O resto do dia na Joaquina foi uma tortura deliciosa. Paola não conseguia parar de se tocar discretamente. Cada vez que um homem passava mais devagar ou fingia tirar foto do mar, ela sentia uma nova onda de tesão molhar o micro biquíni branco.
Quando o sol começou a baixar, eles voltaram para o hotel pé na areia em Canasvieiras. A varanda do quarto no segundo andar dava vista direta para a praia ainda cheia de gente caminhando.
— Tira tudo menos o biquíni — ordenou Marcos, fechando a porta de vidro mas deixando as cortinas abertas.
Paola obedeceu, ficando apenas com o micro biquíni minúsculo. O tecido estava úmido de suor, protetor e excitação. Seus mamilos duros marcavam o top como se quisessem rasgá-lo. Ela foi até o parapeito da varanda, apoiou os cotovelos e empinou a bunda, olhando para a praia.
— Tem gente lá embaixo olhando pra cima? — perguntou ela, voz rouca.
— Tem. Dois caras pararam agora — respondeu Marcos atrás dela, já com o pau duro pra fora da sunga.
Ele se aproximou, puxou o fio dental do biquíni para o lado e enfiou dois dedos de uma vez na boceta encharcada da esposa. Paola gemeu alto, sem se importar se alguém ouvia.
— Mais forte... quero que eles vejam meu rosto de puta — pediu ela.
Marcos começou a meter os dedos rápido, o som molhado ecoando na varanda. Paola rebolava contra a mão dele, os seios balançando quase saindo do top. Um dos homens na areia pegou o celular, claramente filmando. Isso fez Paola gozar pela segunda vez do dia, tremendo e gemendo o nome do marido enquanto apertava as coxas.
Mas Marcos não parou. Ele tirou o resto do biquíni dela, deixando-a completamente nua na varanda. Abaixou-a de quatro no chão frio de porcelanato, com a bunda virada para o mar. Entrou nela de uma vez, fundo, até as bolas. O pau grosso esticava a boceta depilada de Paola, que gemia sem controle.
— Olha pra eles... mostra como você gosta de ser fodida — grunhiu Marcos, metendo forte.
Paola ergueu o olhar. Agora eram quatro ou cinco pessoas paradas na areia olhando para cima. Ela sorriu, mordeu o lábio e começou a rebolar contra o pau do marido, revirando os olhos de prazer. Cada estocada fazia seus seios pesados balançarem. O barulho de pele contra pele era alto.
Marcos segurou o cabelo dela como rédea e acelerou, fodendo com força. Paola gozou novamente, gritando, o corpo convulsionando. Marcos não aguentou: puxou o pau para fora e gozou forte nas costas e na bunda dela, jatos grossos escorrendo pela pele bronzeada.
Eles ficaram ali, ofegantes, enquanto as pessoas na praia lentamente voltavam a andar, algumas ainda olhando.
Paola virou o rosto, sorrindo safada:
— Amanhã vamos pra Praia Mole. Quero um biquíni que mal cubra o bico dos meus peitos... e quero que você me coma na água, na frente de todo mundo.
Marcos riu, passando a mão na porra que ele tinha deixado na bunda dela.
— Você é uma vadia exibicionista mesmo.
— Sua vadia — respondeu ela, lambendo os dedos dele.