Paola acordou cedo naquela manhã, vestiu a saia plissada do uniforme que mal cobria metade das coxas grossas, uma blusinha branca justa que marcava os peitos empinados e foi pra escola. Aos 19 anos, já no último ano, ela era a aluna que todos os garotos da sala olhavam com desejo. Assim que entrou na sala de aula, seus amigos já estavam lá: Lucas, Matheus, Pedro e o Rodrigo — todos entre 18 e 20 anos, cheios de tesão acumulado. Paola sentou na carteira da frente, cruzou as pernas devagar e deixou a saia subir o suficiente pra mostrar a calcinha branca. Os quatro notaram na hora. Durante a primeira aula, as mensagens no grupo do WhatsApp não paravam: Lucas: Tô doido pra te comer hoje Matheus: Banheiro do terceiro andar tá vazio no intervalo Pedro: Você topa dar pra nós quatro? Paola: ?? Topo. Quero todos vocês me usando. No intervalo, Paola saiu da sala rebolando, sentindo o olhar dos quatro queimando nela. Eles foram atrás, um por um, pra não dar na cara. No banheiro do terceiro andar — o mais isolado da escola —, trancaram a porta principal e a levaram pro último box. Paola não perdeu tempo. Ajoelhou no chão frio e abriu o zíper de todos eles. Quatro paus jovens, duros e latejantes na frente dela. Ela começou chupando o de Lucas bem fundo, enquanto masturbava Matheus e Pedro com as mãos. Rodrigo segurava o cabelo dela, guiando a boca. — Caralho, Paola... você é uma puta mesmo — gemeu Rodrigo. Eles a levantaram, tiraram a calcinha e a colocaram de quatro sobre a tampa da privada. Lucas foi o primeiro: meteu tudo de uma vez na bocetinha molhada, estocando forte enquanto ela gemia baixinho pra não fazer barulho. Matheus enfiou o pau na boca dela, fodendo sua garganta. Pedro e Rodrigo apertavam os peitos dela, beliscando os mamilos. Eles revezavam sem piedade. Lucas gozou dentro dela primeiro, enchendo a boceta. Matheus trocou de lugar e meteu no lugar do amigo, usando o esperma como lubrificante. Depois foi a vez de Pedro no cuzinho apertado — Paola soltou um gemido abafado quando ele forçou a entrada, mas logo estava rebolando pedindo mais. — Me fode mais forte... me usam todinha — sussurrava ela, voz manhosa. Rodrigo deitou no chão do box e Paola sentou no pau dele, cavalgando enquanto Pedro continuava metendo no cu. Dupla penetração completa. Os outros dois enfiavam os paus na boca dela alternadamente. O banheiro ecoava baixinho com o som de pele batendo, gemidos abafados e respirações ofegantes. Um por um eles gozaram: um no rosto, outro nos peitos, outro dentro da boceta e o último no cuzinho. Paola ficou de joelhos, toda lambuzada de porra, maquiagem borrada, uniformezinho amarrotado, sorrindo safada enquanto lambia os restos que escorriam pelos lábios. Eles saíram do banheiro um por um, disfarçando. Paola voltou pra sala de aula com as pernas tremendo, sentindo o esperma dos quatro amigos escorrendo devagar pela coxa por baixo da saia. No resto da aula, ela só conseguia pensar no próximo intervalo.
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