Desde que se tornou dona do cabaré “Bala”, Grace descobriu um prazer ainda maior: fazer programas escondida, como uma puta comum, sem o Conde Dothan saber de tudo. Durante o dia ou nos intervalos da noite, ela marcava clientes particulares nos fundos do cabaré, em um pequeno quarto secreto atrás do palco, ou até em quartos de hotel próximos. Naquela tarde, o cabaré ainda estava fechado. Grace vestiu uma roupa discreta por cima — um vestido preto curto e justo — mas por baixo estava pronta para trabalhar: lingerie vermelha safada, sem calcinha, buceta já molhada de tesão. O cliente era um homem rico, casado, que pagava muito bem para foder a dona do Bala em segredo. Eles entraram no quartinho dos fundos. Mal fechou a porta, Grace já estava de joelhos: — Rápido, meu marido pode aparecer a qualquer momento. Me usa logo. O homem puxou o pau grosso para fora. Grace cuspiu e engoliu tudo de uma vez, chupando com fome, garganta apertando a rola enquanto babava inteira. Ele segurava sua cabeça e fodia sua boca com força, batendo as bolas no queixo dela. — Sua vadia… casada e ainda puta escondida — rosnava ele. Grace gemia com o pau na boca, enfiando dois dedos na própria buceta encharcada. Depois se levantou, virou de costas, levantou o vestido e empinou a bunda. — Me fode. Me arromba antes que meu marido chegue. Ele meteu tudo de uma vez na boceta molhada, socando forte, estapeando a bunda branca. Grace mordia o próprio braço para não gritar alto. O barulho molhado de piroca entrando e saindo ecoava no quarto pequeno. Ele puxava seu cabelo e metia cada vez mais fundo, enquanto ela rebolava pedindo mais. — Goza dentro… me enche de porra, seu safado. Ele gozou forte, enchendo a buceta dela de leite quente. Grace gozou junto, pernas tremendo, porra escorrendo pela coxa. Mal ele saiu, Grace ouviu a voz do Conde Dothan no corredor principal do cabaré. Coração acelerado, ela rapidamente limpou a boceta com um lenço, mas ainda estava pingando. Ajeitou o vestido e saiu do quartinho tentando parecer normal. — Grace? Onde você estava? — perguntou o Conde, franzindo a testa ao vê-la corada e com o cabelo bagunçado. — Só… verificando o estoque — mentiu ela, com um sorriso safado. O Conde se aproximou, desconfiado. Puxou-a pela cintura e a beijou. No meio do beijo, ele deslizou a mão por baixo do vestido e sentiu a boceta molhada, inchada e melada de porra alheia. — Por que você está tão molhada assim? — questionou ele, enfiando dois dedos nela. Grace gemeu, fingindo tesão pelo marido. — É tesão por você, amor… me fode agora. O Conde quase acreditou, mas ouviu um barulho no quartinho dos fundos. Ele caminhou até a porta. Grace sentiu o coração quase sair pela boca. O cliente tinha esquecido a gravata no chão. No último segundo, ela agarrou o marido por trás, abriu a calça dele e começou a chupar seu pau ali mesmo no corredor, distraindo-o. — Deixa eu te mamar, meu conde… quero seu leite na minha garganta. Enquanto chupava o marido com vontade, garganta profunda, babando, Grace via pelo canto do olho a porta entreaberta do quartinho. O Conde gemia, segurando a cabeça dela, fodendo sua boca. — Você anda tão puta ultimamente… — disse ele, desconfiado mas excitado. Grace engoliu tudo quando ele gozou, limpando o pau com a língua. Só então o Conde se afastou, ainda olhando para o quartinho. Grace rapidamente fechou a porta com o pé. — Vamos para o nosso quarto. Quero te foder o resto da tarde — disse ela, puxando-o para longe. Mais tarde naquela mesma noite, depois do cabaré abrir, Grace não resistiu e marcou outro programa escondido. Dessa vez no camarim. Um cliente jovem e forte pagou caro para foder o cu dela. Ela estava de quatro sobre a mesa de maquiagem, vestido levantado, quando o homem metia fundo no seu cu lubrificado, estocadas brutais. Grace mordia um pano para abafar os gemidos. — Mais forte… me arromba o cu! O pau entrava e saía, bolas batendo na boceta molhada. Ele enfiou os dedos na buceta dela enquanto socava o cu. Grace gozava sem parar, olhos revirados. De repente, ouviram passos no corredor. Era o Conde Dothan novamente, procurando por ela. — Grace? Você está aí? O cliente parou, pau enterrado até o talo no cu dela. Grace, com a voz trêmula de tesão e medo, respondeu: — Estou me trocando, amor! Já saio! O Conde ficou esperando do lado de fora. O cliente, excitado com o risco, começou a meter devagar de novo, bem fundo. Grace cobriu a boca com as mãos, lágrimas de prazer escorrendo enquanto tomava no cu escondida, a poucos metros do marido. Quando o cliente gozou, enchendo seu cu de porra quente, Grace quase desabou. Ela rapidamente vestiu a calcinha, sentindo o sêmen escorrendo, e saiu do camarim com as pernas bambas. O Conde a olhou de cima a baixo, sentindo o cheiro de sexo no ar. — Tem alguma coisa errada… você está cheirando a puta — disse ele, apertando a bunda dela. Grace sorriu, coração disparado, e o beijou na boca. — Talvez eu seja mesmo, amor… e você adora isso. Ela o puxou para o camarim, fechou a porta e se ajoelhou mais uma vez, chupando o marido enquanto a porra de outro homem ainda escorria do seu cu.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.