Depois do grande gangbang, Ana estava completamente viciada em ultrapassar limites. Três dias depois, enquanto tomava banho com Marcos, ela encostou o corpo molhado nele e falou direto:
— Amor, quero fazer programa. De verdade. Quero ir pra BR-101, parar no acostamento, e me vender pra caminhoneiros e motoristas. Quero sentir o que é ser uma puta de estrada.
Marcos sentiu o pau endurecer na hora.
— Tem certeza? Isso é perigoso… e muito exposto.
— É exatamente por isso que eu quero — respondeu ela, olhando nos olhos dele. — Quero que você me leve e fique por perto, assistindo de longe.
No sábado à noite, por volta das 23h, eles foram. Ana vestiu uma roupa bem puta de estrada: short jeans minúsculo, cropped branco justo que mal cobria os seios, salto alto e uma jaqueta fina. Sem calcinha. O cabelo solto e maquiagem forte.
Marcos estacionou o carro a uns 200 metros de distância, num ponto estratégico, com visão boa. Ana desceu e foi andando pelo acostamento da BR-101, perto de um trecho com bastante movimento de caminhões.
O primeiro caminhão parou em menos de 10 minutos.
Um caminhoneiro de uns 45 anos baixou o vidro:
— Quanto, gostosa?
— R$ 100 pra chupar, R$ 200 pra foder — respondeu Ana, sem hesitar.
O homem sorriu e mandou ela subir na boleia. Dentro da cabine apertada, Ana ajoelhou no banco e chupou o pau grosso dele com fome. O caminhoneiro segurava sua cabeça e fodia sua garganta. Em poucos minutos gozou na boca dela. Ana engoliu tudo, mostrou a língua e desceu.
Marcos assistia tudo de longe, pau na mão.
Nos 40 minutos seguintes, Ana fez mais quatro programas rápidos:
Um cara de carro de passeio fodeu ela de lado no banco do passageiro (R$ 250).
Dois caminhoneiros juntos: um na boca, outro na buceta, dentro da cabine (R$ 400).
Um motoqueiro jovem meteu ela encostada no caminhão, rapidinho (R$ 150).
A cada programa, Ana voltava para o acostamento com porra escorrendo pelas coxas, short desarrumado, e acenava para o próximo.
O sexto foi o mais pesado. Um caminhão baú grande parou. Dois homens desceram. Pagaram R$ 600 para os dois. Colocaram Ana de quatro no colchão sujo dentro do baú e revezaram na buceta e no cu, fodendo forte enquanto caminhões passavam buzinando na BR-101. Um gozou dentro da buceta, o outro no rosto.
Ana estava suada, suja, com o short abaixado e o cropped levantado. Mesmo assim, ela continuou.
Por volta das 2h da manhã, já tinha feito 9 programas. A buceta e o cu latejavam, cheios de porra de estranhos. O corpo dela cheirava a sexo, cigarro e diesel.
Ela mandou mensagem para Marcos:
“Vem me buscar. Já fiz quase mil reais hoje… e ainda quero mais um antes de ir embora.”
Marcos chegou com o carro. Ana entrou, sentou no banco com as pernas abertas, porra escorrendo no estofado, e deu um beijo nele com gosto de vários homens.
— Eu adorei, amor. Quero voltar semana que vem. Quero fazer mais programas… e quem sabe até marcar um ponto fixo.
Marcos apertou a coxa dela, sentindo a mistura quente escorrendo.
— Você realmente virou uma puta da BR-101 agora.