Paola era uma garota de 19 anos, corpo recém-desabrochado, pele morena macia, bundinha empinada e peitos firmes que chamavam atenção por baixo das blusinhas curtas. Morava num bairro simples, mas frequentava o centro da cidade atrás de emoção. Ela se descobrira uma puta novinha, viciada no prazer proibido de dar pra homens mais velhos, casados, aqueles que cheiravam a responsabilidade e tesão reprimido. Tudo começou com o Sr. Roberto, 48 anos, casado há 25. Ele era o pai de uma amiga dela. Um dia, ele a encontrou sozinha no estacionamento do supermercado. Paola usava um short jeans apertado que mal cobria as coxas grossas. Conversa vai, conversa vem, e logo a mão dele estava na cintura dela. — Você é tão novinha... — murmurou ele, voz rouca. Paola sorriu safada, mordeu o lábio inferior e sussurrou: — E o senhor é casado. Isso me deixa molhada. Eles foram pro banco de trás do carro dele. Roberto levantou a blusa dela, chupou aqueles mamilos rosados com fome, enquanto os dedos grossos dele invadiam a calcinha encharcada. Paola gemeu alto, montou no pau dele, que era grosso e latejante, e cavalgou devagar no início, depois cada vez mais rápido, rebolando aquela bundinha enquanto ele apertava os quadris dela. — Me fode, tio... me usa — pedia ela, voz manhosa. Roberto gozou forte dentro dela, enchendo a bocetinha apertada. Paola saiu do carro com o esperma escorrendo pela coxa, sorrindo satisfeita. Depois veio o Sr. Marcos, 52 anos, marido da tia dela. Ele a pegou numa festa de família. Enquanto todos dançavam na sala, ele a puxou pro quintal escuro. Paola já estava sem calcinha. Ele a colocou de quatro sobre uma mesa de jardim, levantou o vestidinho e meteu tudo de uma vez. O pau dele era longo, batia fundo, e ele tapava a boca dela pra abafar os gemidos. — Sua putinha... se minha mulher soubesse que você tá levando minha rola — grunhia ele, estocando forte. Paola gozou duas vezes, tremendo, antes dele jorrar na boca dela, obrigando-a a engolir tudo. Mas o que Paola mais gostava era quando conseguia dois ao mesmo tempo. Uma noite, ela marcou com o Sr. Carlos (45 anos, vizinho casado) e o Sr. Eduardo (50 anos, chefe do pai dela) num motel barato. Os dois homens entraram juntos, olhos famintos na garota novinha que já estava só de lingerie vermelha. Eles não perderam tempo. Carlos sentou na cama e Paola engoliu o pau dele até o fundo da garganta, babando, enquanto Eduardo metia por trás, segurando aqueles cabelos longos. Os dois a viraram de todos os jeitos: uma rola na boceta, outra na boca; depois no cu apertadinho que ela ofereceu sem vergonha. Paola gemia como uma cadela no cio: — Me enchem... me usem... sou a putinha de vocês... Os dois gozaram quase juntos, um no rosto dela, o outro dentro da bundinha. Paola ficou ali, suada, marcada, com esperma escorrendo pelos lábios e pelas coxas, rindo de puro prazer. Desde então, Paola continuou sua vida dupla. De dia, a menina boazinha. De noite, a novinha safada que adorava roubar o prazer dos maridos alheios. E quanto mais proibido, mais molhada ela ficava.
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