Paola sempre soube do poder que seu corpo exercia sobre os olhares. Aos 32 anos, casada há oito com Marcos, ela havia descoberto um prazer secreto: o de se exibir. Não era apenas vaidade. Era um fogo que queimava entre as pernas toda vez que sentia olhos famintos deslizando por sua pele.
Aquele fim de semana em Florianópolis era perfeito. O sol forte de Santa Catarina brilhava sobre a Praia do Joaquina. Paola saiu do hotel vestindo um micro biquíni branco que mal cobria o essencial. O top era dois triângulos minúsculos que lutavam para conter seus seios fartos e firmes, deixando a maior parte deles à mostra. A calcinha era pouco mais que um fio dental que desaparecia entre suas nádegas redondas e bronzeadas. Quando ela caminhava pela areia quente, o tecido fino roçava deliciosamente contra seu clitóris já inchado de expectativa.
Marcos caminhava alguns passos atrás, fingindo ler o celular, mas seus olhos não desgrudavam da esposa. Ele adorava ver como os homens viravam a cabeça. Alguns paravam de jogar futevôlei. Outros baixavam os óculos escuros. Paola sentia cada olhar como uma carícia quente.
Ela estendeu a canga bem no meio da praia, onde o fluxo de pessoas era maior. Deitou-se de barriga para baixo primeiro, arqueando levemente as costas para empinar a bunda. O fio do biquíni quase não existia. Um vento leve fazia o tecido vibrar contra sua pele sensível. Ela abriu as pernas devagar, o suficiente para que quem passasse pudesse imaginar o que havia entre elas.
— Você está molhada já, né? — murmurou Marcos, sentando-se ao lado.
Paola sorriu, virando o rosto para ele com os olhos semicerrados de tesão.
— Encharcada. Olha como eles me olham...
Ela virou de barriga para cima. Os seios quase saltaram do top minúsculo. Os mamilos endurecidos marcavam o tecido fino. Um grupo de jovens surfistas passou bem perto. Um deles não disfarçou e encarou abertamente. Paola abriu as pernas um pouco mais, fingindo ajustar o biquíni, mas na verdade puxando o tecido para o lado por um segundo, revelando o lábio inchado e depilado.
O calor entre suas coxas aumentava. Ela pediu para Marcos passar protetor. Enquanto as mãos dele deslizavam pelo seu corpo, ela gemia baixinho, quase inaudível. Quando os dedos dele roçaram por baixo do biquíni, encontraram-na completamente encharcada.
— Quero que eles vejam — sussurrou ela, virando de lado e deixando uma perna dobrada, expondo-se ainda mais.
Marcos olhou ao redor. Alguns homens tinham parado discretamente, fingindo olhar o mar, mas claramente assistindo. Paola adorava aquilo. Ela deslizou a mão discretamente por baixo do biquíni e começou a se tocar devagar, círculos lentos no clitóris latejante, enquanto fingia tomar sol.
O tesão era tanto que ela tremia. Marcos se deitou ao lado, cobrindo parcialmente a visão, mas deixando o suficiente para quem quisesse ver. Paola gozou ali mesmo, mordendo o lábio para não gemer alto, o corpo se contorcendo levemente na canga enquanto ondas de prazer a invadiam.
Mais tarde, na água, o micro biquíni molhado ficou quase transparente. Seus seios perfeitos e a boceta depilada ficavam evidentes. Marcos a puxou para um beijo profundo enquanto a mão dele invadia o biquíni por baixo d’água, dedos entrando nela com facilidade.
— Hoje à noite vou te foder na varanda do hotel — prometeu ele. — Com você de frente pro mar, gemendo alto pra quem quiser ouvir.
Paola sorriu, apertando o pau duro do marido por cima da sunga.
— E amanhã eu quero um biquíni ainda menor.
Cumplicidade maravilhosa