No dia seguinte, o sol ainda estava alto quando meu celular vibrou. Era uma mensagem dela: “Estou na mesma pedra de ontem. Vem logo. Tô sem biquíni por baixo da saída de praia ??” Cheguei e lá estava Ludimila. Cabelo solto, uma saída de praia branca curtinha, óculos escuros e aquele sorrisinho de quem já estava molhada só de esperar. Assim que me aproximei, ela se levantou, olhou pros lados e abriu o zíper da saída. A peça caiu na areia, revelando o corpo completamente nu, bronzeado e brilhando de protetor solar. — Hoje eu quero ser bem safada… — murmurou, já passando a mão na minha bermuda. Ela me puxou pra trás de umas pedras grandes que escondiam a gente da maioria das pessoas. Caiu de joelhos na areia quente e puxou meu pau pra fora, já duro. Não perdeu tempo: cuspiu na cabeça, esfregou com a mão e engoliu quase tudo de uma vez, engasgando gostoso enquanto babava. — Quero que você me foda nos três buracos hoje — disse ela, olhando pra cima com os olhos marejados. Eu a levantei, virei de costas e enfiei de uma vez na bocetinha encharcada. Ludimila gemeu alto, apertando os peitos contra a pedra enquanto eu metia forte, batendo fundo. A bundinha dela quicava gostoso contra mim. Depois de uns minutos, ela mesma abriu as nádegas com as mãos: — Agora no cuzinho… vai devagar primeiro. Cuspi no cuzinho piscando e pressionei a cabeça do pau. Ludimila respirava fundo, gemendo manhosa enquanto eu entrava devagar. Quando estava todo dentro, ela começou a rebolar sozinha, pedindo: — Pode meter mais forte… eu aguento… me arromba esse cu. Eu segurei na cintura dela e comecei a comer o cuzinho apertado com força. Ludimila gemia alto, quase gritando, uma mão no clitóris se masturbando enquanto eu socava. — Ai pai… tá me arrombando todinha… continua! Troquei de buraco várias vezes: tirava do cu e enfiava na boceta, depois voltava pro cuzinho, deixando ela cada vez mais louca. Ludimila estava tremendo, as pernas fraquejando de tanto prazer. No final, eu a fiz ficar de quatro na areia. Meti fundo no cuzinho de novo, segurando o cabelo ondulado dela como rédea. — Goza dentro… quero sentir você gozando no meu cu — implorou ela, voz rouca. Não aguentei mais. Segurei firme e gozei forte dentro do cuzinho dela, enchendo tudo. Ludimila gozou junto, tremendo inteira, gemendo alto enquanto o orgasmo tomava conta do corpo. Quando tirei o pau, um fio grosso de porra escorreu do cuzinho arrombado dela, descendo pela bocetinha inchada. Ludimila virou, sentou na areia e lambeu meu pau limpando tudo, com cara de vadia satisfeita. — Amanhã eu trago uma amiga… — disse ela, lambendo os lábios. — Ela também é novinha e quer experimentar um pauzão assim. Topa? Sorri e respondi: — Trás ela. Ludimila deu uma risadinha safada, vestiu só a saída de praia por cima do corpo suado e gozado, e saiu andando rebolando, deixando um rastro de areia e safadeza pra trás.
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