Numa sexta-feira à noite, Paola marcou com o Sr. Fernando, 46 anos, um homem casado que ela conheceu na academia. Ele era musculoso, dono de uma empresa, e tinha uma esposa ciumenta chamada Vanessa (42 anos), uma morena alta, corpo definido e temperamento forte. Paola vestiu o menor vestido possível: curto, decotado, sem sutiã e sem calcinha.
Eles foram pra um motel discreto na saída da cidade. Assim que entraram no quarto, Fernando perdeu o controle. Jogou Paola na cama, levantou o vestido e meteu a cara na bocetinha lisinha dela, chupando com fome enquanto ela gemia alto.
— Sua putinha novinha… minha mulher nunca me deixa comer assim — rosnava ele, enfiando dois dedos grossos enquanto lambia o clitóris.
Paola rebolava no rosto dele, apertando os peitos e gemendo:
— Me fode, corno… me usa enquanto sua esposa espera em casa.
Fernando virou ela de quatro e meteu tudo de uma vez, estocando forte, batendo a barriga na bundinha empinada da garota. O quarto ecoava com o barulho de tapa na bunda e gemidos. Ele fodeu Paola em várias posições: cavalgada, missionário com as pernas dela no ombro, e terminou gozando bem fundo na bocetinha apertada, enchendo ela de porra quente.
Eles estavam deitados, suados e recuperando o fôlego, quando a porta do motel foi escancarada com um chute.
Vanessa, a esposa, entrou furiosa. Ela tinha rastreado o celular do marido.
— Seu filho da puta! E você… sua putinha barata! — gritou ela.
Fernando tentou se explicar, mas Vanessa deu um tapa forte no rosto dele e mandou ele sentar no canto da cama, calado.
Então virou o olhar pra Paola, que ainda estava nua, com esperma escorrendo da boceta.
— Achou que podia roubar meu marido, sua vadia novinha?
Vanessa agarrou Paola pelos cabelos e puxou ela pra fora da cama. A primeira tapa veio forte no rosto, depois outra, e outra. Paola gemeu, mais de tesão que de dor. A esposa ciumenta sentou na beira da cama, puxou a garota pro colo e começou a dar uma surra de mão aberta na bundinha redonda.
— Toma, sua puta! — dizia Vanessa, cada tapa ecoando no quarto. A bunda de Paola ficava vermelha rapidamente. — Isso é pra você aprender a não abrir as pernas pro meu marido!
Paola gemia alto, rebolando no colo da mulher mais velha, a boceta molhando as coxas de Vanessa.
— Ai, senhora… desculpa… eu sou uma puta… — fingia pedir, mas a voz saía manhosa.
Fernando assistia tudo com o pau duro novamente. Vanessa percebeu e riu com desprezo.
— Olha só pra isso… você gosta de apanhar, né sua safada?
Ela abriu as pernas de Paola e enfiou dois dedos na boceta cheia de porra do marido, fodendo com raiva enquanto dava mais tapas na bunda. Depois mandou Paola ajoelhar e chupar o pau do marido dela na frente dela.
— Chupa ele direito, que eu vou te ensinar a respeitar mulher casada.
Enquanto Paola engolia a rola de Fernando até o fundo, babando, Vanessa dava tapas no rosto dela e apertava seus mamilos com força. Depois, a esposa tirou a própria calça jeans e sentou no rosto de Paola, esfregando a buceta molhada (de raiva e excitação) na boca da novinha.
— Lambe, sua vadia. Lambe enquanto meu marido te fode.
Fernando não aguentou: meteu novamente em Paola por trás, enquanto a esposa dela sentava no rosto da garota. Vanessa puxava o cabelo de Paola, dando tapas leves no rosto e nos peitos, humilhando ela:
— Isso… come a putinha que fodeu meu marido… e você, sua novinha, engole tudo.
Paola gozou tremendo, quase sufocada na buceta da Vanessa. Fernando gozou pela segunda vez, dessa vez no rosto e nos peitos dela. Vanessa terminou esfregando forte e gozando na cara da garota.
No final, Vanessa olhou pra Paola, toda marcada, vermelha, melada de porra e gozo:
— Da próxima vez que eu te pegar com meu marido, vou trazer as amigas pra te dar uma surra maior… e você ainda vai lamber todas nós. Entendeu, putinha?
Paola, ofegante e sorrindo safada, respondeu:
— Sim, senhora…
Ela saiu do motel com a bunda ardendo, marcas de tapas no corpo e o gosto da esposa na boca. E, no fundo, já ansiando pela próxima vez.


