Depois da noite no glory hole, Ana estava irreconhecível. O desejo por exposição e risco só aumentava. Uma semana depois, ela acordou Marcos no meio da noite, roçando a buceta molhada na coxa dele: — Amor… eu quero o próximo nível. Quero ser fodida em público. Quero estranhos me usando enquanto outras pessoas assistem. Quero me sentir uma puta de verdade. Marcos ficou excitadíssimo. Depois de pesquisar, escolheram um clube swingers de alto nível que tinha uma área semi-pública: uma sala grande com sofás, uma plataforma central elevada como palco, luzes controláveis e várias pessoas circulando. No sábado, Ana se vestiu para chamar atenção: um trench coat preto longo, completamente nua por baixo, salto alto e uma coleira discreta no pescoço com a inscrição “Hotwife”. Júlia foi junto mais uma vez. Ao chegar no clube, o lugar já estava movimentado. Casais e grupos de homens sozinhos circulavam. Marcos sentou num sofá de frente para o palco central. Ana e Júlia subiram na plataforma. Ana tirou o trench coat devagar, revelando o corpo nu para todos. Um murmúrio de aprovação percorreu a sala. Logo uns 12-15 estranhos se aproximaram, a maioria homens. — Ela é sua? — perguntou um homem alto e tatuado para Marcos. — É. Podem usar. Mas quero ver tudo. Ana se colocou de quatro no centro da plataforma. O primeiro estranho não esperou. Ajoelhou atrás dela e enfiou o pau de uma vez na buceta encharcada. Ana gemeu alto, olhando para o marido enquanto era comida na frente de todo mundo. Logo outro homem se colocou na frente, enfiando o pau na boca dela. Os dois metiam sincronizados. Ana rebolava, chupava, gemia como uma cadela no cio. Júlia não ficou de fora: ficou ao lado, beijando Ana e oferecendo os peitos para os homens chuparem. Os homens se revezavam sem parar. Um gozou dentro da buceta dela. Assim que saiu, outro tomou o lugar, fodendo o creampie fresco. Ana gozava sem parar, o corpo brilhando de suor. — Mais forte! — pedia ela entre um pau e outro. Um homem negro bem dotado pegou Ana no colo, abriu suas pernas bem abertas para a plateia e meteu de pé, exibindo como o pau grosso entrava e saía da buceta dela. Todo mundo via claramente o corpo de Ana sendo arrombado. Dois outros subiram no palco. Um enfiou no cu dela enquanto o negro continuava na buceta. Ana gritava de prazer, completamente cheia, sendo duplamente penetrada na frente de dezenas de estranhos. Júlia se deitou ao lado e lambia o clitóris da amiga enquanto ela levava dois paus ao mesmo tempo. Homens se masturbavam em volta, gozando nos peitos, na barriga e no rosto de Ana. Ela estava uma bagunça: porra escorrendo da buceta, do cu, pelo rosto, cabelo grudado. Em certo momento, Ana olhou para Marcos com olhos vidrados de tesão e gritou: — Eu sou uma puta pública, amor! Todo mundo tá me comendo! Ela gozou mais forte que nunca, squirtando no chão do palco enquanto o homem no cu dela gozava dentro. Depois de quase uma hora sendo usada por nove homens diferentes, Ana desceu do palco cambaleando, pernas fracas, corpo coberto de sêmen. Foi direto para o colo do marido, beijou ele profundamente e sussurrou: — Quero fazer isso de novo… mas da próxima vez quero que seja ao ar livre. Num parque, numa praia, sei lá. Quero arriscar de verdade. Marcos, pau latejando e orgulhoso, respondeu: — Então vamos planejar algo ainda mais perigoso, minha putinha.
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