henrique.
Paola sorriu, beijou o gerente na boca e olhou pro marido:
— Ouviu, amor? A putaria só está começando…



