Um cara de carro de passeio fodeu ela de lado no banco do passageiro (R$ 250).
Dois caminhoneiros juntos: um na boca, outro na buceta, dentro da cabine (R$ 400).
Um motoqueiro jovem meteu ela encostada no caminhão, rapidinho (R$ 150).
A cada programa, Ana voltava para o acostamento com porra escorrendo pelas coxas, short desarrumado, e acenava para o próximo.
O sexto foi o mais pesado. Um caminhão baú grande parou. Dois homens desceram. Pagaram R$ 600 para os dois. Colocaram Ana de quatro no colchão sujo dentro do baú e revezaram na buceta e no cu, fodendo forte enquanto caminhões passavam buzinando na BR-101. Um gozou dentro da buceta, o outro no rosto.
Ana estava suada, suja, com o short abaixado e o cropped levantado. Mesmo assim, ela continuou.
Por volta das 2h da manhã, já tinha feito 9 programas. A buceta e o cu latejavam, cheios de porra de estranhos. O corpo dela cheirava a sexo, cigarro e diesel.
Ela mandou mensagem para Marcos:
“Vem me buscar. Já fiz quase mil reais hoje… e ainda quero mais um antes de ir embora.”
Marcos chegou com o carro. Ana entrou, sentou no banco com as pernas abertas, porra escorrendo no estofado, e deu um beijo nele com gosto de vários homens.
— Eu adorei, amor. Quero voltar semana que vem. Quero fazer mais programas… e quem sabe até marcar um ponto fixo.
Marcos apertou a coxa dela, sentindo a mistura quente escorrendo.
— Você realmente virou uma puta da BR-101 agora.



Uma delícia de relato!! Minha esposa adora fazer um programinha, mas geralmente é mais comedida...
Q bundinha linda!