Depois de um jantar leve no hotel, Paola estava irreconhecível de tanto tesão. Vestiu apenas uma saída de praia transparente por cima do corpo nu e desceu com Marcos para a praia por volta da uma da manhã. A Lua cheia iluminava a areia clara de Canasvieiras. A praia estava quase vazia, mas ainda havia alguns grupos de amigos bebendo, casais e homens solitários caminhando.
Assim que pisaram na areia, ela tirou a saída de praia e ficou completamente nua. Os seios grandes balançavam livres, os mamilos duros com o vento noturno. A boceta depilada brilhava, ainda inchada dos orgasmos do dia.
— Vamos andar devagar pela beira da água — disse ela, pegando na mão de Marcos. — Quero que me vejam.
Eles caminharam uns duzentos metros. Os poucos homens que estavam por ali pararam imediatamente. Um grupo de quatro amigos (todos por volta dos 25-30 anos) que bebiam cerveja ficou em silêncio quando Paola passou nua bem na frente deles, rebolando devagar, deixando que vissem tudo.
Um deles, mais ousado, se levantou:
— Caralho… que gostosa…
Paola parou, abriu as pernas levemente e respondeu com voz manhosa:
— Gostou do que viu? Pode olhar mais de perto…
Marcos ficou um pouco atrás, pau duro na mão, apenas observando. Paola se aproximou do grupo. Dois deles já tinham o pau pra fora da bermuda. Ela se ajoelhou na areia na frente deles, completamente nua, e começou a chupar o primeiro. Engoliu fundo, babando, enquanto masturbava outro com a mão. Os gemidos dos caras enchiam a noite.
— Porra, que puta safada… — murmurou um deles.
Paola se virou de quatro na areia, empinando a bunda e abrindo a boceta com os dedos:
— Quem quiser foder, pode vir… hoje eu sou de todo mundo.
O primeiro cara não esperou. Ajoelhou atrás dela e enfiou o pau grosso de uma vez na boceta encharcada. Começou a meter com força, segurando os quadris dela. Paola gemia alto, o som ecoando na praia vazia. Outro se ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca dela. Ela chupava esfomeada, babando no queixo, enquanto levava estocadas por trás.
Marcos se aproximou e filmava tudo com o celular, pau duro na outra mão.
O cara que metia nela gozou primeiro, enchendo a boceta de porra quente. Assim que ele saiu, outro tomou o lugar, metendo ainda mais fundo, usando a porra do amigo como lubrificante. Paola tremia de prazer, gozando pela primeira vez com um estranho dentro dela.
— Mais… quero mais pau… — implorava ela entre gemidos.
Eles a viraram de frente, um deitado na areia e Paola sentando nele, cavalgando com força, os seios pulando. Outro se posicionou atrás e, com cuidado, enfiou no cuzinho dela. Dupla penetração. Paola gritou de prazer, olhos revirados, enquanto os dois metiam no mesmo ritmo. O terceiro enfiou o pau na boca dela novamente.
Marcos não aguentou só assistir. Se aproximou e gozou no rosto dela enquanto ela era fodida pelos estranhos.
Os caras gozaram um atrás do outro: um dentro da boceta, outro no cuzinho, o último na boca e nos peitos dela. Paola estava uma bagunça — porra escorrendo da boceta, do cu e pelo corpo todo. Ela ainda se masturbava, esfregando o clitóris, e gozou mais uma vez, squirt misturado com porra molhando a areia.
Ofegante, deitada na areia com as pernas abertas, ela olhou para Marcos com um sorriso completamente safado:
— Amanhã quero repetir… mas com mais gente.