Rotina Noturna na Zona
Eram 21h30 quando Paola e Jéssica desceram do Uber na principal rua da zona. As duas estavam vestidas para foder: Paola com um vestidinho preto curto e colado, sem sutiã e sem calcinha, maquiagem forte e batom vermelho. Jéssica de saia jeans curta e top que mal cobria os peitos grandes.
Assim que pisaram na calçada, os olhares dos homens já caíram em cima delas como predadores.
Primeira hora (21h30 ~ 22h30)
Caminharam devagar pela rua, rebolando. Paola logo foi abordada por um homem de uns 50 anos, bem vestido (aparentava ser empresário ou político).
— Quanto pra te comer agora?
— 500 reais a hora, sem camisinha — respondeu ela sem vergonha.
Cinco minutos depois, estavam no banco de trás de um carro preto. O homem metia nela com força enquanto apertava seus peitos. Paola gemia alto:
— Me fode gostoso... meu marido tá em casa achando que eu tô passeando com amiga. Ele é um corno manso.
O homem gozou dentro dela em menos de dez minutos. Paola limpou a buceta com a própria calcinha que trazia na bolsa, guardou o dinheiro e voltou pra rua.
Segunda rodada (22h40 ~ 23h30)
Jéssica chamou ela para um motel barato ali perto. Lá, as duas pegaram dois clientes juntos: um cara novo e musculoso e um mais velho.
Paola ficou de quatro na cama enquanto o musculoso metia na buceta e o velho enfiava o pau na boca dela. Jéssica estava ao lado, sendo comida também. O quarto encheu de barulho de tapa na bunda, gemidos e sacanagem:
— Isso, sua vadia casada! Leva rola de estranho enquanto o corno paga a viagem! — gritava o musculoso.
Paola cuspia no pau do velho e respondia:
— Eu amo! Quero voltar pra casa toda arrombada e cheia de porra!
Eles trocaram de posição. Fizeram as duas de conchinha, depois Paola sentou no pau do musculoso enquanto chupava o outro. Gozaram quase juntos: um na boca, outro enchendo a buceta. Paola engoliu tudo e mostrou a língua limpa.
Terceira e quarta rodadas (00h ~ 02h)
Voltaram pra rua. Paola estava com a buceta inchada e melada. Pegou um moto-taxista. Ele não quis pagar motel — comeu ela ali mesmo, encostada num muro escuro. Levantou o vestidinho e meteu em pé, segurando a bundona dela. Paola gemia baixinho:
— Me enche de porra, vai... quero sentir escorrendo enquanto ando na rua.
Ele gozou dentro e saiu. Paola mal teve tempo de respirar e já foi chamada por um grupo de três amigos (todos entre 30 e 40 anos). Subiram num apartamento simples que funcionava como puteiro.
Lá, foi um verdadeiro arrombamento coletivo.
Um na buceta
Um na boca
O terceiro apertando os peitos e filmando
Eles revezavam, davam tapa na cara, puxavam o cabelo. Paola estava em êxtase:
— Me usam toda! Sou uma puta de verdade! Meu marido nunca me fode assim... ele nem imagina que a esposinha dele tá levando rola de três ao mesmo tempo na zona!
Fizeram DP (dupla penetração): um na buceta e outro no cu. Paola gritava de prazer e dor misturados. Gozaram os três nela — dois dentro e um na cara. Quando terminaram, ela estava com o rímel escorrendo, o vestido todo amassado e as pernas tremendo.
Última fase (02h30 ~ 04h)
Jéssica e Paola ainda pegaram mais dois clientes cada. Paola fez um boquete rápido num carro e outro programa completo num motel com um homem casado que pagou extra pra gozar no cu dela.
Quando as duas finalmente voltaram pro hotel de luxo (pago pelo Paulo), já passava das 5h da manhã.
Paola tirou uma foto no espelho do banheiro: rosto marcado, cabelo bagunçado, buceta vermelha e inchada, escorrendo porra misturada. Mandou pra Jéssica com a legenda:
“Mais uma noite de puta completa. O corno nunca vai saber.”
Depois tomou um banho, colocou um pijama comportado e deitou. Quando Paulo ligou às 8h da manhã, ela atendeu com voz doce:
— Oi amor... dormi tão bem aqui no hotel. Tá sendo uma viagem maravilhosa.
Enquanto isso, a buceta dela ainda latejava da surra de paus que levou a noite inteira.